segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Mês das Bruxas: Splatterhouse Parte 3


Eu imagino o que você deve estar pensando: "Puxa vida, mais Splatterhouse! Esse cara tá ficando muito preguiçoso!"

Não está muito longe da verdade querido leitor, o fato é que hoje eu pretendia falar de outra coisa, mas tou cansado demais para isso e como eu pretendia escrever sobre a série Splatterhouse inteira esse mês, por que não fazê-lo agora?

Então vamos lá, Splatterhouse 3, o que o torna melhor que os anteriores?



Se a imagem de Rick dando um uppercut como o de Cody não for razão o bastante, continue lendo.


A terceira parte da série foi lançada em 1993, novamente como uma exclusividade do Mega Drive.

Caso seja muito jovem para lembrar, neste ano tivemos o lançamento de Streets of Rage 2 e Final Fight 2, clássicos dos beat'em ups que fizeram a alegria de muita gente e que resistiram bem ao teste do tempo permanecendo como dois dos mais divertidos jogos de todos os tempos.

Aliás, Teenage Mutant Ninja Turtles 4 - Turtles in Time havia sido lançado um ano antes.

A Namco, que na época fazia algo mais além de lançar novas versões de Tekken e acabar com o pouco de dignidade que restava as personagens femininas de Soul Calibur, resolveu converter a série de seu Jason cover em um beat'em up puro sangue, para pegar embalo no sucesso dos games citados acima.

E foi uma de suas melhores decisões, pois Splatterhouse 3 é um dos melhores games do gênero.

O jogo novamente narra as aventuras de Rick, que usa os poderes da Máscara para poder salvar sua família, Jennifer e o filho David.

Sim, ele casou com Jennifer e eles tiveram um filho... ou será que foi o contrário? Bom, não importa agora, o fato é que Rick tá muito puto e resolveu bancar o Haggar!


Falando nisso, o jogo compensa a falta de modo 2 Player e o fato de só haver um personagem jogável, adicionando coisas inéditas ao gênero até então.

Por exemplo, power ups que quando coletados e usados, deixam Rick ainda mais bombado e puto, além de lhe dar um penteadozinho rastafari massa.


Não apenas isso, cada fase é um labirinto e é preciso seguir um mapa pela fase para se chegar até o chefe. Há um tempo limite em cada estágio e se você ficar flauteando, encontrará Jennifer ou David mortos ao fim da fase, o que mudará o final do jogo.


Sim, Splatterhouse 3 tem quatro finais! Hooray!!!

E o jogo foi criado pra servir como fim da trilogia, o que fica claro por algumas coisas como o chefe da segunda fase...


... o Giant Boreworm, que aparentemente parece ser o responsável pela criação de todos os vermes assassinos que Rick teve de chutar desde o primeiro jogo.


Quando apanha muito, a cabeça dele cai e uma centena de vermes menores aparecem no lugar... como diria o Tião Macalé, ele é NOJENTO!!!


E Splatterhouse 3 deve ser o único jogo do mundo que lhe dá a chance de espancar um fofo ursinho de pelúcia... que acaba virando um bicho lazarento dos quintos dos infernos em seguida.

Se você tem o hábito de espancar os bichinhos de pelúcia da sua irmã... bom, pare com isso antes que tenha uma surpresa.

E por fim conhecemos o responsável por todas as desgraças que rolaram nas vidas de Rick e Jennifer:


THE EVIL ONE!!!!!!!!

Sério, ele parece bem mais impressionante no jogo, embora caia no chão e quebre quando derrotado, o que me faz imaginar se o Capeta (Exu, Satã, Esbórnia, Preula Viva) é feito de fibra de vidro.

Mas o melhor desse jogo é sua virada dramática no fim.


O espírito da Máscara se apossa do corpo destruido do Evil One e enfrenta Rick... A MÁSCARA O ESTAVA USANDO DESDE O PRIMEIRO JOGO PARA MATAR O EVIL ONE E DOMINAR O UNIVERSO EM SEU LUGAR!!! OH, A IRONIA...

Enfim, o que me deixa mais curioso é que mesmo quando a alma da máscara sai da máscara, Rick continua com a máscara e com os poderes da máscara e enfia a porrada na máscara.

E não consigo parar de falar máscara...

Máscara, máscara.

Aliás, a máscara (viu? Não consigo parar) tem consciência própria nesta versão e durante as fases, conversa com Rick para lhe explicar o que fazer. Isso acontece em imagens digitalizadas que são simplesmente fantásticas, muito bem feitas e tremendamente assustadoras, que dão o tom certo do jogo.



Sério, eu queria uma máscara (socorro!!!) dessas!!!!

Splatterhouse 3 é um dos melhores jogos do tipo e eu recomendo a qualquer um que curta enfiar porradas em seres digitais. Definitivamente não há o que não gostar nesse jogo.

Antes de acabar, as imagens vieram... sim, você adivinhou, de West Mansion (clique aqui, como nos dois posts anteriores, aaaack).

E também vieram de Hardcore Gaming 101, que você pode acessar clicando bem aqui.

E agradeço a ambos os sites por não terem me processado... ainda...

E amanhã tem mais, não mude de canal!

Cheers!!!

4 comentários:

mauricio disse...

Dahora!

alvitaca disse...

Esse jogo realmente é muito bom, só q o 1 e o 2 não tem condições, são muito difíceis.

Felipe disse...

E que siga o Halloween

Fabrício D.R. disse...

esse jogo vai ficar marcado na minha pra sempre, lembrar de splattherhouse faz eu lembrar também dos dois joystick que eu exterminei no chão(o unico jogo que fez eu cometer o mesmo erro seguido), da televisão que eu batia(como se foose culpa dela minha incompetencia), lembro também que eu chegava a suar em tempo frio jogando de tanto que esse jogo era dificil, e eu ficava indignado que tinha zerado resident evil e não esse jogo.
so o blog do amer pra fazer eu rir desse jogo