domingo, 20 de dezembro de 2009

Mês das Festas: Natal Sangrento


FELIZ NATAL A TODOS, SEUS LINDOS!!!

Pronto, todos se sentindo quentinhos e amados?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Crítica de Games: Final Fight Revenge


Antes de começar o review de hoje, quero lembrá-los de um pequeno detalhe que normalmente esquecemos no dia a dia: Video games existem pra GERAR GRANA!

A Konami não se importa com sua avó doente, a Square Enix não liga se seu namorado te traiu, a Rockstar não se importa se seu cachorro foi atropelado por um caminhão dirigido pelo Christian Bale. Em resumo, nenhuma delas liga se vocês está feliz ou pensando em usar uma torradeira na banheira.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Crítica do Amer: Dragon Age Origins


RPG’s são um dos meus gêneros favoritos de games.

Passar dias em um mundo digital, conhecendo tudo que ele tem a oferecer e desvendando todos os seus mistérios nos mínimos detalhes é uma das experiências que eu mais valorizo em um vídeo game.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Mês das Festas: O Especial de Natal do Garfield!


Hooray!!! Finalmente chegamos no Mês das Festas!!!

E devo dizer que este mês de Dezembro marca um recorde pessoal, pois é a primeira vez que faço três meses temáticos seguidos! BOOYAKA!!!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Crítica do Amer: Sunset Riders


Eu costumo falar muito de Beat’em ups, aqueles games de pancadaria em que o jogador massacra hordas de inimigos com seus próprios punhos a fim de salvar uma moçoila ou simplesmente acabar com O MAAAAAAAAL!!!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Crítica do Amer: Advanced V.G 2


Há vantagens em se ter um console para o qual são lançados bilhões de jogos.

Por exemplo, você tem a certeza de que investiu bem seu dinheiro ao comprar o aparelho e que por um bom tempo terá centenas de títulos para escolher, dentre o mais completo horror em forma de jogo até as pérolas que parecem ter sido enviadas por Deus em pessoa.

Mas existem desvantagens também. A mais grave é que em meio a enxurrada de títulos você vai acabar dando preferência a alguns e pode acabar ignorando games realmente bons no processo.

O jogo sobre o qual falarei hoje é um deles.

domingo, 29 de novembro de 2009

Mês do Morcego: Capas imbecis da revista do Batman


Eu adoro o Batman, você adora o Batman, todos adoram o Batman!!!

Bom, nem todo mundo, mas que se fodam esses cães ignóbeis que não reconhecem a arte por detrás do Homem Morcego! Cambada de cu largo!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Crítica do Amer: The Ninja Warriors


Sejamos muito francos agora, poucos protagonistas podem ser melhores para um game de ação do que ninjas.

domingo, 22 de novembro de 2009

Mês do Morcego: Os maiores vilões de Gotham!


Eu tenho a inabalável crença de que um herói só é tão bom quanto os vilões que ele enfrenta.

Digo, você consegue citar cinco inimigos do Aquaman de cabeça?

...

E sem checar no Wikipédia?

É, é com você mesmo que eu estou falando, seu checador de Wikipédias trapaceiro!

Crítica do Amer: I Have No Mouth and I Must Scream


Hoje em dia, muita gente adora fazer o discurso de “games são arte” sempre que tem chance.


Eu pessoalmente não acredito que games possam ser considerados arte, pelo menos não ainda. Video games são produtos que dependem muito do aspecto técnico para funcionarem e se este não for bem trabalhado, a arte perde todo o seu sentido.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Crítica do Amer: Borderlands


Tente imaginar a seguinte cena.

Call of Duty 4 entra num bar, deprimido e desgostoso com a vida. Ele acabou de descobrir que Halo 3 o traía com Wolfenstein e seu relacionamento acabou. Nada lhe resta exceto encher a cara e tentar esquecer seu coração partido.

Logo em seguida, Diablo II também entra no bar em uma situação parecida. Seu relacionamento com World of Warcraft foi pro vinagre pois WoW passa a maior parte do tempo com nerds ultra solitários, carentes e pervertidos.

CoD 4 e Diablo II começam a beber juntos, conversam, consolam um ao outro e antes que percebam, estão em um quarto de Motel com uma garrafa de vinho barato, muito tesão e nenhum preservativo.

