segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Games eróticos do Nintendinho


Aaaah, Nintendo. Boa e querida Nintendo.

Acho que nenhuma outra empresa possui a reputação impecável da casa do Mario. A Nintendo produz games inteligentes, saudáveis e inocentes, dos quais crianças podem desfrutar livremente, sem o risco de serem corrompidas por material impróprio para sua idade.

Afinal de contas, se conglomerados japoneses gigantescos não pensarem nas criancinhas, quem irá fazer isso? Os pais delas? Ora!

É isso que acontece quando as corporações
não ligam para os jovens.

Mas a verdade é que a reputação da Nintendo não se deve apenas a uma preocupação com todos os Tiaguinhos do mundo, mas também a uma inteligente estratégia de marketing.

Todos conhecem o Crash da indústria de games de 1983, não?

...

Claro que não. Vocês são jovens, cheios de energia, alegria e sistemas reprodutivos que funcionam. Então deixa que eu explico.

Em 1983, a indústria dos games desmoronou mais rápido que a Ronda Rousey ao se encontrar com a Holly Holm. Isso aconteceu porque a Atari (então cabeça de todo mercado) não tinha um controle de qualidade para os games de seu console. Desta forma, qualquer selvagem com um computador e habilidades mínimas de programação podia lançar um jogo, e tentar ser o Peter Molyneux de sua geração.

Graças a isso, o mercado sofreu um influxo quase sem controle de bosta. O público, atolado em fezes até o lábio leporino, simplesmente perdeu a confiança na indústria de games.

Em meio a este tsunami fecal, haviam muitos cartuchos tecnicamente destinados a adultos. Falo “tecnicamente” porque me refiro a games com temas que só interessariam a moleques de 13 anos que achavam que jogar Atari era algum tipo de contravenção social. Coisas como Custer’s Revenge, cujo objetivo é estuprar uma índia presa a um cacto, ou Beat’em and Eat’em, onde um loiro se masturba no alto de um prédio, enquanto duas loiras peladas na calçada tem de engolir todo material genético disparado por ele. E não vamos esquecer de Knight on Town, onde um cavaleiro precisa construir uma ponte para chegar até a princesa, com o intuito de encaixar a lança na estrelinha de chocolate dela.

Vocês adoram meus eufemismos pra sexo, não?

Enfim, a Nintendo tinha um controle de qualidade muito rígido, que não apenas limitava a quantidade de games que uma produtora poderia manufaturar anualmente para o NES, como também vetava qualquer conteúdo que fosse minimamente violento ou sexual. Desta forma, todos os meninos e meninas poderiam desfrutar de seus jogos, sem correrem o risco da vovó entrar na sala e se deparar com uma cena imprópria.

Exceto pela ocasional cabeça de Hitler explodindo.

"Ich liebe kätzchen... AAAAAACH!!!"

Mas como Mahatma Gandhi disse uma vez: “Sempre que alguém criar uma nova tecnologia, não vai demorar até que ela seja usada pra punheta.”

E assim aconteceu. A Nintendo oficialmente não permitia peitos ou pirocas em seus games, mas ela não podia impedir empreendedores independentes de adicionarem quanta putaria desejassem a seus títulos.

Entra em cena o senhor HAGIWARA, que cria a produtora Hacker International. A empresa era formada por quatro escravos vindos do Macau, que trabalhavam em uma sala com quatro metros quadrados sem ventilação, e que eram pagos com um pão duro e uma meia úmida por semana.

HAGIWARA, sempre um visionário, percebeu que meninos em idade masturbatória estavam passando metade de seus dias diante de um videogame. Assim, por que não enfiar putaria em alguns cartuchos e arrancar uma grana dessa molecada desesperada pra ver umas pantufas?

Eram tempos difíceis antes da internet. Muitas vezes, tudo que tínhamos era um desenho da Marjorie Bros na SuperGamePower.

Vocês sabem o que fizeram...

Os titulos da Hacker International só podiam ser adquiridos via correio, e alguns deles chegaram a vender 50 mil cópias. Claro, a Nintendo não gostava nada disso. Não quando se esforçava até as vias do absurdo para oferecer o conteúdo mais casto possível para seu público.

Como se todo mundo não soubesse que a Peach libera pro Mario e o Luigi toda noite, só pra contrariar seu pai direitão e Bolsominion. Por que mais uma debutante da realeza desfilaria por aí com dois encanadores peludos e fedidos?

