quarta-feira, 10 de junho de 2015

Crítica do Amer: Dragon Age Inquisition


Dragon Age foi a tentativa da Bioware de repetir na fantasia medieval aquilo que já haviam conseguido com a ficção científica, ou seja, criar um mundo vasto, com uma mitologia rica e personagens carismáticos que se tornariam nossos companheiros enquanto mergulhávamos em um mundo de aventura.

E por um tempo deu certo. Dragon Age Origins causou ereções e clitóris inchados por onde passou. Como se fosse uma colegial japonesa safada besuntada em KY e pronta para atender as necessidades perversas de cada um de nós.

Da mesma forma, Dragon Age II causou muita decepção, como se a colegial japonesa subitamente levantasse a saia e mostrasse um pênis de 22cm, pronto para entrar em lugares onde nada deveria entrar.

Devo dizer que gostei muito do segundo game da série. Se aprendi algo sendo fã da Poison, é que certas surpresas podem salvar uma noite chata.

Dragon Age Inquisition é o primeiro game da Bioware para a nova geração de consoles... Oh desculpem, para a ATUAL geração de consoles. Ainda não me acostumei a dizer que o PS4 e o XONE são a atual geração... Talvez porque metade de seus lançamentos sejam versões remasterizadas de games do Xbox 360 e Ps3 e por isso eu ainda tenha a impressão de que não saímos de 2011.

Oh, indústria de games. Que bela bosta você está se tornando.

Então, Dragon Age Inquisition tinha a tarefa ingrata de compensar os fãs pelo game anterior, ser fiel a mitologia estabelecida na franquia até agora, e ser casual o suficiente para vender algumas cópias aos mutantes que só jogam Call of Duty ou Candy Crush.

Bom? Conseguiu?

Digamos que Dragon Age Inquisition tem sucesso em diversos aspectos, mas fracassa miseravelmente em outros.

Agora você pode criar sua própria Daenerys!!! E de quebra dar a ela
uma história mais digna do que a HBO tem feito.

Após anos de guerra, magos e templários decidiram realizar uma conferência de paz, para encontrarem pontos e comum e colocar um fim a chacina que começava a pesar para todos. Quando ambos os lados concordaram que Starless: Nymphomaniacs Paradise era o melhor game que já tinham jogado, e estavam dispostos a encerrar a guerra apenas pela chance de trocar dicas de como se chegar em todos os finais... BUM, uma enorme explosão destruiu o templo e matou todo mundo.

Digo, todo mundo exceto VOCÊ!!!

Digo, não você, mas o herói que você construiu.

Logicamente, seu personagem torna-se o suspeito principal da tragédia, mas é rapidamente inocentado deste fato, pois a explosão também abriu fendas no espaço e no tempo, por onde demônios, espíritos e Geisy Arrudas estão passando, e o protagonista é o único capaz de fechá-las. Logo, o herói é visto como o “Arauto de Andraste” (uma das maiores divindades do mundo de DA) e é apontado para ser o líder da Inquisição.

Porque não há nada errado em apontar como líder de um exército religioso a pessoa que estava sendo acusada de assassinato em massa, meras dez horas atrás.

Eventualmente, o herói e seus amigos descobrem quem foi o responsável pela explosão (spoilers: Foi o vilão da história) e partem em uma missão sagrada, onde puxar o saco de almofadinhas da nobreza e coletar flores raras, de alguma forma se mostrarão essenciais para derrotar aquilo que é praticamente a versão de Lúcifer deste mundo.

Se narrativa é seu mela calcinha, prepare-se para trocar a roupa de baixo muitas vezes. Dragon Age Inquisition conta uma história clássica sobre um grupo de guerreiros do bem que precisam destruir um grande mal. Mas os passos que eles precisam seguir para chegar até seu objetivo revelam muito sobre a cultura, a política e religião do mundo de Thedas. E os personagens ao seu redor reagem de forma diferente a cada informação nova. Elfos comentam sobre seus deuses, Qunari explicarão aspectos de sua cultura e humanos não darão a mínima para nem um nem outro... Porque humanos são babacas.