Nove meses depois... um lindo bebê entra em cena.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Mês do Morcego: Batman (1989) - Segunda Parte


Sem delongas, vamos a parte 2 do artigo!

E deste ponto do filme em diante, Batman e Coringa vão empatar a foda um do outro a cada cinco minutos.

Venham e verão!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Brütal Legend


Eis uma experiência pelo qual todos passamos.


Lá pelos seus quinze anos, você fez sua primeira visita a uma loja de discos com seu melhor amigo (ou primo, ou irmão mais velho). Claro, você já conhecia rock e metal pelos discos que pegava emprestado dele ou que ouvia na MTV, mas entrar numa loja de discos era uma experiência nova pra você.

E não falo de lojas de discos de Shopping Center, limpinhas, com ar condicionado e moças uniformizadas que só escutam Inimigos da HP e que falam errado o nome de metade das bandas que você gosta.

Não senhor, me refiro a aquelas lojas que parecem um porão, cheias de miniaturas de Senhor dos Anéis em uma prateleira atrás do balcão, discos de metal tocando a todo volume e um cara todo tatuado e com higiene questionável para atender a clientela.

Tenho certeza que você se lembrou de um local muito específico agora.

Pois bem, lá está você, com seus quinze anos, grana que ganhou do aniversário e prestes a comprar o primeiro disco que é só seu. Após uma looooonga escolha, finalmente você se decide, leva sua compra para casa e escuta o disco até memorizar absolutamente TODAS as letras de todas as canções contidas nele.

E aí já era, você foi fisgado. Vai passar um bom tempo de sua vida comprando discos das mais variadas bandas, vai passar a usar camisetas de bandas, vai tentar aprender a tocar algum instrumento com variantes graus de sucesso e pode ser que deixe o cabelo crescer e forme sua própria banda.

Pois é.

E por que diabos estou fazendo este discurso nostálgico no review de um game?

Simples, porque Brutal Legend evoca todas as sensações desta época tão saudosa e divertida que foi parte de todas as nossas vidas.

METAAAAAAAAAL!!!


Brutal Legend conta a história de Eddie Riggs, o Roadie supremo.


Para quem não sabe, “Roadies” são os caras que fazem todo o trabalho de bastidores das bandas. Eles carregam instrumentos, arrumam o som para as apresentações, dirigem o ônibus da banda e ficam aos fundos no palco, atentos a cada detalhe e preparados para agir caso a necessidade apareça.

No início da história, Eddie se mostra bastante decepcionado com o atual estado da música, onde moleques idiotas misturam Rap com Metal, fazem um lixo sonoro que dói e não mostram conhecimento tampouco respeito para com as bandas de metal gloriosas do passado.

Uma coisa com o qual todos podemos simpatizar, basta sintonizar na MTV e ver as bandas horrendas que a molecada de hoje curte.

Enfim, durante um show de sua banda, Eddie sofre um acidente e seu sangue cai sobre a fivela de seu cinto. Um monstro cria vida no palco, elimina a banda de emo-metal-rap (algo que traz um sorriso ao rosto) e Eddie é transportado para um mundo onde absolutamente tudo é inspirado na cultura do metal.

Lá ele descobre que é o herói que ajudará a resistência a derrotar o perverso General Lyonwhite e seu mestre, o monstruoso Doviculus. Para esta missão, Eddie conta não apenas com a ajuda dos irmãos Lars e Lita Halford, mas também de Ophelia, o curandeiro Kill Master (ninguém menos que Lemmy Kilmster do Motorhead), os Fire Barons (cujo líder é dublado por Rob Halford, do Judas Priest) e do Guardião do Metal, magistralmente representado pelo Príncipe das Trevas, Ozzy Osbourne.

O mundo de Brutal Legend é uma fantasia de Rock em seus mínimos detalhes. Cada estrutura, território e cenário parecem ter sido extraídos diretamente da capa de um disco de metal das décadas de 1970 e 1980.

Os personagens também são tremendamente carismáticos, Eddie é o típico cara grandão e meio assustador, mas que é muito gente boa e um amigão leal, enquanto Ophelia é a encarnação da garota roqueira por quem todos nos apaixonamos em algum momento da vida. Com sua maquiagem pesada, camiseta preta de banda de metal e jeans surrado, se os produtores queriam criar uma heroína adorável e sexy sem ser gratuita, acertaram na mosca com ela.

