quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Brütal Legend


Eis uma experiência pelo qual todos passamos.


Lá pelos seus quinze anos, você fez sua primeira visita a uma loja de discos com seu melhor amigo (ou primo, ou irmão mais velho). Claro, você já conhecia rock e metal pelos discos que pegava emprestado dele ou que ouvia na MTV, mas entrar numa loja de discos era uma experiência nova pra você.

E não falo de lojas de discos de Shopping Center, limpinhas, com ar condicionado e moças uniformizadas que só escutam Inimigos da HP e que falam errado o nome de metade das bandas que você gosta.

Não senhor, me refiro a aquelas lojas que parecem um porão, cheias de miniaturas de Senhor dos Anéis em uma prateleira atrás do balcão, discos de metal tocando a todo volume e um cara todo tatuado e com higiene questionável para atender a clientela.

Tenho certeza que você se lembrou de um local muito específico agora.

Pois bem, lá está você, com seus quinze anos, grana que ganhou do aniversário e prestes a comprar o primeiro disco que é só seu. Após uma looooonga escolha, finalmente você se decide, leva sua compra para casa e escuta o disco até memorizar absolutamente TODAS as letras de todas as canções contidas nele.

E aí já era, você foi fisgado. Vai passar um bom tempo de sua vida comprando discos das mais variadas bandas, vai passar a usar camisetas de bandas, vai tentar aprender a tocar algum instrumento com variantes graus de sucesso e pode ser que deixe o cabelo crescer e forme sua própria banda.

Pois é.

E por que diabos estou fazendo este discurso nostálgico no review de um game?

Simples, porque Brutal Legend evoca todas as sensações desta época tão saudosa e divertida que foi parte de todas as nossas vidas.

METAAAAAAAAAL!!!


Brutal Legend conta a história de Eddie Riggs, o Roadie supremo.


Para quem não sabe, “Roadies” são os caras que fazem todo o trabalho de bastidores das bandas. Eles carregam instrumentos, arrumam o som para as apresentações, dirigem o ônibus da banda e ficam aos fundos no palco, atentos a cada detalhe e preparados para agir caso a necessidade apareça.

No início da história, Eddie se mostra bastante decepcionado com o atual estado da música, onde moleques idiotas misturam Rap com Metal, fazem um lixo sonoro que dói e não mostram conhecimento tampouco respeito para com as bandas de metal gloriosas do passado.

Uma coisa com o qual todos podemos simpatizar, basta sintonizar na MTV e ver as bandas horrendas que a molecada de hoje curte.

Enfim, durante um show de sua banda, Eddie sofre um acidente e seu sangue cai sobre a fivela de seu cinto. Um monstro cria vida no palco, elimina a banda de emo-metal-rap (algo que traz um sorriso ao rosto) e Eddie é transportado para um mundo onde absolutamente tudo é inspirado na cultura do metal.

Lá ele descobre que é o herói que ajudará a resistência a derrotar o perverso General Lyonwhite e seu mestre, o monstruoso Doviculus. Para esta missão, Eddie conta não apenas com a ajuda dos irmãos Lars e Lita Halford, mas também de Ophelia, o curandeiro Kill Master (ninguém menos que Lemmy Kilmster do Motorhead), os Fire Barons (cujo líder é dublado por Rob Halford, do Judas Priest) e do Guardião do Metal, magistralmente representado pelo Príncipe das Trevas, Ozzy Osbourne.

O mundo de Brutal Legend é uma fantasia de Rock em seus mínimos detalhes. Cada estrutura, território e cenário parecem ter sido extraídos diretamente da capa de um disco de metal das décadas de 1970 e 1980.

Os personagens também são tremendamente carismáticos, Eddie é o típico cara grandão e meio assustador, mas que é muito gente boa e um amigão leal, enquanto Ophelia é a encarnação da garota roqueira por quem todos nos apaixonamos em algum momento da vida. Com sua maquiagem pesada, camiseta preta de banda de metal e jeans surrado, se os produtores queriam criar uma heroína adorável e sexy sem ser gratuita, acertaram na mosca com ela.

Não que faltem decotes ousados e mulheres semi nuas, estamos falando de um mundo onde o Metal é a lei e todas as garotas que sejam parte de tal universo por lei são gostosas e seguras de si o suficiente para exibirem suas curvas.