Graças a isso, cada pedacinho de informação que é nos dado, soa como algo que já foi estabelecido há gerações. O que torna o mundo de Thedas muito mais sólido e interessante de ser descoberto.

E por falar em personagens, Dragon Age Inquisition tem um dos maiores (quiçá o MAIOR) elenco de todos os games que a Bioware já produziu até agora. Tenho certeza que algum jogador de Baldur’s Gate vai tornar seu objetivo de vida provar que estou errado, mas ele que vá pro diabo junto de seus filhos.

Todos os membros de seu grupo são bem escritos e cheios de nuances, e um dos maiores prazeres do game é conversar com eles e ver como o arco de cada um se desenvolve ao longo da história. Por exemplo, temos Cassandra, a rígida cavaleira com uma devoção inabalável a sua fé... Mas que também tem uma paixão secreta por romances eróticos de quinta categoria. Do outro lado do espectro, temos Sera, a elfa louquinha, que vez ou outra é capaz de um rompante de violência sem controle, mas que também possui um lado mais doce e inseguro.

E isso não é uma exclusividade dos membros ativos de seu grupo, já que personagens como Josephine e Cullen, que nunca saem da base, também são incríveis, cada um a seu modo. E mesmo personagens terciários como Harding e Krem são fascinantes e conversas com eles podem mantê-lo entretido por longos períodos de tempo.

Infelizmente, a maior benção do game acaba sendo também uma maldição. Cada personagem possui TANTA HISTÓRIA, que é capaz do jogador não ter paciência de acompanhar a jornada pessoal de cada um deles. Eu mesmo, só me interessei por Sera, Cassandra, Vivianne e Iron Bull. E de vez em quando eu me lembrava de papear com os demais membros do grupo e ver como estavam passando. Se algum deles precisasse de um transplante de rim, ia se lascar, porque eu não descobriria até ser tarde demais.

E os romances... Ah, os romances. Digamos que Dragon Age Inquisition tem os melhores romances e a representação de sexo mais madura já mostrada em um game.

Papo sério.

E tem opções pra todo mundo. Garotas sérias, rapazes responsáveis, ursões deprimidos, meninas com sérias instabilidades emocionais, saradões com meio quilômetro de pinto que quebram tudo seu na cama, mas que são um doce fora dela... Seja lá o que você procura sexualmente, pode ter certeza que encontrará aqui.

Eu queria que os romances da vida real fossem descomplicados como em Dragon Age Inquisition. Mas não, eles sempre terminam em candidíase ou com seu coelho fervido em uma panela.

"Muito bem, o cara do China in Box vai passar por esta trilha.
Quero todos de olho nela"

Os gráficos... Oh, os gráficos. Eles não são ruins, mas... Oh... A dilatação.

Ok, os gráficos não são ruins, mas estão bem abaixo do que poderiam ser. Os modelos dos personagens são bem construídos, de fato, um jogador com paciência e talento pode criar protagonistas excelentes com as ferramentas de criação do game (como a Daenerys Targarien mostrada logo acima prova), o problema maior são as texturas aqui encontradas.

Por exemplo, a pele dos personagens. Ora parece natural, com poros e tudo mais, ora mais parece feita de plástico, refletindo a luz de maneiras que pele não é capaz de fazer. O mesmo acontece com tecidos e metais, que não se parecem e as vezes não se comportam como deveriam.

Mas a pior parte são os cabelos, qe parecem todos ser feitos de LEGO. Sabem? Como você pode simplesmente *POP* e remover o cabelo de um boneco de LEGO? Bom, aqui parece ser possível fazer isso com todo mundo que tenha folículos capilares na cabeça.

E os bigodes... Jesus Cristo de Monociclo... Os bigodes são uma das maiores atrocidades já cometidas em um game. Todos parecem graxa de sapato espalhada meticulosamente pela cara de seus donos, na pobre tentativa de tentar imitar o bigodão do Groucho Marx. As barbas não são muito melhores, pois parecem camadas de papel camurça coladas umas sobre as outras. Provavelmente com graxa de sapato.

