segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Crítica do Amer: Marvel vs Capcom 3: Fate of Two Worlds


Por mais de uma década, milhares de fãs ao redor do mundo clamaram por uma continuação para a série Marvel vs Capcom. Por inúmeros fatores (os direitos dos personagens Marvel estarem espalhados por diversas produtoras de games provavelmente sendo um deles) tais pedidos nunca foram ouvidos e aos jogadores restava apenas se lamentarem.

Não mais.

Em 2011, exatamente dez anos após o lançamento do inesquecível Marvel vs Capcom 2 para Arcades e Dreamcast, a Capcom e a Marvel unem forças mais uma vez para mostrar ao mundo como se faz um game de luta.

Como vimos com Street Fighter IV (e com Super Street Fighter IV, obviamente) a Capcom é mais do que capaz de revitalizar suas clássicas séries de luta. A Marvel também está em um excelente momento, lançando um filme de super herói atrás do outro e faturando milhões no cinema enquanto publica sagas em quadrinhos que conseguem (apesar de suas falhas) fazerem muito mais sentido que as da rival DC Comics.

A união destas duas gigantes geraria mais um sucesso e aplacaria a fúria dos fanboys?

É o que veremos!


Não há uma grande história presente no game. Alguma força cósmica desequilibrou a barreira entre as dimensões (aposto que foi coisa de Dormammu) e uniu o universo Marvel aos diversos mundos da Capcom. Agora, heróis devem unir forças para enfrentar a ameaça de Galactus enquanto vilões tentam tirar proveito da situação.


Sério, é um game que te dá a chance de chutar a bunda do Galactus. Você precisa MESMO de uma história de fundo para algo assim?

O elenco do game foi muito bem escolhido. Embora algumas ausências sejam bastante sentidas (Megaman, Strider, Cable e Fanático entre elas), os personagens novos mais do que compensam por elas, com personagens que em minha singela opinião, deveriam ter tomado parte da série desde o primeiro game da série.

Do lado da Marvel, temos minha amada X-23, o sempre bem vindo Thor e nosso querido maluco Deadpool como recém chegados no elenco. Já a Capcom introduz Dante (Devil May Cry), Arthur (série Ghosts n’ Goblins) e o político em quem todos votaríamos, Mike Haggar (de Final Fight) à equação.

Muitos fanboys não gostaram da lista de lutadores, mas sinceramente, qual a vantagem de se lançar um novo game para uma série de luta e manter EXATAMENTE OS MESMOS PERSONAGENS DE DEZ ANOS ATRÁS?

Se quer jogar só com Ryu e Ken, fique com Street Fighter I! Não precisas de Street Fighter IV!

Cada personagem possui um final breve, porém divertido, onde presenciamos muitas pontas de personagens diversos de ambas as empresas. Phoenix Wright, Surfista Prateado, Punho e Ferro e Lord Raptor fazem rápidas aparições que farão os fãs mais devotos darem pulos de alegria a cada vez que encerram a aventura.

E não vamos esquecer de todo o potencial para DLC do game. A Capcom tem aqui a chance de enlouquecer completamente e lançar quaquilhões de personagens novos, ultrapassando até mesmo o absurdo de lutadores disponíveis em Marvel vs Capcom 2.

Será que um dia poderemos montar uma equipe com Duende Verde, Surfista Prateado e Sigma? Só o futuro dirá!


Os visuais e som do jogo são simplesmente fantabulosos. Qualquer um que desgoste deles deveria ser coberto de piche e penas.


Os gráficos não são mais em 2D, não, sinto muito. Também amo sprites de animação em 2D, mas estamos em 2011, dificilmente o game seria feito à moda antiga. Ao invés disso temos modelos em 3D em uma jogabilidade 2D clássica.

Apesar de possuir uma breve semelhança com Street Fighter IV, Marvel vs Capcom 3 possui uma identidade visual própria, com traços mais finos e MUITAS cores, o que faz com que se pareça bastante com uma história em quadrinhos.

