sexta-feira, 1 de maio de 2020

Crítica do Amer: Streets of Rage 4


Sabia que Jack Woltz, o produtor de cinema de O Poderoso Chefão era um pedófilo?

Sim. Nas cenas deletadas do DVD, existe um momento em que o produtor dá uma festa de aniversário para uma garota adolescente, acompanhada da mãe. Em outra cena, podemos ver a mãe deixando a mansão do produtor, com a filha, que está chorando e com o batom borrado, cena que deixa Hagen em choque. Mais tarde, ele confirma para Vito Corleone que os boatos sobre “a menina de Woltz” são verdadeiros.

Mais ainda, no livro ela tem 12 anos.

Tais cenas justificam um pouco mais a crueldade dos mafiosos em decapitar o cavalo do produtor e deixar sua cabeça na cama. Obviamente, Don Corleone não lidava bem com molestadores de crianças.

Por que estou falando sobre o pedófilo de um filme com cinco décadas de idade? Eu não sei, você veio aqui ler uma crítica de Streets of Rage 4!

Adiante então!


Normalmente, é aqui que eu tentaria explicar a história, mas ainda estou tentando entender a maldita timeline desta série.

Ok, Streets of Rage acontece em 1991, o que torna não ridículo o hobbie de “lambada” da Blaze. O segundo game acontece um ano depois, e o terceiro não tem uma data especificada, então como ele foi lançado mais ou menos 12 meses após seu antecessor, vamos chutar que a história também levou 365 dias pra prosseguir.

Agora, Streets of Rage 4 acontece 10 anos depois do fim da trilogia original, o que o situa em... 2004? Eu esperava que se passasse no tempo presente, um quarto de século após o último game da franquia, pois isso explicaria porque o Axel agora parece um cracudo que um dia encabeçou uma sitcom dos anos 1980, e colocaria Blaze na idade certa para disputar o posto de MILF absoluta dos games com a Chun li.

Não falo da Chun li dos games, falo de Ming Na, que interpretou Chun li no maravilhoso Street Fighter do Van Damme. Ela também já passou dos 50 e nos mostra que algumas pessoas envelhecem ao contrário.

Seja como for, a história se passa na cidade de Guarulhos, que mais uma vez é atacada pelas forças do mal, mais especificamente representadas pelo Sindicato, a mesma organização que aterrorizou o mundo na trilogia original, o que só mostra que o trabalho dos heróis é inútil. Você pode passar inúmeras noites de sua vida espancando meliantes até eles caírem no chão, piscarem e desaparecerem, e os mesmos canalhas sempre voltam. Não vale a pena, é melhor ficar em casa comendo Doritos e depois se masturbando sem lavar a mão antes. Axel parecia estar muito feliz vivendo assim.

Aliás, minha piada anterior sobre cracudos de sitcoms dos anos 1980 foi sobre o pai da série do ALF, que foi pego em uma casa de crack, fazendo boquetes em estranhos, porque a vida tem dessas coisas. Se ficasse mais atento a vida dos famosos que desapareceram da tevê, você saberia.

De qualquer forma, o Sindicato voltou, dessa vez liderado por Mr. e Ms. Y, filhos de Mr. X, antigo líder da organização, cuja escolha de nomes para a prole deve ter gerado muitas confusões em sua casa. Por que um criminoso cruel e sanguinário teria filhos? Eu não sei, talvez ele acreditasse em valores familiares, tal qual Vito Corleone.

Você pensou que minha referência a O Poderoso Chefão na abertura do artigo não fazia sentido algum, não é? POIS PENSOU ERRADO!!!

Bom, os filhos de Mr. X reformaram o sindicato e querem vingança contra os ex-policiais que derrubaram seu papi não uma, nem duas, mas três (quatro, se contarmos Streets of Rage Remake) vezes. Para isso, eles recrutaram todos os vagabundos que trabalharam para seu progenitor no passado e que fracassaram miseravelmente em suas funções.

Esse é um plano de merda.

