domingo, 29 de novembro de 2009

Mês do Morcego: Capas imbecis da revista do Batman


Eu adoro o Batman, você adora o Batman, todos adoram o Batman!!!

Bom, nem todo mundo, mas que se fodam esses cães ignóbeis que não reconhecem a arte por detrás do Homem Morcego! Cambada de cu largo!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Crítica do Amer: The Ninja Warriors


Sejamos muito francos agora, poucos protagonistas podem ser melhores para um game de ação do que ninjas.

domingo, 22 de novembro de 2009

Mês do Morcego: Os maiores vilões de Gotham!


Eu tenho a inabalável crença de que um herói só é tão bom quanto os vilões que ele enfrenta.

Digo, você consegue citar cinco inimigos do Aquaman de cabeça?

...

E sem checar no Wikipédia?

É, é com você mesmo que eu estou falando, seu checador de Wikipédias trapaceiro!

Crítica do Amer: I Have No Mouth and I Must Scream


Hoje em dia, muita gente adora fazer o discurso de “games são arte” sempre que tem chance.


Eu pessoalmente não acredito que games possam ser considerados arte, pelo menos não ainda. Video games são produtos que dependem muito do aspecto técnico para funcionarem e se este não for bem trabalhado, a arte perde todo o seu sentido.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Crítica do Amer: Borderlands


Tente imaginar a seguinte cena.

Call of Duty 4 entra num bar, deprimido e desgostoso com a vida. Ele acabou de descobrir que Halo 3 o traía com Wolfenstein e seu relacionamento acabou. Nada lhe resta exceto encher a cara e tentar esquecer seu coração partido.

Logo em seguida, Diablo II também entra no bar em uma situação parecida. Seu relacionamento com World of Warcraft foi pro vinagre pois WoW passa a maior parte do tempo com nerds ultra solitários, carentes e pervertidos.

CoD 4 e Diablo II começam a beber juntos, conversam, consolam um ao outro e antes que percebam, estão em um quarto de Motel com uma garrafa de vinho barato, muito tesão e nenhum preservativo.

Nove meses depois... um lindo bebê entra em cena.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Mês do Morcego: Batman (1989) - Segunda Parte


Sem delongas, vamos a parte 2 do artigo!

E deste ponto do filme em diante, Batman e Coringa vão empatar a foda um do outro a cada cinco minutos.

Venham e verão!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Brütal Legend


Eis uma experiência pelo qual todos passamos.


Lá pelos seus quinze anos, você fez sua primeira visita a uma loja de discos com seu melhor amigo (ou primo, ou irmão mais velho). Claro, você já conhecia rock e metal pelos discos que pegava emprestado dele ou que ouvia na MTV, mas entrar numa loja de discos era uma experiência nova pra você.

E não falo de lojas de discos de Shopping Center, limpinhas, com ar condicionado e moças uniformizadas que só escutam Inimigos da HP e que falam errado o nome de metade das bandas que você gosta.

Não senhor, me refiro a aquelas lojas que parecem um porão, cheias de miniaturas de Senhor dos Anéis em uma prateleira atrás do balcão, discos de metal tocando a todo volume e um cara todo tatuado e com higiene questionável para atender a clientela.

Tenho certeza que você se lembrou de um local muito específico agora.

Pois bem, lá está você, com seus quinze anos, grana que ganhou do aniversário e prestes a comprar o primeiro disco que é só seu. Após uma looooonga escolha, finalmente você se decide, leva sua compra para casa e escuta o disco até memorizar absolutamente TODAS as letras de todas as canções contidas nele.

E aí já era, você foi fisgado. Vai passar um bom tempo de sua vida comprando discos das mais variadas bandas, vai passar a usar camisetas de bandas, vai tentar aprender a tocar algum instrumento com variantes graus de sucesso e pode ser que deixe o cabelo crescer e forme sua própria banda.

Pois é.

E por que diabos estou fazendo este discurso nostálgico no review de um game?

Simples, porque Brutal Legend evoca todas as sensações desta época tão saudosa e divertida que foi parte de todas as nossas vidas.

METAAAAAAAAAL!!!


Brutal Legend conta a história de Eddie Riggs, o Roadie supremo.


Para quem não sabe, “Roadies” são os caras que fazem todo o trabalho de bastidores das bandas. Eles carregam instrumentos, arrumam o som para as apresentações, dirigem o ônibus da banda e ficam aos fundos no palco, atentos a cada detalhe e preparados para agir caso a necessidade apareça.

No início da história, Eddie se mostra bastante decepcionado com o atual estado da música, onde moleques idiotas misturam Rap com Metal, fazem um lixo sonoro que dói e não mostram conhecimento tampouco respeito para com as bandas de metal gloriosas do passado.