Nada mais apropriado, se querem saber.

A animação também é espetacular. Todos os personagens veteranos possuis os mesmos movimentos do passado, reconstruídos em seus novos modelos e que nada devem aos clássicos sprites em 2D.

Como não poderia deixar de ser, a ação é muito rápida, com golpes, efeitos especiais, brilhos e explosões para todos os lados, isso sem mencionar toda a animação presente nos cenários . Mesmo em meio a esse caos absoluto, a velocidade do jogo permanece estável e nunca temos queda de frames de animação, o que seria um problema capaz de quebrar as partidas, caso existisse.

A trilha sonora abandonou os temas de Jazz presentes em Marvel vs Capcom 2 que irritaram tanta gente (eu pessoalmente sempre gostei deles) e traz de volta temas clássicos de seus antigos Arcades. Cada personagem possui uma música própria, os que já apareceram em outros games (isso inclui os heróis Marvel) vêm com versões remixadas de suas antigas canções, enquanto os lutadores novos trazem composições novas, todas muito apropriadas a ação.

A dublagem é uma pérola inesperada, considerando que este é um game de luta e diálogos elaborados não são a primeira coisa que nos vêm a mente neste caso. Ao invés de recrutarem os faxineiros da empresa pra gritarem “Hadouken” por dez minutos e darem seu trabalho por encerrado, os produtores do game recrutaram um grupo de atores de grande experiência e inegável talento para dar voz aos personagens.

Só pra citar alguns, Tara Strong dá vida a X-23, Nolan North (queridinho dos fãs de Uncharted) empresta sua voz a Deadpool e Fred Tatasciore, aquele que na minha opinião é o único dublador do mundo capaz de fazer a voz do Incrível Hulk, interpreta o gigante esmeralda.

As falas do game não se resumem a grunhidos e gritos apenas, cada personagem tem falas específicas, especialmente quando enfrentam oponentes que possuam alguma relação com eles. A maneira como Hulk se refere aos outros personagens é especialmente divertida, chamando-os de “homenzinho do capacete engraçado”, “menina gato” e “homem bigodudo”.

Claro que o Hulk tem uma rixa com Haggar, como não?


A jogabilidade é veloz e furiosa, exatamente como deve ser. Ao mesmo tempo, é simples e acolhe bem aos iniciantes.


Existem quatro botões de ataque principais: fraco, médio, forte e especial. Os três primeiros são aquilo que bem esperamos de jogos de luta do estilo, enquanto o último é o golpe que arremessa o oponente para o alto e deixa sua guarda aberta para um combo aéreo.

Diga-se de passagem, combos são a alma do negócio aqui. Caso nunca tenha jogado um game da série (SACRILÉGIO), a boa e velha combinação “voadora forte, rasteira forte e magia” tão comum em jogos do gênero não funciona aqui, a idéia é quebrar a defesa do inimigo e aplicar-lhe uma sequência de ataques que o arremesse na próxima Terça Feira.

Pode parecer complicado, mas não é, o sistema de Marvel vs Capcom 3 é bastante intuitivo e a maioria das combinações de botões que forem usadas resultarão em um combo. Metralhar o botão de ataque fraco incessantemente não dará em nada, mas misturá-lo com os demais e acrescentar alguns golpes especiais mudam a brincadeira totalmente.

Quanto ao poder dos personagens, o game consegue se manter equilibrado... na maior parte do tempo. Há algumas discrepâncias bastante notáveis entre certos membros do elenco. O Hulk é muito ágil para seu tamanho, o que o torna muito perigoso, já Arthur, Viewthiful Joe e Amaterasu são imunes e muitos ataques altos por causa de sua baixa estatura e a Fênix possui uma resistência incompreensivelmente baixa e pode perder metade de sua energia ao receber um único combo.