Sem problemas, Axel e Blaze estão de volta, dispostos a limparem a cidade de Guarulhos! Eles não estão sozinhos, pois Adam FINALMENTE retorna a franquia, e o trio ainda tem a ajuda de Floyd Iraia, um irmão Uso com braços mecânicos, discípulo do velho cibernético de Streets of Rage 3 com quem ninguém se importa, e Cherry Hunter, filha de Ad... FILHA DE ADAM???

Espera, a menina parece ter uns 16 anos, então... Se este game se passa dez anos após a parte três... E a menina tinha três anos na época dele, ela deve ter nascido em 1991, aproximadamente.

Então Adam espancou bandidos, depois foi pra casa e deu aquela azeitada na esposa?

Socar meliantes dá tesão? Ou Adam é um sádico tarado?

Por que ocupo minha mente com esse tipo de merda na madrugada?


Sendo muito honesto, não gostei do visual de SoR4 quando o vi pela primeira vez. Como a puta velha que sou, acreditei que o ideal seria fazer gráficos em pixels, serrilhados, que estouram em uma TV de alta resolução e ficam parecendo um pedaço de metal enferrujado pronto para saltar da tela e te matar. Nada desse estilo cartoon-de-estúdio-pornô-que-coloca-seus-trabalhos-no-Newsgrounds.

Bom, queimei a língua. O estilo cartoon funciona perfeitamente, com uma animações ridiculamente fluidas e cores tão vibrantes que o fazem se sentir nos anos 1990, quando jogos podiam trazer mais tons além de marrom-terra e marrom-bosta. Os cenários são extremamente vivos também, na delegacia de polícia haverão escrivaninhas bagunçadas e as paredes do banheiro público são cobertas de pichações. As fases não são mais meros corredores por onde os personagens precisam passar, mas espaços que parecem existir mesmo quando eles não estão lá, que são afetados por outras pessoas e trazem sua própria história. Isso acrescenta uma profundidade muito rara em Beat’em Ups.

Nossos heróis também transbordam personalidade. Axel deixou de ser um Cody de baixo orçamento, e agora é... Bom, eu já deixei claro que ele parece precisar de uma desintoxicação urgente. Adam está mais alinhado que o amigo, pois continuou na força policial e agora tem um cargo de chefia, sua responsabilidade e disciplina representados em seu visual. Blaze continua a morena perfeita e sua postura e expressões exalam a confiança de uma garota consciente de que faz todo o movimento da rua parar por onde passa.

Quanto a Cherry e Floyd, não vou mentir, são os mesmos personagens que você desenhava no caderno da escola quando buscava algo para sobreviver ao marasmo absoluto das aulas de ensino religioso.

Quem estudou em colégio de freiras sabe a dor de se aguentar MAIS UMA HISTÓRIA sobre como Deus deu um filho pra Isaac e depois ordenou ao velho que matasse o menino só pra testar sua lealdade, mas o impediu no último minuto, gerando um Isaac puto com a lanfranhudisse de seu senhor e um filho traumatizado pra criar, milhares de anos antes do surgimento dos psicólogos.

Mas estou divagando.

Cherry e Floyd não são personagens originais. A menina é a típica “rebelde com a guitarra nas costas, que faz suas próprias regras e não escuta os coroas, CAAAAAAAAAARA”, enquanto Floyd é o parrudo com braços mecânicos que se tornou uma classe de personagem na ficção depois que o Jax popularizou o visual. Ambos são representantes de ideias que já eram batidas 25 anos atrás, quando a série estava no auge, e sinceramente, não podia ser de outra maneira. Ambos representam os anos 1990, com toda a glória de seus clichês e personagens batidos, que na época ainda eram razoavelmente novos. O trabalho de arte do game lhes dá personalidade suficiente para serem gostáveis, mesmo não sendo exatamente inovadores, e isso mais do que basta.

O mesmo cuidado foi tomado com os vilões de SoR4. Aqui veremos velhos rostos como Galsia, Big Ben e Barbon, e novos, como Estel Aguirre, uma policial parruda que te fará dizer “mim dê papai” em voz alta, gerando grande constrangimento perante sua família ou cônjuge. Todos trabalhados com tanto carinho que tornam-se inesquecíveis assim que entram na tela.