O mais impressionante em toda essa história é que a Hacker International durou até até 2001, quando seus membros foram todos deportados para o Macau, e prontamente executados e comidos assim que lá chegaram. Ao longo de sua história, a empresa não apenas produziu conteúdo para o Famicom, como também para o PC Engine e mais tarde para o Playstation.

Lembram de Strip Fighter II? Pois bem, é deles!

E dentre todos os títulos da Hacker International, três foram lançados noo ocidente. Todos foram devidamente traduzidos e “adaptados” pela Panesian, uma empresa taiwanesa que provavelmente foi construída com os ossos dos antigos funcionários da Hacker.

É destes games que trataremos hoje. Verdade seja dita, são todos péssimos e simplórios. Se Donkey Kong não tivesse o macaco, os barris e o Mario, ainda seria infinitamente mais complexo que qualquer um destes títulos.

Mas hey! Tetas no Nintendinho! Sempre vale a pena falar de tetas! E não é como se vocês tivessem coisa melhor pra fazer hoje, não?

Trabalhar?

HA!

HA! Eu digo de novo.


Bubble Bath Babes

Comecemos pelo game mais conhecido da Hacker, que curiosamente, também é sua melhor produção.

Bubble Bath Babes é uma cópia de Tetris, o que era lugar comum nos anos 1990. O joguinho de Alexei Pajitnov gerou treze mil milhões de imitações, era uma questão de tempo até que uma delas viesse com mamilos.

E o que acontece aqui? Bom, temos uma moça peituda na parte inferior da tela, que decidiu tomar um banho de espuma. Infelizmente ela usou sabonete líquido demais e as bolhas saíram do controle, e se alguém não as estourar, a dona peitolas corre o risco de ser esmagada por elas, em uma cena que com certeza povoa os pesadelos do Bob Esponja.

Porque ele faz... Bolhas de sabão... Entenderam? Essa é... A piada...

...

O jogo se parece com isso:

E a peituda não está impressionada...

A ideia é combinar pelo menos três bolhas de uma mesma cor para que estourem, o que faz Bubble Bath Babes ter mais em comum com Columns do que com Tetris. Além disso, qualquer espaço vazio é imediatamente preenchido por bolhas incolores que fazem volume na tela, e tornam o jogo muito mais difícil do que precisa ser.

E finalmente, aqui as bolhas sobem na tela, o que faz uma diferença enorme para uma geração que foi condicionada a ver pecinhas de quebra cabeça despencando em seus televisores.

“Mas cadê as teta, Armadillo? Não vim aqui pra saber de história dos game não! Quero vê as teta, teta, teta!”

Bom, o erotismo deste game provém de uma moça que aparece em diferentes estágios de nudez cada vez que o jogador completa uma fase. Se conseguir terminar Bubble Bath Babes, ela o presenteará com isso:

Me preocupa um pouco o que você tá
escondendo aí embaixo, moça

E vou admitir, é uma ilustração bonita... Para um game pirata de 8 bits, programado por um sujeito preso em uma sala que fedia a pão mijado.

De fato, Bubble Bath Babes é um título muito competente, se levarmos em consideração que ele foi criado apenas para estimular a libido de adolescentes e jovens adultos super excitados. Claro, sua dificuldade é desequilibrada e pode causar frustração nível Dark Souls, mas isso pode torná-lo um desafio interessante para aficionados por Puzzles que já tenham dominado Tetris, Dr. Mario e tudo que o gênero nos proporcionou ao longo dos anos.

E curiosamente, este é o único produto da Hacker International que foi lançado duas vezes no ocidente. A primeira em sua versão original e a segunda em uma versão “limpa”, através da American Video Entertainment, que cobriu todas as mulheres peladas e as transformou em sereias.

Você vive debaixo d'água!!! Como seu cabelo
foi virar essa merda???

O que é trocar seis por meia dúzia, uma vez que sereias são alguns dos seres mais sexualmente carregados de qualquer mitologia. Aposto que metade de vocês já se esfregaram pensando na Pequena Sereia!

E um ano depois, passaram a imaginar a Ariel e a Jasmine juntas, todas vez que acordavam com paudurência matinal!

Pedófilos bestialistas!!!


