quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Crítica do Amer: Borderlands


Tente imaginar a seguinte cena.

Call of Duty 4 entra num bar, deprimido e desgostoso com a vida. Ele acabou de descobrir que Halo 3 o traía com Wolfenstein e seu relacionamento acabou. Nada lhe resta exceto encher a cara e tentar esquecer seu coração partido.

Logo em seguida, Diablo II também entra no bar em uma situação parecida. Seu relacionamento com World of Warcraft foi pro vinagre pois WoW passa a maior parte do tempo com nerds ultra solitários, carentes e pervertidos.

CoD 4 e Diablo II começam a beber juntos, conversam, consolam um ao outro e antes que percebam, estão em um quarto de Motel com uma garrafa de vinho barato, muito tesão e nenhum preservativo.

Nove meses depois... um lindo bebê entra em cena.

Ele tem a jogabilidade em primeira pessoa do papai e a capacidade de evoluir personagens e lhes dar atributos especiais da mamãe (vou assumir que Diablo II é a mulher da relação porque é possível jogar com personagens femininas nele), mas infelizmente, nenhum dos dois está preparado para ter filhos... eles nem gostam um do outro, foi só o calor do momento e a bebida barata que tornaram os eventos daquela noite possíveis.

Algo que acontece muito mais do que gostamos de acreditar.

Sem muita escolha, o casal entrega o bebê para adoção e resolve nunca mais tocar no assunto. Os dois se afastam e voltam para seus respectivos mundos de tiroteios em primeira pessoa e Grinding e coleta de itens em Quests pré-determinadas.

Quanto ao bebê, ele cresceu forte e saudável e hoje ele tem suas próprias virtudes que podem ser apreciadas por todos.

...

EU ERA AQUELE BEBÊ!!!

...

Não, espera... isso não faz sentido algum.

Borderlands era aquele bebê!

E vamos ver se crescer em um orfanato fez dele um cidadão útil para a sociedade ou se a falta de pais amorosos causou marcas que o tempo não poderá apagar.


A história de Borderlands é simples... na verdade, simples até demais.


Tudo acontece no planeta de Pandora, que não é a Terra mas se parece muito com ela, ou pelo menos com a parte da Terra onde filmaram Mad Max e a Cúpula do Trovão. Aqui existe o mito do “Vault” que é um local que pode garantir grandes riquezas, poderes, tecnologia de ponta ou mulheres a vontade, o céu é o limite.

Logicamente, muitas pessoas procuram tal lugar lendário e o jogador assume o controle de um entre quatro personagens para perseguir este sonho tão cheio de ganância. No caminho, uma mulher de belos olhos azuis aparece em visões para o personagem de nossa escolha e o auxilia na busca pelo Vault, quase como uma versão mais sexy do Mestre dos Magos.

O elenco de Borderlands é composto pelos arquétipos típicos do gênero. Temos Brick, o tanque de guerra que agüenta muito dano, Mordecai, o personagem que funciona melhor como Sniper, Roland, o soldado que parece ser o personagem mais equilibrado e Lilith, a obrigatória gostosa com poderes um pouco complicados de se usar, mas com o qual todos jogamos cedo ou tarde porque ela tem peitos enormes.

Vamos lá caras, vocês todos fazem isso, não finjam que não estou falando com vocês.
Borderlands não tem um enredo digno da Palma de Ouro, nem personagens profundamente desenvolvidos, mas o pouco conteúdo que nos é entregue funciona bem para manter nosso interesse no desenrolar do game.

E como eu digo sempre, ausência de história nunca machucou ninguém. Perguntem para Gears of War.


O visual de Borderlands usa Cel Shading. Pra quem não conhece o termo, Cel Shading é uma tecnologia (por falta de um termo melhor) que faz com que as texturas possuam um visual de acetato pintado a mão, ou falando sem pompa, visual de desenho animado.


Borderlands faz uso bastante criativo do Cel Shading, pois o visual se assemelha muito ao de uma história em quadrinhos, com as “ranhuras” típicas que alguns artistas possuem em seu traço.