Quanto a trilha sonora, o que posso dizer? É fantástica. Yuzo Koshiro responsável pelos incríveis temas musicais da série original que você ainda cantarola quando vai ao banco, retorna para a franquia que o tornou famoso. Mas calma, ele não veio sozinho, outros três compositores de peso... Não, eles não são obesos mórbidos viciados em Mandiopan, é figura de linguagem pra representar a grandiosidade deles... Três compositores de peso unem-se a ele nesta empreitada: Motohiro Kawashima, que também trabalhou em SoR 2 e 3, além de ter composto a trilha sonora de Shinobi II: The Silent Fury para o Game Gear (e que tirou leite de pedra da limitada capacidade de áudio do aparelho), Hideki Naganuma, que produziu as trilhas de Jet Set Radio, Jet Set Radio Future, Super Monkey Ball e Sega Rally 2, e Yoko Shimomura, responsável pelas músicas presentes em um pequeno jogo indie chamado STREET FIGHTER II!!!

É!

É!!

POIS É!!!

Acredito que não preciso falar mais nada sobre o departamento auditivo deste game, assim, encerrarei este trecho da crítica declarando o quão feliz estou por Stephanie Meyer ter decidido lançar mais um livro da saga Crepúsculo. Escrever artigos dessa desgraça fez com que ela se tornasse muito querida para mim.

Saudades, Bella e Cedrico.


Falemos da jogabilidade: Ela é tão boa quanto se beber um copo de água gelada após uma caminhada de dois quilômetros debaixo do sol a pino, e a água lhe foi entregue pela Vanusa Spindler.

Isso! É boa assim!

A jogabilidade, não a Vanu... Bom, ela também.

Ok, deixa explicar aqui. Apesar de amar videogames desde os tempos da Grécia Antiga, eu tenho a coordenação motora de um orangotango alcoólatra que perdeu as mãos em um acidente com vidros. Não sei dar combos em games de luta, de fato, até hoje eu raramente uso os botões fracos e médios em Street Fighter, meu combo mais complexo é voadora forte seguida de rasteira forte. Aprendo a jogar unicamente o necessário para terminar o jogo e sou feliz com isso.

Por que isso é importante? Bem, porque eu consigo fazer combos maravilhosos em Streets of Rage 4 com um mínimo de esforço.

A jogabilidade é incrivelmente fluida, aplicar golpes é fácil e instintivo, antes que perceba, você estará bolando estratégias para eliminar seus oponentes da forma mais eficaz possível. Cada personagem possui um excelente arsenal de golpes, que vão de socos e voadoras a arremessos dos mais variados, os lutadores possuem movimentos para todas as situações, o que faz com que nunca se torne cansativo jogar com qualquer um deles.

Os cenários possuem diversas armadilhas como poças de ácido, abismos ou gases venenosos, além de paredes e pilastras, que podem e devem ser usados para que você obtenha vantagem contra as hordas de meliantes que cruzam seu caminho. É sempre gratificante descobrir novas maneiras de castigar seus inimigos com o ambiente que os cerca.

Veteranos ficarão felizes em saber que a dificuldade não foi abrandada para o público floquinho de neve que chora ao menor sinal de Dark Souls no horizonte.

Vocês choram sim! Não aguentam cinco minuto na porrada com o Havel que eu sei!

Streets of Rage 4 mantém o velho desafio dos clássicos da porrada dos 16 Bits, aquela dificuldade justa, onde você tem espaço e tempo suficientes para reagir, mas que judia do seu boneco caso você se descuide. Quando morre, sua vontade é recomeçar a fase e tentar mais uma vez, não jogar o joystick pela janela e gritar com o gato, como acontece quando você joga Battletoads, aquela merda.

Os heróis não tem apenas um arsenal de golpes de artes marciais e luta-livre para liquefazer os órgãos dos heróis, eles também possuem ataques super-especiais, contabilizados por estrelas que podem ser encontradas pelas fases. Tais movimentos são ideais para se safar quando muitos inimigos o cercam, ou simplesmente causar dano glorioso aos chefes.