Não que faltem decotes ousados e mulheres semi nuas, estamos falando de um mundo onde o Metal é a lei e todas as garotas que sejam parte de tal universo por lei são gostosas e seguras de si o suficiente para exibirem suas curvas.

O enredo de Brutal Legend se mostra simples inicialmente e qualquer jogador razoavelmente experiente pode acreditar que até a metade do game já terá desvendado o desenrolar de toda a história. Pois bem, o roteiro é bem escrito e traz algumas reviravoltas difíceis de prever, mesmo que você já esteja acostumado as eternas surpresas de MGS e ache que nada mais pode te pegar de calças curtas, Brutal Legend tem pelo menos duas cenas que o farão ficar surpreso e estupefato.

Algo cada vez mais raro hoje em dia.


A parte visual é muito boa e possui uma direção de arte diferente da maioria dos jogos atuais. Nada é ultra realista e tanto os personagens quanto cenários possuem uma representação que mescla um estilo de Cartoon com a arte inspirada pela cultura do metal.


Os personagens são bastante expressivos, com traços exagerados, olhos grandes e proporções físicas nem sempre realistas. Algumas pessoas podem torcer o nariz para este estilo visual, mas é uma lufada de ar fresco no gênero de ação, que hoje em dia parece obcecado com a Unreal Engine e sua capacidade de deixar o visual “realista.”

Os cenários são bem construídos e parecem ter saído da capa dupla de um vinil de Heavy Metal. Conforme se atravessa os continentes, as locações mudam drasticamente de planícies para cavernas, depressões sombrias e finalmente um local que parece o coração do planeta, com a cor do sangue por todos os lados.

Como não poderia deixar de ser, o áudio do game é um de seus pontos fortes.

A dublagem é fantástica, pura e simplesmente. Jack Black está simplesmente perfeito como Eddie Riggs e consegue passar ao personagem doses muito equilibradas de “bom mocismo” e agressividade, Eddie é um cara legal, mas não é alguém com quem você queira mexer.

Os astros da música que emprestam suas vozes ao jogo também fazem um trabalho excepcional. Rob Halford interpreta dois personagens (o General Lyonwhite e o líder dos Fire Barons) e faz com que tenham vozes e personalidades muito distintas, Lemmy Kilmster é simplesmente ele mesmo ao dublar o Kill Master e Ozzy Osbourne parece ter tido a maior diversão de sua vida ao interpretar o Guardião do Metal.

Inclusive, tanto Ozzy quanto Jack Black improvisaram um bocado as falas de seus personagens e acrescentaram uma tonelada de palavrões nos diálogos (uau, que surpresa). Isso colocou muita naturalidade a interpretação dos dois e tornou seus personagens ainda mais críveis.

O resto do elenco traz também Tim Curry no papel de Doviculus, o ator veterano torna o vilão incrivelmente odioso e assustador, o que é a marca de um bom tirano do mal. Os demais personagens também são muito bem interpretados, o que demonstra que o elenco de dubladores que não eram astros do Rock não pretendiam ficar atrás de Ozzy e Cia.

E se equiparar a lendas da música não é uma tarefa fácil, vou te dizer.

A trilha sonora é o que se pode esperar de um game com esta temática: METAL! Com direito a Kiss, Motorhead, Black Sabbath, Motley Crue, Judas Priest, Lita Ford, King Diamond, Savatage, Accept, Ratt, Slayer, Athrax e muito mais.

Se você for tão fã de Metal quanto eu, deve estar salivando neste momento.


A jogabilidade de Brutal Legend é uma grande mistura de gêneros e embora não se destaque grandiosamente em nenhum deles, consegue fazer um serviço com qualidade bastante uniforme na maior parte do tempo.


Primeiramente, este é um game de ação. Eddie possui um bom arsenal de combos e ataques especiais com os quais pode enfrentar os inimigos, além de diversos solos de guitarra que podem ser encontrados ao redor do mundo e que servem as mais diversas funções, desde aumentar o poder de combate de seus companheiros até derreter a cara de seus inimigos.

Sim, aqui você pode derreter a cara dos inimigos! Faça melhor, Miyamoto!

O mundo de Brutal Legend é aberto, como o de GTA, Saints Row e diversos outros games do gênero. Se avança na história viajando até certos pontos e conversando com personagens específicos, que então lhe designarão missões.

