quinta-feira, 31 de março de 2016

Crítica do Amer: Dead or Alive 5 Last Round


Eu sempre tive fascínio pela série Dead or Alive, desde o seu lançamento. Mas com o passar do tempo, percebi-me ainda mais fascinado com os altos e baixos extremos pelos quais a série passou.

O primeiro título nasceu de uma aposta que o produtor Tomonobu Itagaki fez com a Tecmo, sobre como ele era capaz de criar uma franquia de luta que cativaria os fãs. A ousadia de Itagaki foi responsável pelo Dead or Alive original, que era simples e divertido, mas pouco memorável sob qualquer outro aspecto.

De fato, Dead or Alive poderia muito bem ter desaparecido em meio aos demais lançamentos de 1996, se não fosse pelo elenco feminino da série. Todas garotas com peitos imensos, que balançavam mais que gelatina na mão de gordo com Mal de Parkinson.

O poder da teta rendeu uma boa grana a Tecmo, que deu sinal verde para que o segundo titulo da série fosse produzido. Dead or Alive 2 trazia gráficos incríveis, jogabilidade soberba, e foi lançado no momento certo, para o console certo (SEGA DREAMCAST!!!). Todos estes fatores tornaram DOA 2 um clássico imediato, e lhe garantiram um lugar ao lado de Street Fighter, Mortal Kombat e Tekken, no panteão sagrado dos games de luta.

Isso enquanto Toshinden se afundava na depressão, ao perceber que ninguém no mundo gostava mais dele.

Mas o que vem com uma ascensão meteórica? Exato, uma queda ainda maior! A qualidade dos games seguintes oscilava entre competente e injogável. E embora a série tenha despertado alguma curiosidade com seus games de vôlei de praia (porque qual virgem não delira com a oportunidade de vestir uma peituda com um tapa sexo e tapa mamilos, para depois mandá-la rebolar no meio do mato?), ela nunca recapturou o brilho de Dead or Alive 2.

Então, quando a franquia já estava desacreditada e nem mesmo masturbadores crônicos botavam fé nela, surgiu Dead or Alive 5.... E suas expansões, DOA 5 Plus, DOA 5 Ultimate, e DOA 5 Last Round.

Porque aparentemente, todo o atual staff da Tecmo formou-se na Universidade Federal da Capcom.

Mas e aí? Dead or Alive 5 Last Round vale a pena, ou é apenas mais um, na longa lista de fracassos tetudos da Tecmo?

É o que vamos descobrir!

E caso não tenha ficado claro, este game tem TETA! TETA! MUITA TETA!
TETA PRA TODO LADO! É O MUNDO DAS TETA!!!

A história se passa dois anos após Dead or Alive 4, quando a DOATEC foi destruída e...

...

DOATEC é uma mega corporação que foi fundada pelo pai da Helena Douglas. Isso, a loirinha que canta ópera. Basicamente, a empresa era a Shadaloo deste mundo, e dedicava-se a projetos DO MAL, como clonar a Kasumi... Porque... Motivos...

...

Seja como for, Helena é a nova dona da DOATEC e decidiu acabar com toda essa putaria. Pra começar, ela fechou a divisão DO MAL que havia dentro da empresa, e anunciou um novo torneio de artes marciais, para mostrar a todo o planeta que a corporação agora se dedicaria apenas a causas nobres, como alimentar os pandas famintos da China com carne de ursos polares.

Ok, eu tenho algumas perguntas. Primeiro, como CACETAS um torneio de artes marciais vai provar que a DOATEC é agora uma força para o bem? Financiar torneios de luta é tudo que a empresa fazia quando era voltada ao mal. Ela clonava japonesas e organizava torneios. Só isso. Como raios uma nova competição vai limpar a barra da corporação?

É como o Esqueleto ficar bonzinho de repente, e decidir que a melhor maneira de provar sua mudança é matando os Mestres do Universo e tomando Etérnia, pra dar o planeta aos órfãos depois.

Segundo, a Tecmo tinha muita certeza de que as pessoas prestaram atenção ao enredo de Dead or Alive com o passar dos anos, para darem a mínima importância para o que acontecia aqui. Eu sempre fui fã da série e nunca dei a mínima para a sua história. Eu prestava atenção suficiente nos personagens para entender quem queria matar/encontrar/comer quem, e isso me bastava.