Os cenários do mundo não são os mais originais já vistos e em alguns momentos o mundo de Pandora parece uma extensão mais cômica da Capital Wasteland vista em Fallout 3. Claro que ambos os games possuem temáticas bastante diferentes, mas é meio difícil olhar para uma cabana isolada no meio do deserto e não ter a sensação de que já vimos aquilo antes.

O som é eficiente, mas ao mesmo tempo não consegue ser excepcional. Os efeitos de explosões, tiros, ronco dos motores e demais sons do ambiente são bastante convincentes e satisfatórios, mas a dublagem poderia ser melhor.

O motorista que conversa com os personagens na abertura do jogo é bem interpretado, assim como a misteriosa guia de olhos azuis e os robozinhos Clap-Trap que você encontrará ao longo da história.

Os demais personagens não são muito inspirados e chegam a passar apatia e certo desinteresse em suas peripécias, mas na maior parte das vezes eles só conversarão o suficiente com você para lhe passar missões e suas vozes sem expressão ou vontade não serão um problema.

Os heróis do jogo também não falam muito, eles soltam comentários engraçadinhos quando matam um inimigo de forma admirável (um tiro na cabeça por exemplo) ou quando acionam seus poderes especiais. Não há espaço para muito diálogo no mundo de Pandora, se as pessoas se comunicassem mais e atirassem menos, este planeta seria bem menos violento.

Seria um saco também, mas nada é perfeito.


Muitos críticos consideraram Borderlands um FPS+RPG, mas eu pessoalmente acho tal definição um pouco errada.


O jogo é um FPS, mas dos RPG’s possui apenas o sistema de evolução e compras de habilidades. Uma vez que a história não é o ponto forte do título, não é muito correto defini-lo como um RPG.

Mas estou sendo apenas um cara chato e minucioso e isso não vem ao caso. Amer mau! Amer mau!

O progresso em Borderlands acontece de forma diferente da maioria dos games do gênero FPS. Ao invés de prosseguir por um caminho linear matando tudo, você deve procurar pessoas ou terminais e aceitar missões específicas delas, muitas são missões simples como eliminar um grupo de Rakks (a vida selvagem local), enquanto outras o obrigam a invadir o acampamento de bandidos muito bem armados e explodir os geradores do lugar enquanto tenta sobreviver a horda de sujeitos armados que querem arrancar seu couro.

Terminadas as missões, é preciso voltar a pessoa (ou terminal) que o contratou para reportar seu sucesso e receber a recompensa em dinheiro e experiência. Conforme se completa missões, novos trabalhos aparecem e você faz progresso no jogo.

E uma vez que eu falei da experiência, melhor explicar como ela funciona.

Assim que tiver adquirido experiência o bastante, seu personagem evoluirá um Level e ganhará um ponto de atributo que deve ser gasto na compra de habilidades específicas que fortalecerão bastante seu personagem. Brick pode comprar habilidades que aumentem ainda mais sua resistência, enquanto Lilith pode ampliar ainda mais seus poderes sobrenaturais.

Diga-se de passagem, os quatro personagens são extremamente diferentes e englobam os diferentes estilos de jogo que os fãs de FPS costumam usar. Brick é o personagem adequado para malucos que gostam de bancar o Rambo e partem pra cima dos inimigos atirando como se não houvesse amanhã, enquanto Mordecai é mais adequado a aqueles jogadores que relacionam headshots com virilidade e preferem brincar de snipers.

Finalmente, cada um dos personagens possui uma técnica de combate única que dura um tempo determinado e que passa um pano em situações de emergência. Mordecai evoca sua ave de rapina de estimação e a solta contra os inimigos, enquanto Lilith para o tempo e pode causar explosões energéticas em um grande raio de ação.

Tais poderes tornam os quatro protagonistas ainda mais diferentes um do outro e aumentam o valor de replay para jogadores que gostem de dominar todos os aspectos que um game lhes apresente.