Luz e sombra agem de maneiras estranhas e efeitos de água não são exatamente naturais. Uma pena, pois a animação dos personagens é muito boa, e os cenários, em geral, são bem construídos e ajudam muito na imersão do jogador.

Ainda assim, os gráficos de Dragon Age Inquisition na nov... Hããããã, atual geração, são infinitamente superiores ao que encontramos na geração passada.

Como posso descrever o visual das versões de Ps3 e Xbox 360? Hmmm...

Oh, sim! Vocês lembram em Game of Thrones, quando o Montanha afundou os olhos do Oberyn em sua cabeça? Os gráficos de DAI nos consoles antigos tem este mesmo efeito sobre os jogadores.

Para compensar, a dublagem é ESPETABULOSA. Perfeita em todos os aspectos.

Todos os personagens possuem maneirismos vocais que ajudam muito a transmitir a personalidade de cada um deles. Eles são cáusticos, arrogantes, estóicos, agressivos e inseguros na medida certa, e isso torna as muitas horas de diálogos gravadas no disco um verdadeiro deleite para os ouvidos.

A trilha sonora já não é grande coisa, mas isso é um problema da indústria de games moderna em geral. Na época dos 8 e 16 Bits, quando as canções presentes nos jogos não passavam de BLEEP-BLOOPS glorificados, os compositores tinham de se esforçar para criar melodias memoráveis. Hoje, quando é possível se enfiar uma orquestra inteira em um blu-ray, quem se importa com isso?

Em toda a aventura, só há uma canção que ficará em sua memória: The Dawn Will Come. Que lhe causará calafrios toda vez que escutar seus primeiros versos.

O resto não ajuda, mas felizmente, também não atrapalha. E acho que podemos ficar felizes com isso.

Minha bunda sensacional incomoda a família tradicional brasileira?
Ótimo, então a manterei exposta por mais sete horas.

Em sua jogabilidade, Dragon Age Inquisition é um RPG Single Player, que tenta desesperadamente ser um MMORPG. E esta é sua ruína.

Muito bem, eis como o game funciona: Existe uma “Mesa de Guerra” onde o protagonista e seus conselheiros se reúnem, para decidir qual o próximo passo irão tomar em sua batalha contra o Satanás da Bioware. Suponha que a próxima ação lógica seria visitar a imperatriz de Orlais (a versão da França em DAI) e pedir sua ajuda, é através da Mesa de Guerra que será possível tomar esta decisão.

Mas visitar Orlais não é de graça, e tal operação custará 40 “Power Points”, e posso vê-lo coçando a cabeça e as genitais em confusão. Pois bem, existem diversas áreas no mapa e cada uma possui Quests que podem ser completadas em troca dos ditos “Power Points.” Destrua todas as gangues de bandidos em uma região, e receberá 4 “PP”. Ajude um fazendeiro a encontrar sua amante menor de idade fugitiva, e receberá 2 “PP” e uma eternidade no inferno por seus esforços. Quando tiver acumulado pontos suficientes, poderá retornar à Mesa de Guerra e aí, finalmente seguir para Orlais.

Parece muito maçante, e podem ter certeza que é. Pior do que isso, em todas as áreas do mapa você terá de repetir os mesmos tipos de quest: Estabelecer acampamentos, recolher plantas para alguém, fechar fendas para o mundo dos espíritos, derrotar grupos de inimigos específicos, recolher metais para alguém... E por aí vai. Claro, cada área tem missões originais também, mas a maior parte do tempo você simplesmente irá repetir aquilo que já fez uma centena de vezes.

A coisa melhora lá pro fim do jogo, quando as operações lhe dão mais pontos e as missões que avançam com a história passam a custar menos (ou nada). Mas até a metade do jogo, esta necessidade de fazer tarefas servis pode fazê-lo desistir de Dragon Age Inquisition por algum tempo.

Eu mesmo abandonei o game por três dias. Eventualmente decidi voltar e terminá-lo, mas o fiz munido de dezenas de horas de podcasts, para suportar o tédio satânico que se torna a coleta de Power Points.