Hot Slots

Acho que a coisa mais fascinante sobre este game é a expressão de mais absoluto tédio da garota da tela de apresentação. Este é um título erótico, a moça deveria trazer um olhar de sedução, para atiçar a imaginação dos jogadores, mas não... Ela tá com cara de quem quer só terminar seu trabalho e ir logo pra casa.

Alguém DESENHOU esta garota, e ela ainda saiu com a cara menos empolgada da história dos pixels. O que eu acredito que já diz muito sobre a qualidade de Hot Slots.

Aliás, o game se chama “Hot Slots”, no plural. O nome deste cartucho está escrito errado na tela de apresentação, o que diz ainda mais sobre o quanto seus criadores se importaram com ele.

Pois muito bem, enquanto Bubble Bath Babes tentava ser um puzzle e vencer por mérito próprio, Hot Slots seguia o caminho mais curto e simplesmente emulava uma máquina de caça-niqueis.

A imagem menos interessante deste artigo

Então, como funciona? Bem, em um caça-niqueis real, você enfia dinheiros na máquina (Heh heh heh, “enfia”), então puxa a alavanca (HUH HUH HUH, “PUXA A ALAVANCA”) e torce para que uma sequência de imagens em série saia nos três roletes do aparelho. Se isso acontecesse, a máquina o premiaria com DINHEIRO... O que nunca acontecia, porque a maioria absoluta dos caça-niqueis era programada para nunca deixar o jogador ganhar.

Neste caso, Hot Slots é uma imitação perfeita de um máquina real, porque eu joguei por mais de uma hora e não vi um pentelho sequer.

Mas hey, aqui vai uma imagem de uma das garotas do game, porque eu sei que a maioria de vocês vai abandonar o blog em busca de nudez pixelada de 8 Bits se eu não fizer algo.

"Não coma tanto chocolate, dizia mainha.
Vai descer tudo pras coxas, dizia mainha."

O que seria uma decisão muito pouco sábia, porque as garotas de Hot Slots são horrendas. É óbvio que o artista tentou fazer um “decalque” de fotos reais, adicionando traços de mangá as imagens. Uma única olhada revela que ele não entendia nada de decalques ou mangá.

E talvez isso explique a dificuldade dessa desgraça. Talvez o criador/artista/programador/compositor/único funcionário da empresa tenha percebido o quanto sua arte era ruim e decidiu que ninguém jamais a veria. Então ele fez com que fosse impossível vencer em seu jogo.

Felizmente, hoje existem hackers que não descansam enquanto não violarem cada centímetro da programação de um cartucho velho, e a tornarem pública na internet.

E enquanto jogava Hot Slots, lembrei de uma história de meu passado, do tempo em que eu era um Otaku e me encontrava com os amigos todos os sábados a tarde em uma loja de Anime e Mangá. Sim, sim! Era glorioso! Passávamos o dia todo no lugar, papeando e rindo, enquanto a dona da loja nos olhava com desprezo, pois embora ocupássemos seu espaço e não gastássemos um centavo sequer com seus produtos, ela não podia nos expulsar de lá, pois um dia, um de nós talvez resolvesse comprar algo.

Foi o melhor dos tempos... Foi o pior dos tempos...

Um belo dia, um dos amigos do grupo resolveu nos apresentar sua namorada. Ela por sua vez, decidiu que a melhor maneira de causar uma boa impressão, seria se vestindo como a Lucy de Rayearth ao nos conhecer.

Agora, hoje é até comum ver cosplayers fora de eventos. Diabos, de vez em quando eu vejo algum guri vestido de irmão do Sasuke no metrô. Mas eu estou falando do ano de 1999, quando cosplay era algo alienígena até mesmo pra abilolados que assistiam séries sobre robôs gigantes e as separavam em grupos baseados em seu “realismo”.

Então, lá estávamos. Quatro pessoas vestidas como humanos normais, e uma que não via problemas em vestir uma peruca vermelha brilhante de cinco quilos em um calor senegalês. Eis que resolvemos ir tomar um lanche, pois aparentemente não tínhamos sido humilhados o suficiente naquele dia, e desfilar por aí com uma cosplayer era uma boa forma de preencher esta cota.

Eis que no meio do caminho, “Lucy” viu uma máquina caça-niqueis em um bar e decidiu parar e jogar algumas rodadas. E ficamos todos lá, parados em um bar em pleno sábado, com todos os tiozinhos locais nos olhando como se tivéssemos acabado de descer do disco voador da Xuxa, enquanto a “Lucy” gastava mais de dez reais na máquina.