Pessoalmente, eu acho que Leon e Bayman querem se comer

Enquanto nos games anteriores, a história era contada através dos finais individuais do modo Arcade, aqui ela é narrada em um modo específico, dividido em pequenos capítulos (cada um focado em um lutador), que se entrelaçam conforme o roteiro progride.

Através dele é possível entender um pouco melhor as motivações de cada personagem, e podemos vislumbrar seus relacionamentos em maiores detalhes. Por exemplo, Mila é a maior fã do Bass Armstrong de que se tem notícia, e a carreira dele a influenciou incrivelmente... Mesmo ele sendo um astro da luta-livre profissional, e ela uma lutadora de vale-tudo, o que mostra que ela não entende a diferença entre os dois esportes.

Mas verdade seja dita, a história só é realmente interessante para aqueles que já são fãs da série, e tem apego a seu elenco. Para o resto do planeta, este modo é como uma espinha na bunda: Está lá e é impossível ignorar, mas não chama atenção o suficiente para forçá-lo a tomar uma atitude.

Alguma pessoa no mundo prestou atenção suficiente
na série pra ver sentido nesta cena

Muito bem, devo falar dos gráficos.

Eles são espetaculares. E só.

É.

Pois é.

...

Ok, vocês querem que eu fale, não? Muito bem então, aqui vai: TODAS AS GAROTAS DESTE GAME SÃO LINDAS E IMPOSSIVELMENTE GOSTOSAS! MEU DEUS DO CÉU, ELAS TEM CORPOS MARAVILHOSOS! OH! E TODA VEZ QUE UM HOMEM HETEROSSEXUAL JOGA DEAD OR ALIVE 5, UM PÊNIS GANHA UM PAR DE ASAS!

Imagem não relacionada

Mas sejamos justos agora, TODOS os físicos neste game são impossíveis. Claro, as garotas são todas peitudas com bundas perfeitas (menos a Marie Rose), mas todos os rapazes possuem corpos dignos de deuses do Olimpo. Diabos, o tanquinho do Jann Lee é tão sólido que dá pra fazer raspadinha nele.

Enfim, os gráficos são incríveis Todos os personagens foram muito bem construídos e suas texturas possuem um ótimo acabamento. O resultado final é um elenco excepcionalmente bonito, onde tanto homens quanto as mulheres são bastante agradáveis de se olhar.

E um cuidado todo especial foi tomado com a forma como o cenário pode alterar a aparência dos personagens. Arremesse seu adversário no chão, e ele se erguerá coberto de fuligem. Uma luta na praia deixará ambos os lutadores sujos com a areia branca que os cerca, e um duelo na água ensopará suas roupas, com direito a camisetas brancas ficando semi transparentes.

Ademais, ao fim de cada batalha, os personagens estarão com a pele brilhando de suor, com gotas escorrendo por seu rosto e tórax. Podemos sentir o quão excruciante foi a batalha, e o quanto o vencedor está cansado. Um detalhe simples, mas que acrescenta um bocado de realismo a ação.

A única real reclamação que tenho dos gráficos, é que a escala de tamanho dos lutadores não faz muito sentido.

Eu explico!

Nos jogos anteriores, havia uma notável diferença entre os tipos físicos dos lutadores. Bom... Pelo menos, entre os masculinos. Caras como Bayman e Leon, cujos estilos de luta dependem mais de brutalidade e peso, eram claramente mais fortes que Jann Lee e Hayabusa, cujas técnicas enfatizam velocidade.

E Bass era ridiculamente maior que todo mundo. Não só ele era uma cabeça mais alto que todos os seus oponentes, como parecia extremamente largo e pesado, o que é adequado a um pro-wrestler.

Aqui, todos tem mais ou menos o mesmo físico. Não importa o estilo de luta, todos os personagens parecem passar pelo mesmo tipo de treinamento... O que é ridículo. Um mestre do Kung Fu não pode ter a mesma musculatura de um astro da WWE! Isso não faz o menor sentido!

Quanto ao áudio, ele é competente. A trilha sonora não é especialmente cativante (fora uma ou duas músicas), mas faz um bom serviço para estabelecer a atmosfera das lutas. Além disso, o som dos golpes transmite um bom IMPACTO! Cada soco ou chute soa muito satisfatório ao conectar com a cara (ou demais extremidades vulneráveis) do oponente.