É bastante simples navegar pelo mundo de Pandora. O mapa é de fácil compreensão, as trilhas do cenário ajudam muito na sua localização e não é preciso caminhar o tempo todo, pois existem postos que o fornecem com carros gratuitamente.

A direção de tais veículos é um pouco complicada no início, pois é necessário virar a câmera para manobrar o carro corretamente. Após algum tempo se pega o jeito e a coisa facilita bastante, mas nas primeiras vezes é um pouco frustrante.

Finalmente, há muito dinheiro no jogo. Sempre que eliminar inimigos, revirar armários ou completar missões, você receberá uma graninha, que pode ser utilizada na compra de melhores equipamentos e armas.

Na maior parte do tempo, seu dinheiro vai ficar parado, pois as melhores armas e escudos podem ser adquiridos dos inimigos. Você vai vender pilhas e pilhas de tralha inútil que irá pilhar de inimigos mortos e acumulará uma fortuna que só será útil na hora de comprar alguma munição ou quando morrer.

Já que toquei no assunto, toda vez que sua energia se esvair por completo, seu personagem irá ressurgir no último ponto de Save pelo qual você passou. Tal ressurreição não tem penalidades, exceto que uma quantia módica lhe é cobrada cada vez que perder a vida.

Borderlands te dá muitas chances de sobrevivência, não apenas seu personagem possui um medidor de energia como um campo de força que se regenera sozinho. Seu personagem só recebe dano verdadeiro caso seu escudo seja exaurido e mesmo que perca toda energia, há uma chance de salvação caso você consiga matar um inimigo próximo antes de morrer por hemorragia (ou seja, antes do tempo acabar).

É uma mecânica interessante e que salvará sua bunda inúmeras vezes ao longo da aventura.

Caso tenha um amigo que também goste de Borderlands, vocês podem unir forças pela Internet e desbravarem o mundo de Pandora juntos. Se quiser, você também pode sair na porrada com seu amigo e mostrar para ele QUEM É O MESTRE!!!

Exceto claro, se você tiver um X360 e for um dos um milhão de idiotas que tiveram seus consoles banidos da rede na última onda de banimentos.

Todo mundo sabe que jogar piratas na rede é idiot... digo, todo mundo sabe que usar piratas é errado!

Sim, cada vez que você usa jogos piratas, uma fadinha morre!

Pois é, pois é, pois é!


Borderlands é um game bastante interessante.


É um FPS direto e simples que permite a qualquer um razoavelmente familiarizado com o gênero sair jogando sem maiores complicações, ao mesmo tempo que oferece opções de customização suficientes para manter os mais minuciosos jogando por semanas a fio.

Eu recomendo veementemente e um dia jogarei com a Lilith.

...

Sim, pelo motivo que vocês estão pensando.

...

Eu tenho problemas...

Cheers!!!

26 comentários:

João disse...

E pensar que tudo começou com minha pergunta....

Enfim, obrigado Amer, graças ao seu Review eu comprarei esse jogo, junto com mais 7. Vida social é para imbecis.

The Sandman disse...

Second! Agora eu vou ler o review...

The Sandman disse...

Se cada vez que se joga um jogo pirata, uma fadinha morre, eu já passei minha cota de fadas! o/
Só vou jogar jogos originais quando o preço for justo... o Brasil só deveria cobrar preços tão altos com coisas que produz.
Não, não tenho nem dinheiro pra comprar um XBox 360, quanto mais pra ser banida pela M$. '-'

Amer H. disse...

"Banida"?

The Sandman... você é uma garota?

MAH GAWD! MAH GAWD!!! IT'S INHUMAN!!! IT'S PREPOSTEROUS!!!

MaxiM disse...

TAI'NT RIGHT TAIN'T GOOD

calmei calmei...

Amer pelo que eu tinha ficado sabendo eram dois milhões.... será que minha fonte está errada?

Amer H disse...

Da ultima vez que olhei era um milhão, mas esse número pode ter aumentado.

evil monkey disse...