Isso pra não falar do Sentinela, que é um dos personagens mais apelões de toda a história dos games de luta. Sério Capcom, mas que diabos?

Felizmente, como o game usa o sistema de lutas em trio e os pontos fortes de alguns personagens podem compensar pelas fraquezas dos demais. Hulk ou Sentinela mais do que compensam pelas fraquezas da Fênix, por exemplo.

Mesmo assim, o potencial de apelação é ridículo. Até o momento em que escrevo este review, já tem um vídeo no Youtube ensinando como se aplicar um combo com 100% de dano usando Magneto. Não duvido que mais vídeos do tipo apareçam eventualmente. Claro, sempre podem ser lançados patches de correção para se consertar esses problemas, mas até lá, sofreremos um pouco.

Já que estou falando disso, o modo Offline proporciona um desafio justo e intenso na maior parte do tempo, mas vez ou outra, os personagens do computador se empolgam e espancam seu grupo como se não houvesse amanhã. Tais momentos são incrivelmente frustrantes, especialmente no início, quando ainda estamos nos acostumando à jogabilidade nova, não sinta vergonha de colocar a dificuldade no “Very Easy” até se acostumar aos controles.

Existe ainda o “X-Factor”, um modo que pode ser acionado quando lhe restar apenas um personagem e que aumenta barbaramente sua capacidade de ataque, defesa e regenera sua energia constantemente por tempo limitado. Enquanto durar este poder, há uma boa chance de se virar a partida, mas ela depende unicamente da habilidade do jogador.

As partidas Online funcionam de modo tão eficaz quanto as de Street Fighter IV e é possível ter uma boa partida mesmo em uma conexão de internet com baixa velocidade. Além disso, o jogo mantém uma ficha personalizada, que mostra seu status de jogo, desde um gráfico que mostra suas estratégias favoritas em batalha até quais personagens são mais usados.

E se me permite um conselho, jogadores que usem personagens populares como Ryu, Homem Aranha e Wolverine não são uma grande ameaça. Aqueles que usam personagens que NINGUÉM usa, como Felicia, M.O.D.O.K e Dormammu... esses sim devem ser temidos.

Confiem em mim.


No fim das contas, a espera de uma década valeu a pena?


Com certeza e sem medo de errar, sim! Definitivamente e absolutamente.

Marvel vs Capcom 3: Fate of two Worlds é um tesouro dos velhos tempos, com uma jogabilidade que consegue ser nostálgica e moderna ao mesmo tempo e que traz uma muito necessária lufada de ar fresco ao universo dos games de luta atuais.

Os fanboys reclamarão, xingarão e dirão que este game nunca irá se comparar a seu antecessor, mas que se danem! Fanboy só presta pra ser usado como lenha!

EXCELSIOR!!!

Cheers!!!

20 comentários:

Nanako Chan disse...

Ameridio. Pode me xingar de puta, vadia, meretriz nipônica ou o que seja, que eu irei matar em meu belo decote de 1 cm de profundidade.

Vou lhe contar sobre a experiencia que eu tive com MVC3. O sistema de 4 botoes nao foi tao chocante pra mim por causa da quantidade de jogos "alternativos" que eu tenho o costume de jogar. Diabos... se voce consegue jogar Arcana Heart, MVC3 nao é um problema tao grande assim, e a grande adaptabilidade humana é um trunfo a se considerar.

Minha reclamaçao foi exatamente do visual comic book que eu insisto e nunca vou mudar de opiniao, deixou o jogo mais poluido que o tietê em dia de entupimento coletivo de esgoto. Nao reclamo que os sprites 2D tenham sido abolidos, Afinal, amo SSFIV. E Rumble Fish tem esse visual 3d com jogabilidade 2d. MAS!!! Os efeitos de sombra e celshading que tentam imitar o tratamento de comics, são sofriveis, sendo em contraponto a iluminação dos modelos 3d do jogo.

