segunda-feira, 28 de março de 2016

Crítica do Amer: Mortal Kombat X


O XBONE e o Playstation 4 já estão no mercado há quase três anos, e eu ainda não vejo sentido para a existência destes dois aparelhos. Não é como se eles tivessem revolucionado a forma como jogamos videogame nos últimos dez anos.

O Playstation original introduziu gráficos totalmente 3D, e permitiu que os games apresentassem novas formas de narrativa, que seriam impossíveis nos tempos do Super Nintendo e Mega Drive. O Playstation 2 ampliou estes limites, e sua tecnologia deu aos programadores a oportunidade de criarem obras sobre os quais falamos ainda hoje. E com o Playstation 3, pudemos ver como a jogabilidade online iria modificar para sempre a forma como a indústria de games opera.

O que temos na geração atual, são aparelhos que fazem o mesmo que seus antecessores, mas com gráficos 10% melhores.

E qualquer um que tenha jogado The Order 1886, sabe que bons gráficos não fazem um bom game.

Dito isso, ainda não comprei nenhum console da atual geração, e não me vejo fazendo isso por uns bons cinco anos. Ainda tem muita coisa boa pra se jogar no Playstation 3, Xbox 360 e Atari 2600.

Mesmo assim, vez ou outra aparece um título para os novos sistemas, que eu fico com o pinto coçando pra jogar. E é nessas horas que lamento o fato de não ter os pesos de papéis caríssimos que a Sony e a Microsoft colocaram no mercado.

Felizmente, eu tenho amigos milionários, donos de todos os videogames do mundo, e que vivem em mansões, cercados de modelos de topless e montanhas de cocaína capazes de fazer Tony Montana agir com humildade.

E uma bela noite, um destes amigos me convidou para uma orgia monumental. Foi quando estoicamente me sentei em seu sofá, e desfrutei de Mortal Kombat X por sete horas seguidas, enquanto jatos de sêmen e sangue, e cortinas de fumaça de cocaína se abatiam contra cada centímetro de meu corpo.

E agora, é hora de revelar a vocês como foi minha experiência com este jogo.

Posso dizer desde já que foi enriquecedora.

O enredo continua a história do Mortal Kombat lançado em 2011. Como aquele era um reboot/resumo dos três primeiros jogos da série, lançados na década de 1990, podemos deduzir que este é um reboot de Mortal Kombat 4.

Podemos deduzir também que o pessoal da NetherRealm Studios desistiu de tentar contar histórias novas com seus personagens, e vai só requentar o material que já possui, daqui até o fim dos tempos. Mortal Kombat XIV provavelmente vai ser um reboot do reboot.

E no fim, todo mundo vai ficar feliz. Porque fãs são idiotas.

Nossa história começa dois anos após o jogo anterior. Shinnok, o vilão da série que nunca emplacou com os fãs, tenta tomar EarthRealm. Como 90% dos heróis da série foram mortos na cena final de Mortal Kombat, cabe a Johnny Cage a Sonya Blade, o ingrato trabalho de chutarem o rabo do deus ancião.

Assim eles o fazem. E em seguida eles chutam o rabo de Quan Chi, o que restaura Scorpion, Sub-Zero e Jax de volta a vida, porque MÁGICA!!!

Além disso, Cage e Sonya ficam cheios de saliência um pelo outro, porque é isso que acontece quando um casal mata deus. Eles fornicam e fabricam uma filha, o que é extremamente conveniente, porque a etapa seguinte da história se passa vinte anos depois, e passamos a acompanhar as aventuras de Cassie Cage e sua patotinha feliz, composta de filhos e parentes distantes dos heróis clássicos da série.

É como A Lenda de Korra. Se A Lenda de Korra tivesse um roteiro previsível e lotado de clichês que foi terminado as vésperas de seu prazo de entrega.

Johnny: Sexo no meu apartamento, ou no seu?
Sonya: Eu divido um alojamento com quarenta pessoas no quartel.
Johnny: Ok, no seu então!

Enquanto isso, a morte de Shao Kahn criou um vácuo de poder em Outworld, que foi rapidamente tomado por Kotal Kahn, um sujeito que parece um deus azteca, algo que o deixa totalmente deslocado em meio ao elenco da série.