ótimo review amer!

de certa forma eu estou aliviado(aliviado?!)por esse jogo ter tido uma nota menor que brütal legend uma das minhas prováveis aquisições futuras.

eu estava em dúvida entre esses dois.

e eita sandman, eu exijo uma explicação!WTF?!

mas eu acho que ele é ele, eu nunca ouvi falar de uma garota que gostasse de metálica antes.

e há, duplo há!para os banidos!
essa é a vantagem de se ter um ps3(eu AINDA não tenho)é impossível ter um jogo pirata(ou será que não?!)

e amer aproveitando que você está atendendo pedidos ultimamente aí vai: chrono cross!

eu amei chrono trigger e se eu vou chorar por saber que não haverá uma continuação é bom valer a pena!

agora adeus, tenho que ir matar umas fadinhas.

ué!?assassin's creed 2 saiu!

sim, eu sei.é um jogo ruinzinho...

mas eu vou baixa-lo mesmo assim!

#risada Du-maaal#HaaaaHAHAHAHA-HAAAA#fim da risada DU-maaal#

Spore disse...

Brütal Legend é melhor que Borderlands... Brütal Legend é melhor que Borderlands...

Isso irá me atormentar por um tempo.

Scariel disse...

E cada vez que os preços dos jogos originais aumentam, uma fadinha nasce... xD

Godiles disse...

quando o jogo saiu não dei a menor bola...+ dps de ler éssa review ja começo a pensar melhor...

+ se bem que quando li a sua review de fallout 3 dei uma pulo na cadera e ja fui "comprar", me decepcionei bastante com o jogo (mundo aberto é legal...+ exageraram tanto o mundo de fallout que fica bem enjuativo depois que vc começa a ficar sem quests pra fazer, o que aconteçe com frequencia, a falta de monstros pra te destrair enquanto procura quests tambem é bem limitado, assim como o skema de lv)

+ enfim, ja que diablo é uma das minhas séries preferidas de jogos irei jogar borderlands...

ps: comprei a old gamer #2 seus textos ficaram muito legais, e foi uma surpresa te "ver" nela, ja que vc não citou que tambem escrevia pra la.

ps2: é comun vc não atualizar toda semana?? pq tipo eu e meu amigo ficamos esperando o post do fds passado e nada o.o pensamos que vc tinha até morrido no apagão...

Scariel disse...

Opa,esqueci...
Ótimo review Amer.Me fez ficar curioso, sobre o jogo.Infelizmente não é o meu tipo de jogo.
O Cel-Shading(escrevi certo?)parece ser do mesmoestilo do Prince of Perisa mais novo,muito bom!

Paulo_HT disse...

ótimo review, teve até um trecho de novela mexicana no inicio.

evil monkey: minha irmã gosta de metallica, na verdade foi de tanto ela ouvir que eu acabei gostando (show em porto alegre em janeiro! eu vou o/ )
mas isso nao quer dizer nada, eu tambem acho que o Sandman seja homem.

Amer H. disse...

Quanto as atualizações, as vezes elas falham.

Faço o possível pra atualizar o blog regular semanalmente e as vezes por falta de tempo ou puro cansaço, acabo deixando este aqui de lado.

Se eu deixar de atualizar o blog de games em algum momento, podem ter certeza de que na Quarta ou fim de semana seguinte eu atualizo.

Caso eu deixe passar duas datas dessas sem atualizar, aí sim vocês podem se preocupar.

Avalanche(Lance) disse...

bem li o Revew..estranham que falavam um monte desse jogo...masagora ta todo mundo dando uma nota entre 7 ou 8 pra ele.

The Sandman disse...

Puts, agora que eu vi. Sou homem, rapá, pensando o quê?
O que uma letrinha num faz? '-'
Mas obrigado por imitar o J.R, tava com saudade dele. ._.

The Sandman disse...

Also, se eu fosse uma garota, meu nome seria "Sandwoman" ._.

Avalanche(Lance) disse...

"eu nunca ouvi falar de uma garota que gostasse de metálica antes."

Ir no show do metálica ajuda a encontrar elas...

Lezard valeth disse...

eu conheço varias que curtem metalica graças a o bom deus e quanto ao jogo nao faz meu estilo portanto nao gastaria meu dinheiro com ele abraços

Spore disse...

