sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Mês das Bruxas: Splatterhouse Parte 2


Muito bem crianças, hoje falarei do segundo game da série Splatterhouse, aquele que eu acredito que a maioria das pessoas que conhece esta série jogou.

Splatterhouse 2 saiu pra Mega Drive em 1992 e segue exatamente a mesma fórmula do jogo anterior: Avance, massacre e salve Jennifer.

Sim, Jennifer! Ela está viva! Rick não conseguiu resgata-la no primeiro jogo e resolve colocar a Máscara do Terror mais uma vez para estropiar hordas de zumbis, monstros e coisas horríveis na tentativa de salvar sua única chance de conseguir sexo grátis.

Uma coisa que fica clara logo no começo deste jogo é:



Ele é mais violento que a Parte 1.



BEM mais violento.



De fato, embora as maneiras de matar os inimigos sejam quase que exatamente as mesmas (como espatifa-los na parede, demonstrado acima) as animações são muito mais grotescas e a violência muito mais gráfica.

A jogabilidade não mudou porra nenhuma, mas verdade seja dita, este game tem um gráfico bastante impressionante pra um jogo de Mega Drive.

A parte 2 é bem menos difícil que a parte 1. Não que seja um jogo fácil, muito pelo contrário, as três últimas fases são o suficiente pra tornar um homem estéril, mas no geral é um game muito menos desesperador do que o primeiro.

Na verdade, é muito mais questão de decorar onde e como os inimigos vão aparecer e memorizar os padrões de ataques dos chefes que Splatterhouse 2 fica mel na chupeta.

Quando eu era jovem, há muuuuuuuuuitas luas atrás, joguei tanto isso aqui que conseguia chegar na sétima fase de olhos vendados... mas hoje... perdi esta habilidade... e ganhei muito peso... ai de mim...



Os chefes continuam bastante únicos, indo desde um rosto enorme na parede cujos olhos explodem quando vencemos a luta...



... até fetos enforcados e sem pele que podem (DEVEM) ser fatiados com uma serra elétrica...

Groovy!!!

Um fato interessante sobre Splatterhouse 2 é que ele foi um dos poucos, quiçá único jogo a receber um aviso de "Inapropriado para menores de 18 anos" na capa antes de surgir o Videogame Rating Council, órgão que passou a botar uma faixa etária nos games.

E que ironicamente definiria Splatterhouse 3 como "Inapropriado para menores de 13 anos".

Pois é.

Aliás, a capa americana de Splatterhouse 2 é uma merda:



Essa cena não parece nada com o jogo.

De fato, pra mim parece que Casey Jones e Alien tavam conversando, beberam demais e o Alien chamou a April de vadia... ou gostosa, ou sei lá. O que importa é que o Casey Jones ficou puto e resolveu lhe fraturar as duas mandíbulas, enquanto um polvo mutante que estava na região por acaso está tentando impedir este ato de violência e quer que os dois façam as pazes.

Eu sei, tenho muita imaginação.



E aliás, a máscara de Rick foi novamente mudada quando o jogo foi pra América, dessa vez para uma caveira.

Não que faça diferença no produto final, mas uma máscara de hockey é sempre mais legal que uma caveira.

Aliás, encontrei um comercial japonês de Splatterhouse 1! A resolução é péssima, mas dá pra ver que os japoneses não tem a menor noção de ridículo quando fazem comercial de games.

Clique aqui pra assistir.

E as imagens deste post vieram novamente do site West Mansion. Deus os abençoe por não me processarem... por enquanto...

Clique aqui pra chegar lá... de novo.

E por hoje é só. Depois volto com mais.

Cheers!!!

Um comentário:

Felipe disse...

Propaganda tosca, tem que por uma menininha envolvida com o tema terror se bem que pela história do game fica meio pedófilo, mesmo para os padrões japoneses.

Ainda faltam 2 dias inteiros atualize mais uma vez pelo menos.