As missões podem variar desde simples combates em estágios lineares, etapas de corrida onde é preciso proteger o ônibus de turnê do grupo contra atacantes ou batalhas estratégicas em tempo real.

As batalhas estratégicas são o terceiro tipo distinto de jogabilidade presente aqui. Nestes momentos, você guia Eddie através de um campo de batalha e tem que produzir tropas dos mais diferentes tipos de soldados a seu comando (Headbangers, Amazonas, Curandeiros, Etc) e determinar o que devem fazer.

As tropas são criadas usando a energia dos fãs. A energia dos fãs é dispensada no ar através de Geisers e é preciso tocar um solo de guitarra específico perante estas fontes para que os fãs comecem a ser direcionados para seus aliados e possam ser usados.

Grande parte das batalhas consiste de canalizar os fãs para o seu grupo e impedir que os inimigos possam fazer o mesmo. Logicamente, a escolha de tropas adequadas é muito importante, assim como descobrir o objetivo da vitória (destruir uma fortificação inimiga ou simplesmente sobreviver a uma batalha por tempo o suficiente).

Inicialmente demora um pouco pra se pegar o jeito de tais conflitos, mas conforme o jogo avança, fica bem mais fácil gerenciar suas tropas, decidir quais as melhores para cada situação e como controlá-las em batalha.

O mundo do jogo é bastante vasto, mas não é preciso desbravar a pé, logo no início da história, Eddie descola o “Deuce” que será seu leal veículo de transporte por todo o game. É possível comprar vários Upgrades para o carro na “loja” do Guardião do Metal, desde armas como metralhadoras e lança mísseis até blindagens para melhor atropelar as criaturas em seu caminho.

Você também pode comprar novos combos, novos tipos de guitarras e várias outras coisas, mas para isso é preciso ter Fire Tributes, que são a moeda corrente deste mundo e podem ser adquiridos toda vez que se completar uma missão secundária.

Estas missões estão espalhadas pelo mapa e englobam desde emboscadas a forças inimigas, até corridas contra um monstro com péssima dentição e sotaque Irlandês. A história principal de Brutal Legend é um pouco curta (pouco mais de oito horas de jogo), mas completando todas as missões secundárias, o jogo se torna muito mais robusto.


Brutal Legend não é um game perfeito.


A tentativa de Tim Schaeffer (que também criou Psychonauts, você devia jogar) de mesclar diversos tipos de jogabilidade funcionou bem, mas pode ser muito mais refinada no futuro.

Mesmo assim, o puro espírito musical, o bom humor sempre presente, dublagem estelar e a fantástica trilha sonora tornam Brutal Legend mais do que um simples game e fazem dele uma declaração de amor a toda uma cultura que anda de mãos dadas com o mundo dos games.

GO FUCKING CRAZYYYYYYYYY!!!

Cheers!!!

sábado, 7 de novembro de 2009

Mês do Morcego: Batman (1989) - Primeira Parte


E como prometido, hoje darei início ao mês que será totalmente dedicado a um dos mais queridos personagens de todos os tempos: BATMAN!!!

PAN-PAN-PAN-PAN-PAAAAAAAAAAN!!!

É impressionante imaginar que um personagem de quadrinhos consegue fascinar tanta gente há tanto tempo. Já parou pra pensar nisso?

Crítica do Amer: Forza Motorsport 3


Vou confessar algo para vocês: eu nunca aprendi a ler nem escrever!!!

...

Tá bom, isso é mentira. A verdade é que eu sou um tremendo bração para jogos de corrida.

sábado, 31 de outubro de 2009

Mês das Bruxas: Os Caça Fantasmas - When Halloween was Forever


E finalmente é 31 de Outubro, Dia das Bruxas! Uma época mágica do ano, em que a amizade o amor e a dádiva de presentear os outros é compartilhada por todos os homens de boa vontade!

Espera, não... isso é o Natal. O Dia das Bruxxas é sobre monstros, demônios e comer doce até vomitar no próprio colo e ter uma diarréia de três dias.

Resident Evil 3: Nemesis


Finalmente chegou a hora de falar do terceiro game da série! Viva! Mais alguns meses e estarei escrevendo sobre Resident Evil 5.

sábado, 24 de outubro de 2009

Mês das Bruxas: Mais Cosplays Legais!!!