O enredo de Brutal Legend se mostra simples inicialmente e qualquer jogador razoavelmente experiente pode acreditar que até a metade do game já terá desvendado o desenrolar de toda a história. Pois bem, o roteiro é bem escrito e traz algumas reviravoltas difíceis de prever, mesmo que você já esteja acostumado as eternas surpresas de MGS e ache que nada mais pode te pegar de calças curtas, Brutal Legend tem pelo menos duas cenas que o farão ficar surpreso e estupefato.

Algo cada vez mais raro hoje em dia.


A parte visual é muito boa e possui uma direção de arte diferente da maioria dos jogos atuais. Nada é ultra realista e tanto os personagens quanto cenários possuem uma representação que mescla um estilo de Cartoon com a arte inspirada pela cultura do metal.


Os personagens são bastante expressivos, com traços exagerados, olhos grandes e proporções físicas nem sempre realistas. Algumas pessoas podem torcer o nariz para este estilo visual, mas é uma lufada de ar fresco no gênero de ação, que hoje em dia parece obcecado com a Unreal Engine e sua capacidade de deixar o visual “realista.”

Os cenários são bem construídos e parecem ter saído da capa dupla de um vinil de Heavy Metal. Conforme se atravessa os continentes, as locações mudam drasticamente de planícies para cavernas, depressões sombrias e finalmente um local que parece o coração do planeta, com a cor do sangue por todos os lados.

Como não poderia deixar de ser, o áudio do game é um de seus pontos fortes.

A dublagem é fantástica, pura e simplesmente. Jack Black está simplesmente perfeito como Eddie Riggs e consegue passar ao personagem doses muito equilibradas de “bom mocismo” e agressividade, Eddie é um cara legal, mas não é alguém com quem você queira mexer.

Os astros da música que emprestam suas vozes ao jogo também fazem um trabalho excepcional. Rob Halford interpreta dois personagens (o General Lyonwhite e o líder dos Fire Barons) e faz com que tenham vozes e personalidades muito distintas, Lemmy Kilmster é simplesmente ele mesmo ao dublar o Kill Master e Ozzy Osbourne parece ter tido a maior diversão de sua vida ao interpretar o Guardião do Metal.

Inclusive, tanto Ozzy quanto Jack Black improvisaram um bocado as falas de seus personagens e acrescentaram uma tonelada de palavrões nos diálogos (uau, que surpresa). Isso colocou muita naturalidade a interpretação dos dois e tornou seus personagens ainda mais críveis.

O resto do elenco traz também Tim Curry no papel de Doviculus, o ator veterano torna o vilão incrivelmente odioso e assustador, o que é a marca de um bom tirano do mal. Os demais personagens também são muito bem interpretados, o que demonstra que o elenco de dubladores que não eram astros do Rock não pretendiam ficar atrás de Ozzy e Cia.

E se equiparar a lendas da música não é uma tarefa fácil, vou te dizer.

A trilha sonora é o que se pode esperar de um game com esta temática: METAL! Com direito a Kiss, Motorhead, Black Sabbath, Motley Crue, Judas Priest, Lita Ford, King Diamond, Savatage, Accept, Ratt, Slayer, Athrax e muito mais.

Se você for tão fã de Metal quanto eu, deve estar salivando neste momento.


A jogabilidade de Brutal Legend é uma grande mistura de gêneros e embora não se destaque grandiosamente em nenhum deles, consegue fazer um serviço com qualidade bastante uniforme na maior parte do tempo.


Primeiramente, este é um game de ação. Eddie possui um bom arsenal de combos e ataques especiais com os quais pode enfrentar os inimigos, além de diversos solos de guitarra que podem ser encontrados ao redor do mundo e que servem as mais diversas funções, desde aumentar o poder de combate de seus companheiros até derreter a cara de seus inimigos.

Sim, aqui você pode derreter a cara dos inimigos! Faça melhor, Miyamoto!

O mundo de Brutal Legend é aberto, como o de GTA, Saints Row e diversos outros games do gênero. Se avança na história viajando até certos pontos e conversando com personagens específicos, que então lhe designarão missões.

As missões podem variar desde simples combates em estágios lineares, etapas de corrida onde é preciso proteger o ônibus de turnê do grupo contra atacantes ou batalhas estratégicas em tempo real.