Mas o novo Kahn (eu acredito que em Mortal Kombat, “Kahn” é um título) não governa sem oposições. Mileena, “filha” de Shao Kahn lidera um exército de insurgentes e visa tomar o trono, que ela vê como seu por direito. Uma guerra civil toma conta de Outworld, e Cassie e os Batutinhas são enviados como mediadores, porque motivos.

Em meio a toda essa zona, Shinnok ressurge e quer tomar a Terra e Outworld. Nossos heróis não podem permitir, TUM, POF, SOC e demais onomatopeias de violência explícita ocorrem no processo.

Mortal Kombat X usa o mesmo tipo de modo história que a NetherRealm introduziu em MK Vs. DC Universe, e que usou em todos os seus jogos nos últimos anos: A narrativa é dividida em capítulos, em cada um deles o jogador controla um personagem diferente, e podemos acompanhar o desenrolar de eventos tanto do ponto de vista dos heróis quanto dos vilões.

É um conceito interessante, mas o problema com ele é que nem todos os personagens são igualmente carismáticos. Pelo menos metade do modo história é encarado com um misto de ressentimento e impaciência, enquanto o jogador apenas aguarda a chance de controlar um lutador de quem goste mais.

Há também o problema de que o vilão, Shinnok, nunca caiu nas graças do público. Ok, ele é um deus velho e perverso, e daí? O mundo de Mortal Kombat é habitado por ninjas de fogo do inferno, gigantes de quatro braços, princesas asiáticas com 10.000 anos de idade, feiticeiros que parecem o Cary Tagawa e por aí vai. Um personagem pão com ovo como Shinnok não é intimidador o suficiente para a posição em que foi colocado, mesmo com o ato final da história se esforçando para mostrá-lo como uma ameaça absoluta.

Shinnok: Eu trago trevas e horror! Curvem-se ou morram!
Tiaguinho: CALABOCA! SHAO KHAN É MAIS LEGAL QUE VOCÊ!
Shinnok: Aaaaaaaah, mas eu trago trevas... Poxa vida...

Por outro lado, o elenco traz uma mistura bastante interessante. Sendo completamente honesto, games de luta sobre a celebração a personagens que aprendemos a amar com o passar do tempo. A maioria das pessoas não joga Street Fighter para contar os frames necessários pra encaixar o combo perfeito, mas porque elas gostam de Ryu, Ken, Chun li, e de todas as boas lembranças que vem com eles.

Lembra quando a Capcom lançou Street Fighter III, e os únicos personagens clássicos na máquina eram Ryu e Ken? Lembram do caos nas ruas que se implantou? CLARO QUE NÃO! NÃO HOUVE CAOS ALGUM! Só um bando de gordos virgens que ficavam reclamando um pro outro sobre o jogo, depois voltavam pra casa e se masturbavam pra uma imagem da Chun li.

Imagem essa que levou sete horas pra ser baixada em um modem de 56Kbps, e que acabou com o cartucho de tinta da impressora.

Que tempos terríveis!!!

Enquanto hoje, é possível encontrar animações pornôs em alta resolução
estreladas pela Mileena. Deus abençoe a internet!!!

Onde eu estava? Sim, o elenco de Mortal Kombat X.

Vários dos personagens originais retornam nesta versão, e temos a oportunidade de ver como vinte anos os modificaram.

Johnny Cage não é mais o panguão de antigamente, e assume o papel de mentor para a nova geração de guerreiros. Ele se tornou responsável, e sua atitude brincalhona agora é mais para manter o clima leve para os novatos, pois ele sabe que eles tem uma missão difícil pela frente.

Sonya foi promovida a general e é uma completa workaholic, com seu trabalho dominando cada aspecto de sua vida. Graças a isso, ela se fechou, e não sabe mais se relacionar com as pessoas, seja seu ex-marido ou sua filha.

Aliás, achei bem legal o fato de que Cage e Sonya se casaram mas não viveram felizes para sempre, pois isso acrescentou muita tridimensionalidade aos personagens. E embora tenham usado o tropo do “casal que se separou porque um dos dois trabalhava demais e não dava atenção aos filhos”, eles fugiram ao clichê de jogar a responsabilidade do divórcio nas costas de Johnny, como seria o padrão em qualquer outra mídia.