E aqui estou, com mais cosplays legais, como prometido!


Crítica do Amer: Splatterhouse 3


Mês de Outubro acabando, tantos games de terror sobre os quais eu gostaria de falar, mas simplesmente não há tempo.

Mas não temam, falarei destes games ao longo do ano mesmo e sempre haverá um outro mês de Outubro. Por hora, quero terminar de falar da série com o qual comecei o mês.

Splatterhouse 3 foi o último game a ser lançado da série. Seu enredo fechava a história de Rick e Jennifer sem deixar nenhum gancho para continuações, o que de certa forma explica porque nunca vimos um Splatterhouse no PsOne ou Ps2.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Mês das Bruxas: OneChanbara


E hoje, review de mais um filme. Desta vez, uma pérola do cinema Nipônico, pois ninguém faz filmes de zumbis piores que os Japoneses.

Pois bem, OneChanbara é baseado em um videogame de sucesso... mediano sobre o qual já escrevi um review. A premissa é que zumbis aparecem no Japão e somente uma gostosa de biquini, chapéu e botas de cowboy com uma katana pode detê-los.

É, pois é. Leve o tempo que precisar para processar esta informação.

domingo, 18 de outubro de 2009

Crítica do Amer: Splatterhouse 2


Prosseguindo com o mês especial de games de terror, por que não falar do segundo título da série Splatterhouse?

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Mês das Bruxas: Mais monstros legais de Shin Megami Tensei!

Ano passado fiz um artigo bem singelo, enumerando alguns monstros bem legais da série Shin Megami Tensei.

Pra quem não conhece, novamente irei esclarecer. SMT é uma série de JRPG’s que envolve demônios e sua influência no mundo, a série principal fala da destruição do planeta e sua reconstrução pelas mãos do protagonista enquanto a sub-série Persona usa os demônios como representações da psique humana.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Crítica do Amer: Saw


Pra ser muito sincero, nunca fui muito fã da série Jogos Mortais. Reconheço a premissa inovadora da franquia e gosto do personagem Jigsaw, que consegue ser uma das criações mais inteligentes do cinema de terror moderno.

sábado, 10 de outubro de 2009

Crítica do Amer: Majyuuou


Continuando com o mês dedicado aos games de terror, que tal um título que praticamente ninguém conhece?

domingo, 4 de outubro de 2009

Crítica do Amer: Splatterhouse


Estamos no mês de Outubro, vocês sabem o que isso significa? Isso mesmo, Mês das Bruxas!!!

Assim sendo, por que não dedicar meu tempo para games nestes 31 dias, unicamente para títulos de terror? Não sei se vai virar uma tradição anual, mas quem sabe?

E por que não começar com um clássico?

Mês das Bruxas: Monstros da vida real.


Estou de volta, meus queridos leitores! Como estão vocês?

Sei que sentiram minha falta neste último mês, sofreram de depressão, terror noturno e encosto e cogitaram o suicídio mas agora estou bem, descansado e saciado de minha necessidade clínica por mulheres especialmente treinadas me fazendo massagens Tailandesas.

Portanto vamos começar com o tradicional Mês das Bruxas!!!

Hooray!!!

domingo, 27 de setembro de 2009

Um desabafo sobre a morte dos desenhos animados.


Ok, o artigo de hoje não será tão dramático quanto o título faz parecer, mas eu queria usar a imagem acima e ela não teria o mesmo sentido se eu batizasse este texto como “uma análise do mercado atual de animação.”

Mas enfim, qualquer um que freqüente o blog há algum tempo sabe que eu adoro desenhos animados.

O quanto eu adoro desenhos animados? Eu adoro pra cacete!

sábado, 26 de setembro de 2009

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Crítica do Amer: Streets of Rage 2


Sempre que uma empresa consegue emplacar um sucesso, a coisa mais certa do mundo é que lançarão tantas sequências quanto puderem deste game. Afinal de contas, o nome de uma série muitas vezes é um fator decisivo para a venda de um jogo, muito mais que sua qualidade.

Dê uma olhada nos seus games e veja quantos deles são a parte 2, 3 ou 4 (ou o Vice City ou San Andreas) de uma série conhecida.