Uma coisa com o qual todos podemos simpatizar, basta sintonizar na MTV e ver as bandas horrendas que a molecada de hoje curte.

Enfim, durante um show de sua banda, Eddie sofre um acidente e seu sangue cai sobre a fivela de seu cinto. Um monstro cria vida no palco, elimina a banda de emo-metal-rap (algo que traz um sorriso ao rosto) e Eddie é transportado para um mundo onde absolutamente tudo é inspirado na cultura do metal.

Lá ele descobre que é o herói que ajudará a resistência a derrotar o perverso General Lyonwhite e seu mestre, o monstruoso Doviculus. Para esta missão, Eddie conta não apenas com a ajuda dos irmãos Lars e Lita Halford, mas também de Ophelia, o curandeiro Kill Master (ninguém menos que Lemmy Kilmster do Motorhead), os Fire Barons (cujo líder é dublado por Rob Halford, do Judas Priest) e do Guardião do Metal, magistralmente representado pelo Príncipe das Trevas, Ozzy Osbourne.

O mundo de Brutal Legend é uma fantasia de Rock em seus mínimos detalhes. Cada estrutura, território e cenário parecem ter sido extraídos diretamente da capa de um disco de metal das décadas de 1970 e 1980.

Os personagens também são tremendamente carismáticos, Eddie é o típico cara grandão e meio assustador, mas que é muito gente boa e um amigão leal, enquanto Ophelia é a encarnação da garota roqueira por quem todos nos apaixonamos em algum momento da vida. Com sua maquiagem pesada, camiseta preta de banda de metal e jeans surrado, se os produtores queriam criar uma heroína adorável e sexy sem ser gratuita, acertaram na mosca com ela.

Não que faltem decotes ousados e mulheres semi nuas, estamos falando de um mundo onde o Metal é a lei e todas as garotas que sejam parte de tal universo por lei são gostosas e seguras de si o suficiente para exibirem suas curvas.

O enredo de Brutal Legend se mostra simples inicialmente e qualquer jogador razoavelmente experiente pode acreditar que até a metade do game já terá desvendado o desenrolar de toda a história. Pois bem, o roteiro é bem escrito e traz algumas reviravoltas difíceis de prever, mesmo que você já esteja acostumado as eternas surpresas de MGS e ache que nada mais pode te pegar de calças curtas, Brutal Legend tem pelo menos duas cenas que o farão ficar surpreso e estupefato.

Algo cada vez mais raro hoje em dia.


A parte visual é muito boa e possui uma direção de arte diferente da maioria dos jogos atuais. Nada é ultra realista e tanto os personagens quanto cenários possuem uma representação que mescla um estilo de Cartoon com a arte inspirada pela cultura do metal.


Os personagens são bastante expressivos, com traços exagerados, olhos grandes e proporções físicas nem sempre realistas. Algumas pessoas podem torcer o nariz para este estilo visual, mas é uma lufada de ar fresco no gênero de ação, que hoje em dia parece obcecado com a Unreal Engine e sua capacidade de deixar o visual “realista.”

Os cenários são bem construídos e parecem ter saído da capa dupla de um vinil de Heavy Metal. Conforme se atravessa os continentes, as locações mudam drasticamente de planícies para cavernas, depressões sombrias e finalmente um local que parece o coração do planeta, com a cor do sangue por todos os lados.

Como não poderia deixar de ser, o áudio do game é um de seus pontos fortes.

A dublagem é fantástica, pura e simplesmente. Jack Black está simplesmente perfeito como Eddie Riggs e consegue passar ao personagem doses muito equilibradas de “bom mocismo” e agressividade, Eddie é um cara legal, mas não é alguém com quem você queira mexer.

Os astros da música que emprestam suas vozes ao jogo também fazem um trabalho excepcional. Rob Halford interpreta dois personagens (o General Lyonwhite e o líder dos Fire Barons) e faz com que tenham vozes e personalidades muito distintas, Lemmy Kilmster é simplesmente ele mesmo ao dublar o Kill Master e Ozzy Osbourne parece ter tido a maior diversão de sua vida ao interpretar o Guardião do Metal.

Inclusive, tanto Ozzy quanto Jack Black improvisaram um bocado as falas de seus personagens e acrescentaram uma tonelada de palavrões nos diálogos (uau, que surpresa). Isso colocou muita naturalidade a interpretação dos dois e tornou seus personagens ainda mais críveis.

O resto do elenco traz também Tim Curry no papel de Doviculus, o ator veterano torna o vilão incrivelmente odioso e assustador, o que é a marca de um bom tirano do mal. Os demais personagens também são muito bem interpretados, o que demonstra que o elenco de dubladores que não eram astros do Rock não pretendiam ficar atrás de Ozzy e Cia.