Bom, sejamos francos, mostrar Johnny Cage como um workaholic sisudo iria totalmente contra a essência do personagem. 

E também gostei que fugiram ao clichê de mostrar Sonya como a vilã dessa história. Ela é apresentada como uma pessoa que fez escolhas que talvez não tenham sido ideais e que precisa lidar com elas. Novamente, algo que a torna muito mais interessante e profunda.

Além disso, a NetherRealm foi ousada ao modificar Scorpion e lhe dar uma forma humana, pela primeira vez desde que ele foi criado. Ele e Sub-Zero agora são mestres de seus respectivos clãs, aliados e também compartilham de sua sabedoria e experiência com a nova geração.

E também são dois senhores parrudos e barbudos. O público feminino e o público gay agradecem.

O segredo da deliciosidade é a barba. Sempre é a barba.

Os novos personagens são muito bons, e carregam bem a tocha que lhes foi passada pela geração anterior. Cassie Cage é uma mistura interessante das características mais óbvias de seus pais, entenda-se, a língua afiada de Johnny, e o temperamento explosivo de Sonya. Ela é o tipo de garota que ao ver um cara sem calças na rua, gritaria: “Hey, você tem pau pequeno!” E então quebraria seu nariz quando ele ficasse ofendido com este comentário.

Jacqui Briggs, filha de Carl Weat... do Jax, é a melhor amiga de Cassie (CLARO QUE É, COMO NÃO?) e é mais calma e ponderada que ela, normalmente servindo como a voz da razão e impedindo que a amiga saia espancando todos os mendigos sem calça que encontra pela rua.

Também temos Kung Jin, primo caçula de Kung Lao e um membro da White Lotus society que carrega o legado de seu parente famoso e de Liu Kang. Ele começa a história como um cretino que destrata a todos, incluindo seus amigos, e a termina como um cretino legal, em quem todos queremos dar um abraço.

E tem o Takeshi Takeda, filho do Kenshi... Que também está lá.

...

Não dá pra acertar todas.

Muppet Babies, we make our dreams come true!
Muppet Babies, we'll do the same for you!

E os vilões também receberam reforços muito interessantes. Temos D’Vorah, a mulher inseto que consegue ser sensual mesmo sendo uma infestação ambulante, Erron Black, um cowboy ridículo que cai como uma luva no elenco colorido da série, e Ferra/Torr, um bruto e uma garotinha que trabalham em equipe ao melhor estilo Master Blaster.

Em termos de criatividade, o pessoal da NetherRealm está de parabéns.

Mas e quanto ao resto do jogo?

Como em todos os títulos que são ejaculados por Ed Boon e sua gangue de mandriões alegres, a apresentação de Motal Kombat X é uma sacola de sortidos.

Os gráficos são bonitos... Quando olhados de uma distância adequada. De longe, todos os personagens são bem feitos, detalhados e possuem uma animação impressionante. Mas assim que a câmera se aproxima, podemos ver como alguns dos modelos tem traços faciais estranhos, e como as texturas de pele nem sempre parecem naturais.

E isso não é uma constante, pois alguns personagens são muito bem construídos, especialmente os não humanos. Isso apenas ressalta o quão estranhas ficaram as feições de certos membros do elenco.

E não é como se ISSO fosse melhorar
a aparência de alguém

O áudio é incrível, com músicas que complementam a ação, mas não se sobressaem a ela, e efeitos sonoros que se adéquam perfeitamente a cada situação na tela. De fato, muitos dos Fatalities só funcionam porque o som do jogo os torna especialmente repulsivos.

E se optar por jogar em inglês, você poderá desfrutar do excelente trabalho dos atores e atrizes originais, que conferiram vida e muita personalidade a todos os heróis e vilões desta obra.

Claro, dá pra jogar em português... Aí você tem a Pitty.

...

A dublagem em português não é boa, mas sendo muito justo, acho que isso se deve mais a falta de experiência dos atores brasileiros em trabalhar com videogames. Em uma entrevista, Ettore Zuim (dublador do Batman em Injustice: Gods Among Us) explicou que os dubladores recebem apenas suas falas, muitas vezes sem o contexto completo da cena, e isso dificulta muito o trabalho de interpretar emoções para o personagem.