Novamente, era 1999. Dez reais te comprava um carro, uma viagem pra Disney e uma noitada com o Tico e o Teco naqueles tempos.

E se não fosse por Hot Slots, esta memória teria permanecido eternamente bloqueada, junto com as lembranças de quando meus primos me violaram na piscina.

...

... Oh...

... Obrigado, Panesian...


Peek-A-Boo Poker

Para encerrar esta cavalgada de fracasso, nada melhor que um jogo de pôquer. Por que que maneira melhor de se terminar um experimento em degeneração do que com um jogo de cartas?

Eu não faço a menor ideia do que quis dizer com o parágrafo acima.

Então, do que se trata essa desgraça? Bem, o jogador seleciona uma dentre três garotas, então joga uma partida de pôquer fechado (5-card draw) com ela, e sempre que conseguir arrancar mil pratas da moça, ela perde uma peça de roupa. Porque não basta tomar todo dinheiro da menina, é preciso lhe arrancar a dignidade também.

Claro, tudo isso perde o sentido quando você percebe que as garotas já estão peladas na tela de seleção mesmo.

Você tinha um trabalho, programador solitário...

Eu não joguei este game, porque não entendo porra nenhuma de pôquer. Sou um homem civilizado, diplomado e defumado. Não perco meu tempo com jogos de cartas desfrutados por batráquios e alunos de direito. Nunca jamais, nunca!

Sim, sou inseguro e tenho pinto pequeno. Por que a pergunta?

No entanto, assisti alguns gameplays e Peek-A-Boo Poker não parece trapacear como Hot Slots, mas o jogador precisa saber muito bem o que está fazendo para poder vencer. Em outras palavras, finalmente temos um game em que seu tio sessentão alcoólatra será melhor do que você.

"Sabe quem ia gostar desse jogo? O Jão do churrasco!"

O fato mais curioso acerca de Peek-A-Boo Poker envolve sua arte. Claramente, as garotas do game também foram “baseadas” em modelos reais, e se olharmos com atenção, podemos perceber que todas estas modelos eram asiáticas.

Ao realizar o excruciante trabalho de localizar este game para o mercado estadunidense, os programadores... Digo, o programador da Panesian, decidiu “americanizar” as garotas o melhor que pode, mudando a cor de seus cabelos e seus traços faciais o melhor que pode, possivelmente porque ele acreditou que os gamers do ocidente não sentiam atração por mulheres asiáticas.

...

Deixarei que pensem a respeito desta última afirmação.

Por que vocês ficam escondendo as virilhas?
O que vocês guardam aí?

E estes foram todos os títulos produzidos pela Hacker International, que desapareceu discretamente do mercado de games e deve ter se voltado a negócios mais lucrativos, como venda de assentos felpudos para privadas.

“Mas Abóbra, não tem mais nenhum game de putarias pro Nintendinho?”

Ora, claro que sim! E se chama Honey Peach!

Não, não é um jogo onde devemos extrair mel da Princesa Peach, embora muitos artistas da internet já tenham ilustrado esta ideia. Trata-se de um game de jankenpon.

UM SIMPLES E MISERÁVEL JANKENPON!!!

Eu culpo você, Alex kidd!

Honey Peach foi desenvolvido pela Sachen, empresa tão patife quanto a Hacker International, mas que foi capaz de lançar quase vinte títulos ao longo de sua existência. Provavelmente porque alimentava seus escravos com ratos e urina de debutantes, o que sem dúvida devia incentivar a produtividade.

Entre outras coisas, a Sachen foi responsável por Little Red Hood, Taggin’ Dragon e Metal Fighter, games pelos quais nenhum de vocês está interessado e estou apenas desperdiçando meu tempo com este parágrafo, não?

Ao invés disso, aqui vai mais uma imagem de Honey Peach, porque aparentemente uma das personagens do jogo é a Connie Maheswaran.

"Pinte-me como uma de suas Crystal Gems!"

E... É isso. Estes foram todos os games eróticos a serem lançados em toda a história do Nintendinho.

“Abracadabra, e o Super Nintendo? Teve game de putaria também?”

Apenas um, chamado Riversi Kids, que nada mais era do que um jogo de Reversi (também conhecido como Othello), onde vencedor enfrenta a garota mais contrariada do mundo.