E se equiparar a lendas da música não é uma tarefa fácil, vou te dizer.

A trilha sonora é o que se pode esperar de um game com esta temática: METAL! Com direito a Kiss, Motorhead, Black Sabbath, Motley Crue, Judas Priest, Lita Ford, King Diamond, Savatage, Accept, Ratt, Slayer, Athrax e muito mais.

Se você for tão fã de Metal quanto eu, deve estar salivando neste momento.


A jogabilidade de Brutal Legend é uma grande mistura de gêneros e embora não se destaque grandiosamente em nenhum deles, consegue fazer um serviço com qualidade bastante uniforme na maior parte do tempo.


Primeiramente, este é um game de ação. Eddie possui um bom arsenal de combos e ataques especiais com os quais pode enfrentar os inimigos, além de diversos solos de guitarra que podem ser encontrados ao redor do mundo e que servem as mais diversas funções, desde aumentar o poder de combate de seus companheiros até derreter a cara de seus inimigos.

Sim, aqui você pode derreter a cara dos inimigos! Faça melhor, Miyamoto!

O mundo de Brutal Legend é aberto, como o de GTA, Saints Row e diversos outros games do gênero. Se avança na história viajando até certos pontos e conversando com personagens específicos, que então lhe designarão missões.

As missões podem variar desde simples combates em estágios lineares, etapas de corrida onde é preciso proteger o ônibus de turnê do grupo contra atacantes ou batalhas estratégicas em tempo real.

As batalhas estratégicas são o terceiro tipo distinto de jogabilidade presente aqui. Nestes momentos, você guia Eddie através de um campo de batalha e tem que produzir tropas dos mais diferentes tipos de soldados a seu comando (Headbangers, Amazonas, Curandeiros, Etc) e determinar o que devem fazer.

As tropas são criadas usando a energia dos fãs. A energia dos fãs é dispensada no ar através de Geisers e é preciso tocar um solo de guitarra específico perante estas fontes para que os fãs comecem a ser direcionados para seus aliados e possam ser usados.

Grande parte das batalhas consiste de canalizar os fãs para o seu grupo e impedir que os inimigos possam fazer o mesmo. Logicamente, a escolha de tropas adequadas é muito importante, assim como descobrir o objetivo da vitória (destruir uma fortificação inimiga ou simplesmente sobreviver a uma batalha por tempo o suficiente).

Inicialmente demora um pouco pra se pegar o jeito de tais conflitos, mas conforme o jogo avança, fica bem mais fácil gerenciar suas tropas, decidir quais as melhores para cada situação e como controlá-las em batalha.

O mundo do jogo é bastante vasto, mas não é preciso desbravar a pé, logo no início da história, Eddie descola o “Deuce” que será seu leal veículo de transporte por todo o game. É possível comprar vários Upgrades para o carro na “loja” do Guardião do Metal, desde armas como metralhadoras e lança mísseis até blindagens para melhor atropelar as criaturas em seu caminho.

Você também pode comprar novos combos, novos tipos de guitarras e várias outras coisas, mas para isso é preciso ter Fire Tributes, que são a moeda corrente deste mundo e podem ser adquiridos toda vez que se completar uma missão secundária.

Estas missões estão espalhadas pelo mapa e englobam desde emboscadas a forças inimigas, até corridas contra um monstro com péssima dentição e sotaque Irlandês. A história principal de Brutal Legend é um pouco curta (pouco mais de oito horas de jogo), mas completando todas as missões secundárias, o jogo se torna muito mais robusto.


Brutal Legend não é um game perfeito.


A tentativa de Tim Schaeffer (que também criou Psychonauts, você devia jogar) de mesclar diversos tipos de jogabilidade funcionou bem, mas pode ser muito mais refinada no futuro.

Mesmo assim, o puro espírito musical, o bom humor sempre presente, dublagem estelar e a fantástica trilha sonora tornam Brutal Legend mais do que um simples game e fazem dele uma declaração de amor a toda uma cultura que anda de mãos dadas com o mundo dos games.

GO FUCKING CRAZYYYYYYYYY!!!

Cheers!!!

sábado, 7 de novembro de 2009

Mês do Morcego: Batman (1989) - Primeira Parte


E como prometido, hoje darei início ao mês que será totalmente dedicado a um dos mais queridos personagens de todos os tempos: BATMAN!!!

PAN-PAN-PAN-PAN-PAAAAAAAAAAN!!!

É impressionante imaginar que um personagem de quadrinhos consegue fascinar tanta gente há tanto tempo. Já parou pra pensar nisso?

Crítica do Amer: Forza Motorsport 3


Vou confessar algo para vocês: eu nunca aprendi a ler nem escrever!!!

...

Tá bom, isso é mentira. A verdade é que eu sou um tremendo bração para jogos de corrida.