Mas bem, dublagem de games no Brasil é algo muito novo ainda. Acredito que com o tempo este quadro irá melhorar.

E precisamos falar da Pitty.

Vou ser honesto, não gosto da música dela, mas a acho muito inteligente e gata. E claro, seu trabalho como Cassie Cage foi terrível, mas acho que ela foi mal dirigida e não atuou com a energia que já mostrou ser capaz de ter.

E ela foi humilde, reconheceu as falhas de sua performance e admitiu que não tinha experiência neste tipo de trabalho, o que aumentou o meu respeito por ela em 87%.

Portanto Pitty, se estiver lendo isso, saiba que ainda estou solteiro, lavo, passo, cozinho e posso massagear seus ombros todas as noites se você quiser.

Agora, falemos dos Fatalities, que é por isso que ainda jogamos Mortal Kombat.

Esse cara não parece bem! Melhor dar água pra ele!

Bem, eu não sou programador, então tudo que vou falar no próximo parágrafo, são deduções que tirei da bunda.

A meu parecer, os criadores do game construíram os personagens em camadas específicas: Pele, músculos e tendões, ossos, e órgãos. Da mesma forma, foram programadas formas específicas em que seus corpos seriam destruídos, e reações para cada tipo de morte.

Graças a isso, vários lutadores acabam usando Fatalities que causam o mesmo tipo de dano no corpo do inimigo. Jacqui e Kano perfuram a cabeça do adversário, Kung Lao e Ferra/Torr os rasgam ao meio, e tem um bocado de decapitações aqui.

No fim da história, poucos Fatalities se tornam memoráveis de verdade, e os realizamos ao final da luta pelo mais puro hábito.

Já os Brutalities, são bem mais interessantes. Para realizá-los, o jogador precisa preencher certas condições durante a luta (não perca rounds, esteja com 50% da energia, não more mais com a sua mãe), e então deve encerrar a luta com um ataque especial específico. Fazendo tudo direitinho, o adversário é eliminado de forma crua, rápida, e muito mais orgânica do que com um Fatality.

Pessoalmente, acho os Brutalities muito mais divertidos que os Fatalities, mas aí fica ao gosto de cada um.

Predador: CAÇA AO COELHO
Kenshi: CAÇA AO PATO!
Predador: CAÇA AO COELHO!
Kenshi: CAÇA AO PA-AAAAARGH!!!
Predador: CAÇA! AO! COELHO!

Pra encerrar, quero falar de DLC’s. Isso mesmo, de conteúdo para download.

Para os dois de vocês que não sabem, DLC é conteúdo avulso de um jogo, vendido em separado pela internet. No passado, este tipo de produto era conhecido como “expansão”, mas este termo caiu em desuso por motivos que logo serão claros.

Agora, temos dois tipos de DLC. O bom e o ruim.

Bom DLC é aquele que aumenta a longevidade de um game, acrescentando novidades a ele para nos manter interessados. Por exemplo, os DLC’s da série Fallout.

DLC ruim é aquele onde material é removido de um jogo completo, e nos vendido a parte. É como se você comprasse um Big Mac, te dessem só o pão, e o resto do sanduíche tivesse de ser comprado a parte.

Foi o que a Capcom fez com Street Fighter X Tekken. E quando as empresas começam a fatiar um produto completo e vender suas partes para o público, estas partes não podem mais ser chamadas de “expansão”, capisce?

Mortal Kombat X consegue trazer aquilo que há de pior e de melhor na cultura dos DLC’s.

Por um lado, a WB Games teve a cara de pau de bloquear o Goro (que estava no disco desde o lançamento) e dá-lo como brinde para quem comprasse o jogo na pré-venda. Claro, ainda seria possível adquirir o personagem através da PSN ou Xbox Live... Mas ter de pagar novamente por algo que você já comprou, é ridículo!

Por outro lado, os personagens do Season Pass estão entre os melhores DLC’s que eu já vi. Não só o NetherRealm Studios conseguiu revitalizar dois personagens antigos e chatos (Tanya e Tremor) como nos deu a chance de jogar com Jason Voorhees e o Predador.

E já que eu falei da Tanya, aqui está ela,
envolta em intestinos.

