segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Games eróticos do Nintendinho


Aaaah, Nintendo. Boa e querida Nintendo.

Acho que nenhuma outra empresa possui a reputação impecável da casa do Mario. A Nintendo produz games inteligentes, saudáveis e inocentes, dos quais crianças podem desfrutar livremente, sem o risco de serem corrompidas por material impróprio para sua idade.

Afinal de contas, se conglomerados japoneses gigantescos não pensarem nas criancinhas, quem irá fazer isso? Os pais delas? Ora!

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Crítica do Amer: Caça-Fantasmas


Muito bem, falemos de Caça-Fantasmas, o filme mais politicamente divisivo do ano.

Isso soa meio estúpido quando falamos em voz alta, não? Um filme sobre garotas que caçam fantasmas foi uma das coisas mais politicamente divisivas de 2016.

Pois é...

Mas bem, agora que a poeira baixou, me parece um bom momento para escrever minha opinião sobre este longa.

Resumindo, é “meh”.

Apenas “meh”.

Atenção: O artigo a seguir contém spoilers, porque eu sou um misantropo que odeia você, sua família e tudo que ela representa.

domingo, 28 de agosto de 2016

Crítica do Amer: Esquadrão Suicida


Homem de Aço foi tenebroso.

Batman V. Superman foi uma catástrofe de proporções bíblicas.

Assim, é de se imaginar que a DC tenha aprendido com seus erros e Esquadrão Suicida seja o filme que vai colocar seu universo cinemático nos eixos, certo?

Não.

sábado, 23 de julho de 2016

Queen's Blade



Lembra de como você achou que eram Animes que só existiam pra mostrar peitos, e nem se esforçavam pra criar um enredo coerente?

Bom, é porque você ainda não viu Queen's Blade. Os outros dois ainda tentavam criar um contexto onde peitos de fora se faziam necessários. Esse aqui parte da lógica do EU QUERO VÊ AS TETA! QUEDÊ AS TETA? ME DÁ AS TETA! QUERO TETA, TETA, TETA! GRANDE, REDONDA, BICUDA, SEGUINDO O BALANÇO DO MAR, NA MINHA CARA! AGORA!!! BLRLRLRLRLRLRLRLRLRLRLRLRLRLRLRLRLRLRLR!!!

Pois é.

sábado, 16 de julho de 2016

Crítica do Amer: Em Busca dos Anéis Perdidos


Todos começamos em algum lugar, e não importa o quanto desejemos, não há como mudar nossas origens. Elas são parte de nós, e ajudaram a moldar aqueles que somos hoje.