As batalhas estratégicas são o terceiro tipo distinto de jogabilidade presente aqui. Nestes momentos, você guia Eddie através de um campo de batalha e tem que produzir tropas dos mais diferentes tipos de soldados a seu comando (Headbangers, Amazonas, Curandeiros, Etc) e determinar o que devem fazer.

As tropas são criadas usando a energia dos fãs. A energia dos fãs é dispensada no ar através de Geisers e é preciso tocar um solo de guitarra específico perante estas fontes para que os fãs comecem a ser direcionados para seus aliados e possam ser usados.

Grande parte das batalhas consiste de canalizar os fãs para o seu grupo e impedir que os inimigos possam fazer o mesmo. Logicamente, a escolha de tropas adequadas é muito importante, assim como descobrir o objetivo da vitória (destruir uma fortificação inimiga ou simplesmente sobreviver a uma batalha por tempo o suficiente).

Inicialmente demora um pouco pra se pegar o jeito de tais conflitos, mas conforme o jogo avança, fica bem mais fácil gerenciar suas tropas, decidir quais as melhores para cada situação e como controlá-las em batalha.

O mundo do jogo é bastante vasto, mas não é preciso desbravar a pé, logo no início da história, Eddie descola o “Deuce” que será seu leal veículo de transporte por todo o game. É possível comprar vários Upgrades para o carro na “loja” do Guardião do Metal, desde armas como metralhadoras e lança mísseis até blindagens para melhor atropelar as criaturas em seu caminho.

Você também pode comprar novos combos, novos tipos de guitarras e várias outras coisas, mas para isso é preciso ter Fire Tributes, que são a moeda corrente deste mundo e podem ser adquiridos toda vez que se completar uma missão secundária.

Estas missões estão espalhadas pelo mapa e englobam desde emboscadas a forças inimigas, até corridas contra um monstro com péssima dentição e sotaque Irlandês. A história principal de Brutal Legend é um pouco curta (pouco mais de oito horas de jogo), mas completando todas as missões secundárias, o jogo se torna muito mais robusto.


Brutal Legend não é um game perfeito.


A tentativa de Tim Schaeffer (que também criou Psychonauts, você devia jogar) de mesclar diversos tipos de jogabilidade funcionou bem, mas pode ser muito mais refinada no futuro.

Mesmo assim, o puro espírito musical, o bom humor sempre presente, dublagem estelar e a fantástica trilha sonora tornam Brutal Legend mais do que um simples game e fazem dele uma declaração de amor a toda uma cultura que anda de mãos dadas com o mundo dos games.

GO FUCKING CRAZYYYYYYYYY!!!

Cheers!!!

32 comentários:

Scariel disse...

Ótimo review,Amer!
Desculpa incomodar mas...
As fasesde estratégia,envolvem são mto dificiéis pra quem não ta acustumado?
Pq uma vez fui tentar zerar o SaGa Frontier 2, e nunca consegui justamente por causa das malditas fases de estratégias que tinham.
Sem,parece um jogo divertido,mais um pra minha lista xD

Amer H disse...

Não, são tranquilas. No começo dão trabalho, mas é fácil pegar o jeito.

De fato, não são batalhas estratégicas estilo RPG. A terceira foto do review representa uma delas.

Avalanche(Lance) disse...

Achei que a nota ia ser maior, é um dpos jogos que ue maois quero ver.

Scariel disse...

Assim,sim.Tava com um certo receio dessa mistura de gêneros tirar um pouco da diversão,mais parece que a mistura funciona.Ok,mais um pra lista.
E obrigado por esclarecer a dúvida. xD

Lezard valeth disse...

Esse jogo é um que ta na minha lista depois que eu comprar meu Ps3 (nao tenho aminima ideia quando) Otimo jogo Amer

evil monkey disse...

eu não sou um grande fã de heavy metal, mas sem dúvida é um estilo musical que eu poderia ouvir por horas sem enjoar.

mas eu estava muito ansioso por esse jogo, e tão logo eu compre um ps3 eu vou compra-lo.

primeiro, porque eu sou um grande fã de rock.

segundo, porque eu sou um grande fã de Jack black e sua banda tenacious d.

terceiro, porque eu adoro jogos de estratégia em tempo real

quarto, pois eu adoro os jogos do Tim Schaeffer, desde quando eu joguei grim fandango pela primeira vez.

e por falar nele porque você não faz um review de grim fandango.

mas vê se dá uma nota alta, esse é um dos jogos da minha infância.