E isso apenas no primeiro lote de DLC. O segundo (XL) trouxe mais quatro personagens e Fatalities de cenários, algo que faltou no lançamento deste título.

DLC’s existem por causa da ganância de executivos. Eles não ficam satisfeitos em vender seu jogo uma vez para o público, eles querem obrigar as pessoas a investirem ainda mais grana naquilo que já adquiriram, e em grande parte das vezes, não oferecem um produto de qualidade equivalente ao preço exigido.

Aqui, embora o conteúdo extra custe caro, em minha opinião pessoal ele vale cada centavo (exceto o Goro, talvez). É possível perceber um grande cuidado dos produtores do game em oferecer conteúdo extra de quantidade, além de um carinho todo especial no tratamento que os monstros do cinema receberam quando foram transformados em lutadores pessoais.

Eu espero que a WB Games aprenda com este game, e dedique-se a lançar apenas DLC com o nível de qualidade oferecido em Mortal Kombat XL.

...

Nah, eu sei que isso não vai acontecer. Mas contanto que não ofereçam o modo Single Player como um download separado, acho que está tudo bem.

Diabos, Capcom. Você me dá nojo!

Mais nojo do que o chili que será feito com a D'Vorah,

Em resumo, Mortal Kombat X é um excelente game, e uma das melhores coisas que vieram com a atual geração de consoles. Uma peça obrigatória para a coleção de qualquer dono de Ps4 ou XBONE.

JOGUE!!!

Ou não. Você pode ignorar minha opinião se quiser, e dedicar seu tempo as versões remasterizadas de Gears of War e Uncharted. Porque foi pra isso que você comprou um Ps4 ou um XBONE, pra jogar games da geração passada, com uma melhora de 10% nos gráficos.

Faltou falar de alguma coisa? Ah sim, da jogabilidade! Pois bem, ela é simples de aprender e difícil de dominar. Tudo que você precisa para terminar o jogo com qualquer personagem é aprender um de seus combos e usá-lo a exaustão. Exceto se estiver jogando no nível mais difícil, neste caso, terá de aprender dois combos e um golpe especial.

E depois, você pode levar todo conhecimento que adquiriu jogando contra o computador para as competições online, onde será massacrado por um moleque que ainda não tem um pêlo sequer no corpo, e que passará as próximas horas te xingando de “travesti viado”.

E é por isso que eu nunca jogo online.

Cheers!!!

21 comentários:

C disse...

Cinco ratos borrachudos pelo texto e um extra pela referencia

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

bom review. e não achei a dublagem da Pitty na Cassie Jones tão ruim. ao menos a Pitty teve mais humildade ao admitir a pessima performace que o Roger no Battlefield Hardline.

Adan Ribeiro disse...

Frustração... Achei que vinha a lista de 10 JRPGs... Beijo do gordo!

Juninho! disse...

Mortal Kombat X deu incríveis passos à frente no gameplay, mas retrocedeu feio na vida útil do jogo.

Por mais que a Capcom seja nojenta, ela fez um trabalho melhor com Street Fighter V em vista do IV, que apesar de muito choro, tem um Survival excelente e desafiador, que por si só tem mais vida útil que qualquer modo de MK ou SFIV.

Mas, MKX ainda num deixa de ser bom um jogo, mas vale ressaltar que: é ridículo de desanimador o aprendizado do jogo e ele não vale à pena ser comprado em preço cheio, principalmente com a WB fazendo algumas sacanagens tipo fez com a galera do PC no Arkham Knight e tirando o MKXL da possibilidade de compra no PC.

Israel Damasceno disse...

Muito bom amer(não tenho muita criatividade comentarista)

Layne Staley disse...

Salve Amer! Excelente artigo como sempre. Só uma sugestão: agora que tem o Canal, por que não fazer essas criticas por lá? Nada contra os games trash/retrô, me divirto bastante com eles, e sei do trabalhão que deve ser gravar esses Let's Play, mas acho que falar de lançamentos ou jogos atuais alavancaria bastante seu canal. Ao contrário dos moleques fanboys tentando ser engraçados, você realmente manja de games e tem um senso de humor autêntico.

Se eu morasse perto de você, emprestaria meu ps4 para você fazer seus vídeos. Mas que tal falar com o seu amigo?

Sucesso!