Amer, pretende fazer um top 10 do PS2 algum dia?

Falando em PS2, planeja fazer review de Raidou Kuzunoha 2?

Thyago disse...

engraçado, eu pensei q fosse um jogo no estilo left 4 dead, q eh simplesmente suicídio jogar sozinho.
este review me fez ver q nao eh isto que acontece! vou atrás de boderlands assim que terminar assassin's creed 2, dragon age: origins, army of two, modern warfare 1 e 2, sem falar que temos DARKSIDERS chegando.
...
vai demorar para eu tocar neste jogo XD

e Amer, se vc tem mais de dois neurônios, deve estar tão ansioso quanto eu por darksiders.

evil monkey disse...

eu também estou ansioso por darksiders, parece uma ótima mistura de god of war com devil may cry.

ok, ok, eu ví isso no gametrailers...

não posso me fazer de esperto de vez em quando!?

e Thyago, army of two é bom?

se for bom eu posso considerar para a minha lista de jogos...

evil monkey disse...

ah, e vocês ja votaram no video game Awards desse ano?

quais são seus favoritos?

eu pessoalmente estou torcendo para uncharted 2.

achei a caracterização dos personagens muito boa, sem falar na jogabilidade e nos gráficos(espetaculares!).

já votei, agora é só esperar e torcer...

Thyago disse...

army of two é excelente, mesmo tendo o enredo manjado. ele justifica o titulo q tem, já que é um game FEITO para ser um co-op do começo ao fim. Mesmo assim, vc nao irá passar por muitos apertos se jogar com o seu parceiro sendo a IA, pq ela eh muito bem feita, com ele pegando cobertura sempre e obedecendo de maneira bem feita a estratégia que vc der para ele.

eu mais do que recomendo, comprei para jogar com meu irmão e DAMN, jogaço

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

poxa Amer, me interessei por esse jogo. ainda porque estou jogando o Fallout New Vegas e esse Borderlands lembra um pouco ele.


e jogarei com a Lilith, pelo menos para testar o game. nada ver com a sua deliciosa comissão de frente...

nada a ver mesmo

.....

*ARRAM*

(adoro usar esse seu bordão)

Gabriel // zGABRIELz disse...

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Juninho! disse...

Amer, graças à você eu encontrei na última geração um FPS que presta.

Levando em conta que nunca curti o gênero e sempre coisas como Doom, mesmo que pouco ou o sensacional Quake.

E é estranho, porque eu vi esse jogo pra comprar meio que barato demais e eu fui procurar a respeito, nunca achava uma análise grande coisa e do nada vendo uma postagem sua tinha link do Borderlands pra ler nos relacionados.

Li e achei fantástico, era o FPS que eu queria! Uma coisa muito doida, sem noção, com monstros e personagens legais.

Isso tudo por um preço de banana no PS3, e devido ao preço baixo acabei pegando a versão Game Of The Year que já vinha com todas as 4 DLC's.

Mas sobre a definição do jogo, é RPG com FPS... olha é meio errada como tu disse mesmo se levar em conta o enredo principal, mas com exceção das missões de "colete isso e aquilo" a esmagadora maioria delas tem um sentido, porém, pouco falado à respeito, você chega no cara e ele diz:

"Mate meu irmão em lugar X"

Mas quando tu ve a missão no menu, existe todo um background (mesmo que super simples) então com respeito à essa parte do RPG, não sei se pode ser considerada como tal, mas ao menos faz jus, pelo menos por tabela.

Gastei ums 40 horas pra terminar na campanha principal e umas 30 nos DLC's. Valeu MUITO à pena, talvez a experiência poderia ser melhor com um Xbox 360 por causa do controle mas fazer o que...

Único problema pra mim no jogo é os bugs que ocorrem com os veículos, chega a ser super irritante e pode estragar um possível fator replay.

E eu terminei logo de cara com Lilith, mas eu joguei com ela porque ela é legal, nada de peitos enormes.

Peitos... enormes...