Pois é.

sábado, 19 de setembro de 2009

Crítica do Amer: The Secret of Monkey Island - Special Edition


Arrrr! Sabe que dia é hoje, grumete? 19 de Setembro, o Dia Internacional de falar igual Pirata!

Isso mesmo, seus marujos de água doce, vocês com certeza não faziam idéia, cães sarnentos e vis, eu devia dá-los de comida ao Kraken! Arrrr!

Mas por mais que todos adoremos piratas, existem muito poucos games com os mesmos. Digo, se procurarmos, a maioria dos games tem como protagonistas ninjas, fuzileiros (sejam espaciais ou não), espiões, lutadores marciais e heroínas de anime que não parecem capazes de derrotar sequer o Didi.

Porém, o que falta em quantidade nos sobra em qualidade! Caso em questão: The Secret of Monkey Island!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Crítica do Amer: The Darkness


É razoavelmente raro quando alguma produtora resolve criar um game baseado em uma história em quadrinhos.

Claro, games de heróis temos aos montes, mas normalmente são baseados nas versões cinematográficas dos personagens e todos sabemos o tipo de calamidade que costuma vir de tais jogos.

Mas a história é diferente quando alguma produtora resolve trabalhar com a versão impressa de um personagem, principalmente porque eles são bem mais livres para adaptar o material original de forma que combine mais com um game.

Como é o caso de The Darkness.

domingo, 13 de setembro de 2009

Mês das Bruxas: Teeth


Hoje vou falar de um filme sobre o qual quero escrever a um bom tempo: Teeth!

Não sei se este filme foi lançado no Brasil, mas posso afirmar que sua premissa me interessou um bocado. Antes de prosseguir, gostaria de dizer que Teeth é um filme difícil de se classificar.

Como pode isso? Bem, eu diria que este é um filme de terror para os homens e de comédia para as mulheres.

Acho que vocês ainda estão confusos, pois bem: Teeth é um filme sobre uma menina que tem dentes de tubarão na vagina.

Pois é.

Os Melhores Games do Dreamcast!


Ah sim, estava eu de férias de blog, aproveitando o sol do Alaska, com diversas moças em trajes sumários sofrendo hipotermia, me fazendo massagens com final feliz e servindo churrasco no canudinho, quando algo me fez sair de meu repouso.

O Sega Dreamcast completou dez anos de idade! Mais precisamente, semana passada, dia 9 de Setembro.

Há uma década, a Sega lançava seu último console, o primeiro 128 bits da história, feito para chutar o rabo da Sony, Nintendo, Atari e do Pastor Zangief.

Mas... não deu muito certo e a Sega teve de ser relegada ao papel de softhouse, dando a vitória definitiva da guerra dos consoles dos anos 90 a Nintendo.

Maldito seja Miyamoto! Maldito seja você e o cavalo que o trouxe!!!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Crítica do Amer: Crazy Taxi


Você sabe que dia é hoje?

Sim, hoje é 9 de Setembro de 2009! Muito bem, merece um biscoito Scooby!

E sabe o que se comemora hoje?

...

...

...

Não sabe?

Mau! Menino mau! Vai dormir no quintal hoje!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Crítica do Amer: Batman: Arkham Asylum


Vamos ser francos, Batman é um dos personagens mais fascinantes de todos os tempos.

O sujeito completou setenta anos agora em 2009 e mesmo já sendo um senhor de idade, ainda é lido, assistido e citado por pessoas do mundo inteiro todos os dias.

Se você morresse hoje, acha que daqui setenta anos as pessoas continuariam falando de você?

Claro, se você explodisse o Cristo Redentor ou a Estátua da Liberdade sim, mas este não é o caso... o caso é que O BATMAN É O MAIOR!!!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Causas comuns de mortes em games.


Ahhh sim, video games! Existe coisa melhor que jogar um bom video game?

...

Sei que milhões (E MILHÕES) entre vocês pensaram em sexo, mas ainda não foi comprovado cientificamente que sexo é melhor que games.

Veja bem, games muitas vezes são melhores quando praticados em solidão extrema, algo que não pode ser dito de sexo, e a maioria dos títulos lançados para consoles de hoje em dia costumam durar mais de vinte minutos.

...

É, não mente pra mim não.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Heroínas de quadrinhos mal-adaptadas!


Todo mundo gosta de filmes de super heróis!