Amer H. disse...

Já pensei nisso, Layne. Mas por diversos fatores, isso não é possível no momento.

Mas no futuro, quem sabe? Fique de olho, divulgue meu canal, ME MANDE DINHEIRO!!!

Bruno Roberto disse...

Muito bom review! Amer,coloca nota nos reviews, pra gente saber o quanto você gostou dos jogos/filmes que você faz review.

Shadow Geisel disse...

Amer, acho que essa questão do salto tecnológico é problema mais da tecnologia, e não dos consoles em si. Provavelmente não veremos mais uma diferença tão grande entre uma geração e outra, e esse fenômeno já era previsto. Eu prefiro que os jogos não deem um salto tão grande, mas problemas como loads muito demorados sejam resolvidos. E acho que rolou uma contradiçãozinha na sua afirmação: os jogos não evoluíram mais que 10% em visuais, e depois você cita The Order, um dos jogos mais bonitos já feitos? Cara, te desafio a jogar The Witcher 3, mesmo nos consoles, e dizer que não tem diferença grande pra um jogo de geração passada.

Shadow Geisel disse...

Por esse exemplo da série Fallout e DLCs, acho que o Amer não jogou o Fallout 4 e o DLC Automatron. Só uma dica: não baixe. Nem por cinco dólares...

Amer H. disse...

The Order 1886 e The Witcher 3 são as exceções. A média ainda é muito pouco superior a aquilo que a geração passada era capaz de fazer.

Consoles que conseguiram gerar The Last of Us e GTA V ainda tinham gás. E pouca coisa na geração atual conseguiu superar de fato estes títulos em termos de visual.

Will 2 disse...

Amer,as vezes você é estranho:Cita aparelhos como o Nintendo Wii como ruins pois tem a potência de uma torradeira(mesmo ele sendo muito bom pois mostrou um outro lado da industria ignorada pelos hardcores)e também cita aparelhos da nova geração como ruins(que...é,por enquanto realmente não valem a pena).Gostaria de saber a sua verdadeira opinião sobre esses dois lados.
Enfim cara,gostei do artigo,acredite ou não espero até hoje a sua última parte do crepúsculo.
Valeu cara e até.

Tuth silva disse...

Belo review cara

Will 2 disse...

Hahaha,o Tuth gosta do Amer também.Nada mal cara,nada mal.

Cleyrthom Gamer disse...

Mortal kombat X é ótimo, mas ainda acho Killer Instinct o melhor jogo de luta para o One, Só n gostei da maneira em que o jogo foi lançado(Por dlcs).

Cara essa política das empresas de games de vender o jogo por partes va fazer com que tenhámos um novo Crash do videogames.

Cleyrthom Gamer disse...

Desculpem os erros, estou digitando no celular.

Cleyrthom Gamer disse...

Realmente,Concordo com você!
O Wii têm jogaços como Mario Galaxy, The Legend of Zelda Skyward Sword, Metroid Prime 3 Corruption e Resident Evil 0 e 1 Remake foram por anos jogos exclusivos do Gamecube e Wii. Ou seja teve jogos para gamers casuais e hardcores.

Tuth silva disse...

É Will também fiquei supreso por você gostar do Amer, e Cleyrthom eu entendo a sua dor.

Will 2 disse...

Acho que o problema é mais complicado Cleyrthom,o crash de 1983 aconteceu por muitos fatores,mas acho que o principal era porque era uma industria muito nova.Hoje em dia,apesar do contingente gamer não crescer(e quando tenta,é tratado com desprezo,vide o Nintendo Wii),eles são um público muito fiel,que engole muita coisa errada que a indústria cria.Sinceramente,tem que ser algo muito absurdo para realmente começar á incomodar os principais mercados.

Cleyrthom Gamer disse...

Concordo com seu ponto de vista Will 2, eu exagerei um pouco!
Espero que o NX possa encontrar um equilíbrio entre inovação e qualidade de hardware.

オンライ disse...

Ótima crítica Amer (tive meu pulo tecnológico do Snes para o Ps2, e recentemente para o Xbox 360 e Ps3, porém ainda me perco com os gráficos 3D).
Está faltando let's play de TMNT II Arcade Game ou Turtles in Time.
Fico no aguardo.

Abraços.