É aqui que fica claro que o pessoal da Bioware tentou enfiar uma mecânica de MMORPG em um jogo pra um jogador (provavelmente, forçados pelos engravatados da Electronic Arts, que queria um game que tivesse “apelo de massa”) e fracassaram de forma sensacional.

Este tipo de jogabilidade funciona em uma tarefa conjunta. Em um MMORPG, você está com seus amigos, conversando o tempo inteiro e xingando qualquer pessoa de fora do grupo de “viado” ou “vadia”, dependendo de seu gênero. Em um ambiente como este, horas e mais horas de Quests que não levam a lgar nenhum podem ser divertidas. Mas quando você está sozinho em seu quarto, e as únicas vozes presentes são aquelas em sua cabeça que lhe mandam matar o Papa, bom... Acho que já me fiz entender.

Dragon Age Inquisition também é lotado de micro gerenciamento. Se você é um jogador meticuloso, vai liberar litros de dopamina cada vez que colocar este game em seu console.

Cada área tem centenas de materiais diferentes que podem ser coletados, desde plantas, que podem ser usadas no jardim de seu castelo, até metais e tecidos, que podem ser utilizados na confecção de armas e armaduras. Com materiais raros suficientes, é possível forjar equipamento tão forte que nem mesmo o último chefe poderá lhe causar problemas.

Claro, se optar pelo caminho dos preguiçosos, ainda irá encontrar ótimos armamentos e proteções até o fim do game, o que dá praticamente no mesmo. Para ser muito sincero, construir seu próprio arsenal só é útil pra esfregar na cara dos amigos o quanto seu grupo está evoluído e incrementado após 167 horas de jogo... E como eles não servem mais pra nada, pois após todo esse tempo, não sobrou merda nenhuma pra se fazer no mapa inteiro.

Vocês não odeiam isso? Quando exaurimos todas as possibilidades em nossos RPG’s? Em algum lugar do mundo existe alguém que fez absolutamente TUDO em Skyrim. Essa pessoa deve sofrer de uma depressão horrenda hoje em dia.

O que mais falta falar? Ah sim, o sistema de batalha. Ele é bem dinâmico, você avança pra cima dos inimigos, dilacera eles a machadadas e faz “EEEEEEE” quando os derrota. Ou fica longe e dispara flechas ou magias, com o mesmo resultado final.

A medida que os personagens ganharem experiência, subirão de Level (NÃO! JURA?) e ganharão novas habilidades que podem ser usadas em combate. Na maioria dos casos, uma ou duas são realmente úteis e lhe darão uma vantagem real em combate, mas há um prazer especial em encher um personagem de poderes que você nunca irá usar, só porque a possibilidade existe.

Sim, sim. Ser overpower é glorioso.

"Ok, pessoal. Vocês avançam contra o dragão e eu
vou pra casa gravar Titio Avô. Combinado?"

Há um game espetacular, em algum lugar dentro de Dragon Age Inquisition. Mas a decisão de torná-lo um MMORPG offline prejudica muito a diversão que possamos ter com ele. Não é um título ruim, de forma algum, mas poderia ter sido muito, muito mais do que acabou sendo.

O que mais posso dizer a seu respeito? Bom, é terrivelmente bugado e trava bastante, mas pelo menos não foi lançado no estado lastimável de Battlefield 4.

E que época essa em que vivemos, onde temos de ficar felizes porque um game AAA foi lançado infestado de bugs, mas ainda é jogável “o suficiente”? Vocês conseguem imaginar isso acontecendo na época do Super NES? Pois é, eu também não.

As vezes eu torço pra indústria dos games quebrar, exatamente como aconteceu em 1983, só pra ver o que vai se erguer das suas cinzas. Trinta anos atrás, a Nintendo pegou os cacos que a Atari deixou e construiu um império com eles. O que poderia acontecer de pior hoje?

Mas isso é uma conversa para outro dia. Por hoje é só.

Andraste os guie.

Cheers!!!