Aliás, se tem algo para se reclamar neste game, é que os chefes são esponjas de dano (obrigado pela descrição, Lance) e aguentam MUITO castigo antes de finalmente sucumbirem. Entendo que isso foi feito para aumentar o drama das batalhas, mas em alguns momentos se torna cansativo. Para compensar, os produtores de SoR 4 conseguiram evitar a armadilha na qual TODOS os Beat’em Ups modernos caem: Fases longas demais. Títulos como River City Girls, Mother Russia Bleeds e diversos outros tem estágios longos demais, é possível terminar games antigos no tempo que se leva pra chegar à segunda etapa destes títulos. As fases de SoR4 tem a duração perfeita, não são curtas ou demoradas demais. É um game que pode ser terminado em pouco mais de duas horas, que é o tempo ideal para um game moderno do gênero.

Se tiver amigos para jogar, trago boas notícias. SoR4 tem modo para até quatro jogadores.... MODO LOCAL!!! Isso mesmo! É possível reunir os amigos de infância e repetir aquelas deliciosas tardes de jogatina, regadas a Fanta Laranja e bolacha Trakinas, que só tinha fim quando começava o Jiraya, ou quando sua mãe te mandava desligar o Mega Drive pra ela assistir a Oração das Seis.

Mas espere... Reunir a galera não é o bastante para reviver sua infância maldita? Pois saiba que SoR4 não apenas traz a trilha sonora da trilogia original do Mega Drive, facilmente acessada na tela de opções, como também lhe permite selecionar as versões 16 bits dos heróis! SIM, DOS TRÊS JOGOS! COM SEUS MOVIMENTOS CLÁSSICOS E DIREITO A CHAMAR O CARRO DE POLÍCIA!!!

Agora vá e troque essas cuecas meladas, seu precoce.


Resumindo, Streets of Rage 4 é o melhor Beat’em Up que joguei em muito tempo. Mais precisamente, desde os anos 1990.

Sim, sei que o vendi quase que apenas pros velhos que como eu são impotentes e cresceram jogando a série no Mega Drive, mas a verdade é que este é um game que pode agradar a qualquer um. A nova aventura de Axel, Blaze e Adam é bem produzida suficiente para agradar o mais caquético boomer e o mais sensível millenial.

A Sega anda acertando muito, vou te dizer. Primeiro Sonic Mania, depois o comercial com o filho do Segata Sanchiro, agora Streets of Rage 4, talvez este excesso de sucessos da empresa tenha desequilibrado o universo e por isso que estamos passando por uma pandemia global que nos levará a uma depressão econômica que destruirá o mundo.

...

Que se dane o mundo, temos a Blaze de volta.

Cheers!!!

18 comentários:

Cassiotkg disse...

Orrrraayy.
Finalmente algo pra me animar nessa quarentena
Em dose tripla.
SoR4, artigo novo do Amerindo e minha geladeira nova chegou.
Sobre o game, concordo com todas as vírgulas, é um game excelente.
Ele me faz lembrar o quanto eu adoro essa série de beat'em ups.
Quem sabe, outras produtoras desenterrem mais títulos de sucesso?
Bom te ver escrevendo de novo.

João Cabral disse...

Eita. Tão bom assim? Pensando em comprar.

Leandro"ODST Belmont Kingsglaive" Alves the devil summoner disse...

Que bom que As Ruas da Raiva 4 ser um sucesso e o estardalhaço gerado por ele para talvez quem saber ter um quinto jogo. É tenho de concordar que não curti os novos personagens, até vir o Max e o Skate via DLCs, posso jogar com a Adam ou a Blaze até lá.

Já o remake de Battletoads.... deve ter feito tanto barulho quanto um peido no vazio de um buraco negro.

Artie Oliveira disse...

Valeu cada centavo gasto!

É tudo o que tá descrito nesse artigo e mais um pouco!

Mas se tem um bagulho que me incomodou um pouco, e eu espero que seja impressão minha, é que me pareceu que o SoR4 é a "versão oficial" do SoR Remake com gráfico de célula de animação.