Amer H disse...

Não jogo nada online, não gosto de jogar online.

Nada mais frustrante que jogar em rede com um monte de moleques que passam muito mais tempo com aquilo do que você e que te massacram assim que você entra no campo de jogo.

Quanto a Grim Fandango, tenho ele aqui. Só preciso criar vergonha na cara e jogar até o fim.

Thyago disse...

o q me afastou inicialmente deste jogo quando ia comprá-lo foi as partes de "RTS".

tipo, eu DETESTO este tipo de game em consoles. eu simplesmente me mantive o mais afastado possivel de jogos como o tom clancy's endwar e o halo wars. além disso, eu via muito mimimi dos reviews espalhados por aih sobre justamente estas partes.

daih, qdo fui comprar um game semana passada, fiquei entre ele e o way of the samurai 3. Comprei o Way of the samurai 3 e devo dizer que estou gostando do game, me surpreendendo até, jah q ele é uma verdadeira lição de como deve ser feito um game não-linear e que cada ação sua influencia na historia (nada de NPC's imortais ou ter o perdao da população por ter matado todas as crianças da cidade bastando escolher a expressão de peido, como acontece em Fable 2).

Agora, eu leio este review e vejo a cagada que eu fiz. Eu devia ter escolhido Bruthal Legend. Puta merda, é fucking Tim Schaffer, criador de Grim Fadango, Monkey Island, Full Throttle... Mas tudo bem, assim que eu puder eu pego ele e daí vejo se Tim Schaffer consegue me agradar até num gênero que repudio jogar num console.

Ah sim, eu TENHO Psychonauts e devo dizer que é um excelente jogo! Nunca entendi pq ele foi tão pouco jogado, é um verdadeiro banho de originalidade tanto em roteiro quanto em desing

Thyago disse...

ótimo, agora eu estou na dúvida entre modern warfare 1 e 2, e o bruthal legend...

fuck XD

UnderHell86 disse...

FUCK, depois de ler esse review, vou ter que comprar um 360!

Brütal parece legal pra caramba, valeu pelo review, Amer o/

Marcelo Maciel disse...

Se eu não tivesse certeza de que esse review viria em breve, teria pedido pra tu fazer...

Eu acho que a parte artística do game é incontestavelmente ótima, merece nota dez, mas não fui tão tolerante quanto a jogabilidade, achei ela irritante em vários pontos do jogo...

E só uma correção minúscula, Amer, o Rob Ralford dubla o Lionwhite e ele mesmo como lider dos motoqueiros lá, só não parece com ele agora, mas é ele nos anos 80... não sei se tu disse isso e eu que não entendi, mas enfim...

Lemmy e Ozzy estão magníficos, por favor... quando o guardian of metal começa a perder a paciencia com as nossas visitas ao seu templo é hilário demais!

Acho que nesse jogo a única coisa que faltou mesmo foi uma jogabilidade mais refinada, mas é totalmente perdoável...

Marcelo Maciel disse...

E eu também não jogo na Live pelos mesmos motivos que o Amer...

Thyago disse...

eu jogo na live somente games de luta e games q pedem um co-op obrigatório, como army of two (q dah uma SURRA em resident evil 5 em questao de co-op)

Zé Abrão disse...

CARA, ESSE JOGO É SENSACIONAL!

eu devorei esse jogo!
pô Amer, 8.5? Não vou exagerar, uns 9 tava bom, mas 9 é melhor que 8.5.
Esse jogo me surpreeendeu muito, feito Bioshock, sei lá, não sou de acreditar em hype, por isso acabo jogando meio sem botar muita fé e adoro quando sou surpeendido assim.

e quanto a parte nostálgica da loja de cd, isso aconteceu comigo aos 12 anos, imagina como foi uma coisa marcanta e impressionante.

ótimo review Amer!

Spore disse...

Ah, mais uma pergunta, esse jogo tem multiplayer? E se tiver, é co-op, ou só versus?

Felipe disse...

Muito bom!!! O que me conquistou no jogo foi a nostalgia dos meus anos de metal.. nem me incomodei com a chatice de repetir várias missões por fire tributes.
A luta com Doviculus foi foda, rolou uma lágrima quando entrou a bateria da música tema...

Tia Love.is.a.tragedY disse...