Vocês não odeiam gente que fica de mau humor
quando tira a roupa?

Na maioria dos casos, o Super Nintendo tinha apenas slideshows. Cartuchos com diversas fotos vindas de filmes pornôs das décadas de 1980 ou 1990, ou imagens hentai para o pessoal desesperado por mulheres peladas de anime daqueles tempos pré-internet.

E que nos ensinavam os horrores das plásticas mal sucedidas

E aqui encerramos nossa jornada. Espero que tenham se divertido ao explorar um pouco o mundo do erotismo pixelado das minha juventude. Agora, devo encerrar este artigo de forma eloquente e digna, para que minhas palavras ecoem eternamente em suas memórias.

PINTO!!!

Isso é tudo.

Cheers!!!

14 comentários:

Zweist disse...

E para arrematar, seria de bom tom um post sobre games eróticos do Mega Dirigidor. Mas pode ser que você já tenha feito. Não me é estranho. Mas depois de velho a memória não é confiável.

Exceto as lembranças de também ser observado com suspeita pelos atendentes das lojas na Velha Liberdade, antes do bairro virar uma assembléia de otakus e outras criaturas.

Dificeis tempos, quando tinhamos que nos alimentar de restos da cultura japonesa em lojas ocultas e exibições de animes na Gibiteca Henfil.

Galomortalbr disse...

amer adorei o artigo fez o meu dia :)

Domingos Junior disse...

Peitos vesgos que horror

Adan Ribeiro disse...

No SNES eu acho que não tinha nada mais pornográfico, mas com certeza muito gay, como esse!

Choo Aniki Bakuretstu Ranto Hen

Leandro"ODST Belmont" Alves the devil summoner disse...

Nem sei o que dizer. Bom post, Amer. Ainda bem que nunca fiquei interessado em jogos assim... o Google e a regra 34 nos compensou tempos depois

Jonathan Nascimento disse...

Acho esse tipo de game umas belas de uma porcaria.
Era melhor tentar achar uma playboy do que jogar isso.

Azrael_I disse...

Adoro os posts sobre hentai games, hehehe

Realmente, o Bubble Bath Babes e o Peek a Boo Poker tiveram um esforço até que razoável (para produtoras independentes), mas isto era normal, já que games assim eram bem comuns nos PCs, MSXs e outros computadores da época. Logo depois os games eróticos para PC melhorariam bastante (dentro e fora do Japão) e hoje em dia mesmo games não-eróticos já apelam pro "ecchi" (como God of War e The Witcher).

Quanto ao game Little Red Hood, não é erótico e o Angry Videogame Nerd fez um vídeo sobre ele há muitos anos atrás.

Mas qualé, Amer? Tu não gosta de poker?! Assim tu decepciona o Velho Oeste, mandrião!

Bier disse...

Fiquei a fim de jogar alguns...
Não me perguntem o motivo, por favor.

Nappa_ disse...

Caramba, fazia muito tempo que não ouvia o nome Marjorie Bros. Bons tempos. Bom artigo.

Cleithon Bezerra disse...

Ah! Marjorie marcou muito assim também como o chef e Quem aí lembra do saudoso Capitão Ninja das primeiras edições da revista Gamers?

Leandro DM disse...

Esta aí uma coisa q nunca imaginei ver, jogo porno no nintendinho. E Amer já estou pra perguntar há um tempo: pretende fazer review do filme da Jem e as Hologramas?

Felipe Silva disse...

O blog tá muito fraco amer, tá na hora de você se reinventar, sei la... ficar falando sempre de nudes em games antigo já cansou

Azrael_I disse...

Cleithon Bezerra eu lembro claramente, o Capitão é um personagem criado pelo Marcelo Cassaro (desenhista/roteirista das antigas revistas em quadrinhos dos Trapalhões, das adaptações de Jaspion e outros seriados da Manchete pros quadrinhos e ex-editor da Dragão Brasil. Sempre ria muito com o Capitão e outros personagens.

Discordo, Felipe Silva. Sinceramente, adoro estes posts do Amer.

André Freitas disse...

acho que o único jogo que tem o intuito unico e exclusivo de ver teta que eu curto jogar é gals panic

e eu me lembro do capitão ninja, acho que ele apareceu originalmente no gibi do pequeno ninja