Ou pelo menos deveriam gostar.

O que pode ser melhor do que ver um sujeito de roupa colorida, com poderes que sempte sonhamos ter, chutando a bunda de inúmeros vilões e fazendo do mundo um lugar menos putrefato?

Pois é, nada consegue ser melhor! É por esse motivo que filmes de super heróis são a melhor coisa do mundo.

E se você não gosta deles, você é um cuzão.

Sim! Isso mesmo! Um cuzão enorme! transatlânticos, aviões e a Amelia Earhart desaparecem dentro do seu rabo, seu miserável! É o quão cuzão você é!

Onde eu estava? Ah sim, filmes de heróis.

sábado, 22 de agosto de 2009

Crítica do Amer: King of Fighters XII


Como eu mencionei no inicio do review passado, King of Fighters é uma série que não brilha mais como na época de seu lançamento.

A SNK (e posteriormene a Eolith) seguiram a fórmula do "se não está quebrado, não conserte" e mantiveram o game praticamente igual por inacreditáveis 15 anos.

Enquanto a Capcom tentou inovar Street Fighter com as séries Alpha e SF III, a série de luta da SNK simplesmente parou no tempo e só trazia mais do mesmo todos os anos. Claro que constantemente conheciamos membros novos do elenco, mas muitas vezes isso causava mais vergonha alheia do que empolgação.

Sério, Momoko? Uma menina que parece ter dez anos, uma bunda imensa que é usada como arma de ataque e é obcecada por peitões? Diacho SNK, pensei que vocês tinham mais classe!

domingo, 16 de agosto de 2009

Uma análise de G.I Joe: A Origem de Cobra


Há algum tempo atrás, fiz uma análise de Transformers: Revenge of the Fallen e acabou sendo um dos artigos mais populares do blog.

Quem diria?

E como já me pediram, decidi fazer uma outra análise, desta vez do primo belicista de Transformers: G.I Joe.

Crítica do Amer: King of Fighters 2002 - Unlimited Match


Sejamos muito francos agora, King of Fighters é uma série que não brilha mais como antigamente.

Claro, em 1994 era "UAU, O JOGO QUE ME DEIXA COLOCAR OS PERSONAGENS DE FATAL FURY PRA BRIGAR COM OS DE ART OF FIGHTING" e que até 1998, a série conseguiu se manter bastante nova e divertida.

Mas de 1999 em diante, King of Fighters sofreu uma queda de qualidade desesperadora.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Crítica do Amer: G.I Joe (Arcade)


Se você foi uma criança dos anos 80, provavelmente teve uma infância feliz.

Haviam brinquedos legais nas lojas, uma tonelada de bons filmes nos cinemas e video locadoras e ainda mais desenhos fantabulosos sendo exibidos diariamente em nossas tevês!

E se você fosse menino, você tinha uma obrigação MORAL de ser fã dos G.I Joe!!!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Grandes Pais da História!!!


Pois bem, no segundo Domingo de Agosto é Dia dos Pais. E o que vem a ser um pai?

Pais são como geladeiras, eles tem cerca de dois metros de altura, fazem gelo e a gente coloca coisas dentro deles...

... não, espera... mulheres são como geladeiras, não pais...

domingo, 2 de agosto de 2009

Crítica do Amer: Transformers: Revenge of the Fallen


A essa altura da história, dois terços do planeta já assistiram Transformers: A Vingança dos Derrotados, segundo filme da franquia e nova tragédia da carreira de Michael Bay.

Sim, porque sejamos francos, o filme é um batida de trem de tão ruim. Não tem história, nem desenvolvimento de personagens, o humor é grotesco e descobrimos que o Líder Optimus tem um fetiche por rostos, comprovado pela sua agora icônica fala "Give me your face!"

Mesmo assim, A Vingança dos Derrotados pode ser divertido se ignorararmos todos esses defeitos. Um prazer culpado, como devorar uma torta de chocolate inteira quando se está sozinho em casa.

E como qualquer Ultra Blockbuster que estréia nos cinemas atualmente, ROTF já tinha um game engatilhado com seu nome prestes a sair.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Crítica do Amer: Ghostbusters: The Video Game (Ps2)


Sei que é chover no molhado, mas a era do Ps2 está chegando ao final.

domingo, 26 de julho de 2009