E a dublagem é a esperada para este tipo de game, ou seja, um elenco de japas na casa dos cinquenta anos, todos fazendo vozes de colegiais ou de rapazotes.

Porque no Japão, o corpo pode envelhecer, mas a voz permanece KAWAII DESU!!!

Aliás, vocês sabiam que Bin Shimada, o ator que empresta sua voz ao Zack, também dublou o Broly, em Dragon Ball Z? Pois é! Agora vocês sabem, e saber é metade da batalha!

G.I – JOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOE!!!

"Isso é por dublar um personagem ruim que estrelou três filmes!
 TRÊS FILMES!!! E SÃO TODOS BOSTA!!!"

A jogabilidade de Dead or Alive 5 Last Round, é rápida, simples e satisfatória! Exatamente igual a minha performance sexual!

Exceto pela parte de ser satisfatória. Digo, Dead or Alive 5 é satisfatório, a minha performance é... MAS QUE DIABO, POR QUE EU TOU COMPARTILHANDO ISSO COM ESTRANHOS?

Agora, todos sabemos o quanto games de luta 3D podem ser complicados. Tekken, por exemplo. Todo mundo sabe jogar com UM, e APENAS UM personagem. É aquele lutador que você domina, e com o qual você joga, sempre que quer impressionar os amigos ou chutar o rabo dos noobs online. Com os demais personagens, aprendemos UM GOLPE, e o usamos a exaustão contra o computador, apenas para ver seus respectivos finais no modo Arcade.

E Virtua Fighter? Deus, Virtua Fighter! Antes de aprender a jogar com qualquer personagem, você precisa ler os livros do Stephen Hawking, entendê-los, então provar ao velho que ele está errado. Se quiser aprender a jogar com dois, precisa curá-lo de sua doença.

Não estou querendo dizer que Dead or Alive 5 Last Round é um jogo pra gente burra... Se bem que olhando meus dois últimos parágrafos, é praticamente como se eu estivesse...

...

Na verdade eu quis dizer que este game é acessível. Todos os personagens possuem uma enorme lista de golpes, e entre eles, podemos encontrar combos bastante simples (soco, soco, chute, chute, por exemplo).  Dominar um lutador requer muito tempo e treino, mas jogadores que não tenham interesse em jogar num nível profissional também poderão se divertir bastante aqui.

E a curva de aprendizado é bastante amigável. Vamos supor que o indivíduo passou duas horas se divertindo com o Bass, e agora quer dar uma chance ao Rig... E eu acabo de evocar uma imagem tremendamente homoerótica em minha mente.

Enfim, o sujeito terá algum trabalho para se adaptar as diferenças de estilo entre os dois personagens, mas após algumas partidas, ele entenderá como o novo lutador funciona e conseguirá jogar razoavelmente bem com ele.

Além de de seus vastos arsenais de combos, cada personagem ainda possui um Super Golpe, que pode ser acionado quando sua barra de energia cair até por volta de 30%. É um movimento que precisa ser carregado, mas que se conectar, causa um belo dano ao adversário. Além disso, se ao final do movimento, o oponente for arremessado em um ponto específico do cenário (que varia em cada tela), algum elemento do ambiente lhe causará ainda mais dano. Como um helicóptero aparecer do nada e disparar um míssil no infeliz.

Porque isso acontece o tempo todo no UFC. Como não?

Mas ringues eletrificados são comuns no Japão. Assim como ringues com 
arame farpado no lugar das cordas. Deus abençoe o Japão.

Além do modo normal, ainda é possível jogar em dupla. Aqui, o jogador pode trocar o lutador ativo (hi hi hi, “ativo”) quantas vezes quiser, o que adiciona um elemento de estratégia aos combates. Além disso, as duplas possuem um arremesso especial que envolve os dois lutadores, e escolhendo personagens que possuam algum relacionamento (como Hayabusa e Hayate, melhores amigos que interagiram UMA VEZ na série toda), eles terão um arremesso específico que causará mais dano que o normal.

E claro, você ainda pode jogar online, onde provavelmente será massacrado por um moleque de treze anos cuja vida se resume a jogar Dead or Alive 5 e se masturbar furiosamente para a tela de seleção do jogo. Este moleque cretino, que vai passar a tarde mandando mensagens te chamando de “travecão do canil”, mesmo quando você já tiver desistido de DOA e decidir passar algumas horas com Shovel Knight.