Lance "Avalanche" disse...

Tu nem descobriu que acertando as maquinas de fliperama do jogo com a arma de choque tu entra num boss batle com um dos boss antigos em 16bits.


E nem viu o Joe Musashi quando ficamos falando pra ti no chat...

Hikaruon disse...

Ótima matéria Amer, em todo caso procure o jogo "The Takeover", talvez te interesse

julio disse...

Então o Streets of Rage 4 é a Vanusa Spindler dos Beat n', up modernos!!!

Leandro"ODST Belmont Kingsglaive" Alves the devil summoner disse...

Para você ver Artie Oliveira, A Sega teve de tentar superar o game feito por APENAS dois sujeitos que são apaixonados pela franquia e deixou a SEGA inteira envergonhada por não terem tido essa ideia antes

Leandro"ODST Belmont Kingsglaive" Alves the devil summoner disse...

"Quem sabe, outras produtoras desenterrem mais títulos de sucesso?"

Se fizer um sucesso estrondoso, é certo que a Capcom vai reviver Final Fight mais uma vez, Mas o game será fantabuloso como nos tempos áureos? veremos

Sano-BR disse...

O jogo está DUKARALHO!

JoaoF disse...

Pior é ver Youtubers que nem sabem jogar nem usar combinações de golpes, teve um que achou chato apertar só um botão.
Pelo barulho que fez no lançamento vai ter final fight, Double dragon, Tartarugas ninja, Golden Axe, crime killers.......tomara

Squack Spencer disse...

Como eu disse na Live: Eu estava esperando a análise do Amer pra comprar.

E bom, o chefe ser esponja eu consigo entender. Pelo menos vc trava em UMA parte do jogo, não no jogo inteiro...

Kaptain! disse...

Excelente artigo como sempre amber! também quebrei a cara com o jogo. Falava super mal do game, mas foi só eu jogar que tive um avc com tanta qualidade que essa aventura carrega!

Lui Belmont disse...

Sim eu concordo com a sua materia o Streets of Rage é muito bom e acho que vale a pena compra-lo. Jogo os 3 jogos do Mega Drive até hoje, amo essa serie como tambem o Sonic. Tenho que adimitir no começo do jogo eu estranhei os graficos e o controle e apanhei bastante, principalmente do chefe da fase da delegacia da policia: o comissario. Depois que me acostumei passei a curtir mais o jogo. Só gostaria que os efeitos sonoros fossem os mesmos da serie classica como os socos e aquele efeito sonoro de quando vc bate no cara com o cano. Eu estranhei o controle porque não tem o dash ( corrida ) de Streets of Rage 3 que ajudaria no jogo. Fico feliz que 26 anos depois teve um 4° jogo, eu pensei que nunca fosse ter porque mesmo nos anos 90 os beat´n ups ja não estavam mais na moda e da geração do ps1, saturno e n64 pra frente quase deixaram de existir

Marco disse...

Que ano da Sega!! Pode colocar o filme do Sonic nessa sucessão de acertos da Sega que desestabilizaram o universo!

Aliás, acho que entramos em uma linha do tempo alternativa e instável no momento que mudaram o design do Sonic do filme... Enfim... Agora sabemos que existe uma realidade onde o Sonic é um 'demonho' furry que assusta criancinhas enquanto corre ao som de Gangsta Paradise e o corona nunca aconteceu...!

Marco disse...

Adendo: Fora que a Sega tá dando bola dentro também com os lançamentos da franquia Yakuza...

Luis disse...

A arte desse jogo é sensacional. O nível de detalhes no cenário é de cair o queixo. As vezes eu fico parado só olhando só o cenário devido aos inúmeros detalhes.
O jogo também faz um enorme tributo aos jogos clássicos, trazendo inúmeras referências da trilogia original.
Acho que agora a franquia SOR assume a posição de melhor franquia beat up disparada.

hanzowh disse...

@JoaoF cita aí o youtuber pra geral ir lá dar aquela aloprada.

@Lui Belmont tem dash no SOR 4 sim, porém somente Cherry e as versões SOR 3 o possuem.