Amer H,

É impressão minha ou esqueceu de mencionar uma notícia "master of obvious" ...que o nome Eddie Riggs é uma junção da caveirinha Eddie do Iron Maiden, com o seu criador, Riggs? Rs!

Tá, esse jogo visualmente me agrada muito...eu já estou farta de gráficos realistas em HD... quando surge alguma coisa assim, me faz lembrar que a criatividade cartunesca ainda existe no mundo dos games...rs!

Mais um pra minha lista de games!

Amer H. disse...

É, de fato esqueci.

Mas acredito que todo mundo sacou a referência, então tudo acaba bem.

Godiles disse...

"...Sim, aqui você pode derreter a cara dos inimigos! Faça melhor, Miyamoto!..."


UAHAHAHHA

eu ri alto =P


ei man...ja que vc fez uma review de persona 4 e deu 10 (ou 9 sei la..n lembro) tu poderia voltar pras "origens" do jogo e fazer a do Persona (1) de ps1...=D

ChuckNoia disse...

GAWD damn it eu to loco por esse jogo, infelizmente ainda nao comprei pq a alfandega ta mais rigida com pacotes que vem por AirBuble, mas em breve eu comprarei...

e jogarei ate decorar as letras das musicas e cada milimetro do mapa...

enquanto a alfandega nao fica mais facil de burlar, continuo com o demo e me divertindo com ele

BTW ja que Persona 1 foi citado, pq nao faz um Review do remake pra PSP que saiu esse ano?
joguei um pouco e gostei (apesar nao ser muito o genero de RPG que eu goste)

João disse...

alguem ai já jogou Borderlands?

é bom?

Felipe disse...

Boderlands é muito foda. Estou jogando direto, e repetindo várias fases com estratégias diferentes, espero que não seja um jogo curto.

Thyago disse...

pegarei boderlands assim q resolver como fica a internet da minha casa aqui XD
(saí da casa dos meus pais este ano, tem coisas q levam um tempo pra gente ajustar)

agora q eu tava pensando aqui... bem q vc podia fazer um mês especial pro tim schaffer né amer? eu mesmo estou pensando em começar um artigo sobre o cara no meu blog. ou pelo menos fazer o review de psichonauts

Spore disse...

Falando em sugestão de reviews, que tal um de Borderlands, já que estamos falando do jogo?

João disse...

WWWWOOOOOOWWWW

Borderlands, minha ideia

Já posso morrer em paz.

Mas antes preciso de um filho? Candidatas?

Thyago disse...

Amer, discordo de vc em cada parte,

primeiro que é muita falta de respeito com o emocore e o rock progressivo este jogo, que auto-intitula o metal como o maior genero musical, excluindo o punk, o pagode e o axé!

segundo que este jogo é completamente desproporcional. para mim, isto mostra o quanto os designers do jogo foram relaxados e o fizeram de qualquer jeito.

só concordo com o modo que as mulheres foram mostradas, afinal, elas tem o direito de se vestirem e darem para o estranho que preferir, vc q eh um machista e tenta diminuir elas.




e aí amer, quem sou eu? 8D

RCS disse...

Amer, curti pacas seus reviews de jogos estilo beat'em ups do início da década de 90 e gostaria de ver uma segunda parte, só que desta vez de dedicada aos beat'em ups mais 'obscuros' e nem tão famosos. Tem vários que me vêem a mente (Rushing Beat - aka Rival Turf (Super Famicom/SNES), D.D. Crew (arcade), Guardians Of The 'Hood (arcade))... Para mim este estilo é mais imortal que o Highlander!!

Scariel disse...

Não chama,por favor, se não daqui a poko ele aparece aki tbm...xD

The Sandman disse...

É, e faltou Rock 'n' Roll Racing nos seus reviews tamém! D:

Scariel disse...

Sandman
Se eu não me engano o Amer, ja pois esse na lista de futuros reviews.

João disse...

Ozzy Osbourne como o Guardião do Metal? Eu tenho que comprar esse jogo!!! Sou bem fã de Heavy Metal, então esse é o jogo perfeito pra mim

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

comprei o game essa tarde e ansioso para ver o vocalista do Motorhead e o Ozzy.

aposto que vai ser hilário e cheio de palavras obscenas.

e vou me divertir mais que o Lords of Shadow...que é um porre gigantesco de tão tedioso.