Este moleque... Tiaguinho... Maldito Tiaguinho...

...

Em outras palavras, não jogue online. Você será uma pessoa muito mais feliz e mentalmente equilibrada.

Igualzinho ao Amer.

Não se preocupem, pessoas! A Marie Rose tem 18 anos.
Eu espero que ela tenha 18 anos.
Oh Deus, por favor, faça ela ter 18 anos...

Agora, falemos um pouco de DLC.

Oh, DLC.

Este game tem uma das maiores listas de DLC que eu já vi. A começar pelo update que transforma Dead or Alive 5 Ultimate em Dead or Alive 5 Last Round.

Sim, isso acontece.

E a maioria esmagadora dos DLC’s são roupas.

ROUPAS! E a maioria delas serve pra deixar as meninas do elenco semi nuas... Porque motivos.

Agora, verdade seja dita, alguns pacotes de roupas são bem legais, como as especiais de Halloween, mas a maioria é uma bela bosta. E se algum jogador for maluco (ou rico) o bastante pra tentar comprar tudo, ele não vai desembolsar menos de 150 pratas.

Em roupas.

Em um videogame.

Pra brincar de Barbie virtual, praticamente.

Os personagens de DLC são outra história. Marie Rose, Nyotengu, Honoka e Raidou acrescentam um bocado de longevidade ao game e valem o investimento.

Mas as roupas?

As roupas não. De jeito nenhum.

Aliás, se jogar Dead or Alive 5 Last Round no XBONE ou PS4, terá a personagem exclusiva Naotora Li, da série Samurai Warriors!

Porque a Tecmo e a Koei são um casal hoje em dia, e dividem suas personagens como se elas fossem o beck da galera.

E tirar a dignidade de uma orgulhosa guerreira feudal é uma
boa atividades para se fazer com sua alma gêmea

Eu pensei em encerrar este artigo com um longo monólogo condenando os Guerreiros da Justiça Social que condenam este game (e praticamente toda a indústria) por “objetificar mulheres”.

Mas honestamente, não estou com saco. Então direi apenas isso: Dead or Alive 5 Last Round é sexy.

É um ótimo game de luta, bom para veteranos e novatos, mas também é sexy. Ele vende sexualidade, com mulheres deliciosas e homens lindos. E se deixar seus valores pudicos de lado, você poderá se divertir um bocado.

Porque sexo é bom, é saudável, é benéfico para a mente e o corpo. Melhora a auto estima e o humor, e ninguém deveria ser condenado por aquilo que acha sexualmente excitante.

Não me importa se você é um cara hétero, uma garota hétero, um gay, uma lésbica, bissexual, o que for, você vai encontrar algo aqui que vai mexer com suas gônadas. E não há absolutamente NADA de errado nisso.

Meu conselho como jornalista é: Jogue Dead or Alive 5 Last Round. Porque é um game muito bem feito e irá te divertir muito.

Mas meu conselho como ser humano é: Jogue Dead or Alive 5 Last Round, e se ficar sexualmente excitado ao fazê-lo, tanto melhor.

No fim, é só uma fantasia, que se encerrará quando você desligar o console. Então aproveite-a enquanto puder.

Cheers!!!

13 comentários:

オンライ disse...

Hmmmm... Seios... =3

Júlio Cezar disse...

Cara.... já gastei taaaaaaaaaaaaaaanta grana (e espaço no limitadíssimo hd do XOne) com essas roupinhas. :/

Alex Souza disse...

Ótimo artigo Amer!!! Devo confessar que NUNCA joguei DOA, não sei o motivo simplesmente ignorei todas as sequências do jogo. Preciso corrigir isso.

Helio Mendes Jr ou Kamen Homer disse...

Amer o que voce acha do Panaca do Jim Sterling que vive condenando esse tipo de coisa?

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

Boa análise Amer.

Em DOA, geralmente escolho sempre as personagens femininas. Kasumi, Tina, Ayane, Lisa e outras meninas são divertidas de jogar (pelos motivos errados também é claro! ) já o elenco masculino... São quase todos tão genéricos quando os personagens de Virtua Fighter. Menos o Ryu Hayabusa que ele é A PORRA DO NINJA GAIDEN, de resto... talvez o apenas Bass e só. se pintar uma promoção na Steam, quem sabe o pegue, mas duvido muito.

Emanuel França disse...