6 comentários:

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

é, realmente a industria de games anda preguiçosa. eu não sei se é por conta do prazo do lançamento de tal game que inventam uma desculpa tipo: "ah...ainda possui alguns bugs, mas vou lançar assim mesmo e mando patch de atualizações conforme o tempo." ou por qualquer outro motivo.

sobre o game...eu ainda nem joguei o primeiro Dragon Age (que estou enrolando faz mais de 2 anos) e o pessoal fala muito bem desse game, então nem posso questionar.

e não penso que a Industria vá quebrar novamente, se o pessoal se cansar da guerra Sony vs Microsoft, eles ainda tem a Nintendo que insistem a viver no cantinho deles.

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

Ainda aguardo você falar de alguma série como a Lenda de Korra e a tal "polêmica" (como odeio essa palavra, já foi usada tantas vezes por aí que perdeu a graça de ouvi-la)do casal "Korrasami" ou da industria dos filmes de heroís atualmente, se vai correr o risco de estagnar ou não.

ou o post do "veadinho do Batéma" que espero desde o ano passado.

Matheus Allan disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Erick disse...

Excelente.
Eu sou apaixonado pelo mundo criado em Dragon Age. Toda a história desenvolvida por todas as raças, culturas, etc. A linha temporal, as tramas de cada família. Comecei com DA: 2 e gostei de boa parte, me irritei com os mapas repetidos e com as missões "pega tal objetivo em um lugar e entrega pra tal pessoa". Mas depois que consegui o Origins, desanimei do DA: 2.
Boa parte de reclamações estão desde o primeiro jogo, como os gráficos que pioram com determinado tipo de ângulo da câmera, e parece que não vão mudar.
O que eu acho estranho é como a Bioware se perde em alguns aspectos. A raça qunari é um exemplo. Mudaram a aparência deles nos 3 jogos. Outra coisa é: o Inquisition nos mostra uma trama entre mundos distintos, sendo que nos jogos principais ainda falta mostrar algumas áreas de Thedas (Nevarra, Antiva e o que eu mais queria ver, Tevinter, com a briga dos magistrados e dos qunaris).
Não sei se estão pensando nisso, mas eu senti uma certa estranheza nos personagens principais. Se for ver bem, o Grey Warden criado no primeiro jogo é de longe o personagem mais forte. É estranho pq os jogos deveriam evoluir e criar coisas novas, e na verdade foi piorando (a árvore de habilidades do Inquisition é bem pobre)

Diego Alberto disse...

Você resumiu bem. Essa geração ainda não mostrou ao que veio. Parece que ela começou toda torta. Outra coisa que me deixou chateado foi a falta de retrocompatibilidade dos consoles... ainda está cedo, vamos ter fé. Tomara que surjam jogos mais dignos e artísticos, com belos enredos e tramas cabulosas. Temos uma longa jornada pela frente, meu amigo.

Estava em dúvida quanto a comprar esse jogo. Tinha visto algumas revisões no Youtube, mas nada que se compara a sua crítica. Fica aqui a sugestão para você fazer: um canal de revisão de jogos. Mais um, quero dizer, além daquele divertido que você tem. Porque sua capacidade de análise, quesitos levantados e argumentações são as melhores da Rede.

Não, eu tô falando sério. Nessa área você tem ampla experiência e domínio. Seria um canal sem tanto humor e mais analítico, bem ao estilo do antigo blog de games. Bem, sem dúvida desbancaria muito nego véio de duas duzenas de milhões de inscritos que não fazem ideia do que estão dizendo. Fica a sugestão (e esperança) apesar de saber que deve estar sendo bastante penoso ter de manter o canal e o blog.

Pois é, apesar de estar desempregado, acho que vale a pena abrir minha RFCE (Reserva Financeira para Causas Especiais) por esse jogo. Um sacrifício válido, seu artigo me convenceu. Tem os contras do MMORPG mas eu não tenho amigos e todas as horas livres.

Desde já obrigado. Estarei acompanhando de perto as novidades do blog.
Grande abraço!

Vinicius Hass disse...

Finalmente achei uma forma de expressar o que sentir ao jogar DAI... Tirnado a parte de ter arrependido de comprar na pré-venda =/

Abner, já que você acabou com o seu blog de games (PORQUE SOCIEDADE?!), rola de fazer uma critica de witcher 3(ou da serie)? Com peitinhos