Só sei que só jogo com o Jann Lee e boto o Hayate como inimigo por motivos puramente sexuais.
Eu até curto as mocinhas, mas os caras... Um mais lindo e gostoso que o outro X3
Só falta um tio de 45 anos com cabelo grisalho e umas flacidez pra eu colocar pra lutar contra o Eliot <3<3<3<3<3
Além de vender sexo (amo uma putaria descompromissada e debochada, é praticamente o funk dos games), o jogo é rápido, tem combos gigantescos e fáceis e é muito competitivo (e em embarca o publico feminino e masculino homossexual <3). Sério, além de Soul, tem jogo de luta melhor? :)
Conheci hoje e amei esse lugar :B

Amer H. disse...

Esse tio se chama Bass, Emanuel.

Denderotto InfiniteGames disse...

Tecmo tá bem pior que a Capcom hoje em dia. Esse jogo tem mais DLC que qualquer jogo que eu já vi, e não deve parar até eles resolverem começar a pensar em DOA 6.

Adriano Neto da Silva disse...

Joguei DoA no saudoso PS1, mas ele era mais divertido no Saturn. Depois fui muito feliz em jogar DoA2 no Dreamcast - o jogo era de encher os olhos e tinha uma jogabilidade dinâmica e divertida (me sentia mesmo dentro de um anime, desse cheios de ação). Não joguei o DoA 3 e 4, mas joguei esse 5. É um bom jogo, mas não tem o charme e o impacto do DoA2.

Pessoalmente, não curto Tekken, apenas por conta da estranha física que rege este: socos retilíneos horizontais que projetam os oponentes como foguetes na vertical - combos que levantam defunto, literalmente - e a falta de carisma geral que a pérola da Nancom emana. Não disse que é ruim, só não me atraí.

Agora, essa de sexualidade em games, filmes, enfim, tudo, quanta hipocrisia! Crianças podem assistir o jornaleco da tarde da Record e ver corpos mutilados e demais tipos de homicídios, os fps de hoje são tão ou mais sanguinarios e realistas quanto um documentário sobre a Guerra do Iraque, filmes entregam gente sendo estripada e explodida em 3D... Agora, se um mero Street Fighter V mostra uma suposta lolita anabolizada loira dando um inocente tapa na bunda, a mídia especializada cai matando a pau, a censura age indiscriminadamente... Céus, sexo é vida! Não fosse pelo sexo, não estaríamos perdendo tempo lendo as publicações deste blog, tão útil quanto quanto pílula de farinha. Claro, pornografia exacerbada já é cúmulo. Mas nada tem de mais curtir um jogo sexy. Fodam-se os hipócritas.

Amazing Leo disse...

Ótima crítica.

E não é só no japão que os caras lutam num ringue cercado de arame farpado.

Victor Teixeira disse...

O que eu já gastei de grana com esse jogo kkkkk eu so jogo tag por poder jogar duas, as preferidas sendo momiji, kokoro, tina, mila, hitomi, la mariposa, tem espaço até pra marie rose, uma graça ate quando perde, para de chorar só pra ver se tão prestando atenção nela.
O jogo tem muito fan service, que durante a partida a gente nem repara. Se fizerem um 6 não sei se seguiriam o mesmo formato, gratuito podendo comprar e toneladas de dlc.

Alias, o golpe esse que pode ser carregado quando a barra estiver piscando vermelha em volta, pode ser usado pra finalizar um combo. É, eu fiz o tutorial.. XD

E comprei o ultimate em disco, pra liberar todos (menos os honoka, marie, raidou, etc), depois de ja ter liberado alguns.. Mas agora tem um update pra fazer e não sei se é minha internet mas não baixa por nada nesse mundo. :/ pelo menos o last round com os que ja comprei jogo de boas.

E tem promoção na psn de um pacote de "fatos de verão" até vinte e poucos de abril. Eu sou um incorrigível

Kasumi Mugen Tenshin disse...

Bem, vamos lá. Tirar a dignidade de uma guerreira feudal? Por causa da roupa sensual de tigresa? Se for por isso a KOEI tirou a dignidade dela antes porque essa roupa foi lançada como DLC pra própria Naotora Ii (não "Li") em Samurai Warriors 4, isto é, bem antes de ela ser lançada como DLC pro DOA5LR.

Felipe Destefani disse...

se doa 2 tivesse os graficos e audios da atualidade seria obviamente o melhor da frnquia