Fanboy é uma merda, por isso que eu falo mal de tudo igualmente. E tenho dito.

DENDEROTTO disse...

poxa, queria muito jogá-lo!
Pena eu só ter um bom e velho Ps2 ):

Scariel disse...

To louco,esperando o meu chegar ^^
Mesmo eu ouvindo falar por ae que a Capcom não ia deixar passar combo infinito,já vi um video no youtube de um combo infinito do Akuma.
Amer, como sempre ótimo review!

Avalanche(Lance) disse...

euq uero...ma sme faltam ainda uns três troféus no Tekken 6 XP

juninho-ad disse...

Amer, como sempre, foi fantástica a sua resenha, sempre me divirto demais lendo elas, e porra, como eu ri do lance de "fazer um combo que arremesse o cara na próxima terça feira", realmente ri pra caralho disso... mas eu to doido pra jogar, mesmo não tendo PS3, tenho um amigo (Scariel) que é rico o bastante pra tal coisa... Depois que eu jogar, pretendo fazer um resumo breve no meu blog e deixarei o link da sua postagem como referência, e por falar no meu blog, se quiser visitar e comentar algo, agradeço se alguem do seu calibre passar lá, pelo menos a Bia Chun-Li aprovou... Mas basicamente, eu to doido pra jogar, ainda sinto falta de alguns personagens como você disse, mas eu sinto falta do Captain Commando, Ruby Heart e outros assim, só torcer pra dar tudo certo e um viva pra Capcom \o/

Cyber Woo disse...

Mesmo não sendo um grande apreciador de jogos de luta! Marvel Vs. Capcom 2, me divertiu muito e estou muito ansioso por esse titulo!

Excelente analise! ;)

Panda disse...

Opinião de quem nunca jogou, mas já viu pessoalmente:

O jogo realmente me surpreendeu. Quando vi o primeiro de todos os trailers (Aquele onde tem a Morrigan, Ryu, Wolverine...), pensei que seria idêntico ao Tatsunoko x Capcom, jogo que eu detesto. Porém, ao ver a jogabilidade, fiquei impressionado.
Não consigo formar críticas em relação ao gráfico, à trilha sonora
ou à jogabilidade.

A minha única crítica é em relação à escolha de personagens para o jogo. Sempre quis jogar com o Ghost Rider, e odiei terem colocado aquele vilão do quarteto fantástico, no lugar dos mesmos.

Porém, isso é só um exemplo.

Sei que é uma crítica muito específica e pessoal, mas isso não diminuiu minha vontade de ter esse título assim que eu puder.

Afinal de contas... Se eu não gosto de um personagem, basta utilizar um Proton Cannon nele.

Warndarius disse...

Cara adorei esse game,o final do deadpool foi o melhor...ITS A HYPER COMBO,LIFE BAR IN YOUR FACE

Warndarius disse...

cara minha equipe favorita e Sentinela,Dormmanu,e Wolverine/x-23/morrigan/fenix essa equipe da pra apelar as altaz zoras

Dark_Yamatoman disse...

Pra mim a pior perda foi o Megaman, mas como a Capcom colocou a Lei-Lei no jogo, eu posso perdoar :P

Franci23 disse...

A mudança de personagens para mim foi muito bem vinda, agora em comparação ao MVC2 esta muito mais equilibrado, pois não tinha como comparar personagens como a Roll com personagens mais fortes... Falar a verdade esse jogo foi o que me fez mais a cabeça, sério, esperei como um doido desde que ví o primeiro trailer e agora que tenho uma cópia em mãos só posso pensar numa coisa: Concerteza a Capcom vai lançar uma especie de Super Street Fighter 4 com ele, onde os pequenos problemas serão arrumados e personagens novos serão colocados.

Evil Monkey disse...

Eu tenho o motivo que sozinho é mais do que o suficiente para fazer qualquer um comprar o jogo.

#Spoiler leve#

O Magneto fala "WELCOME TO DIE!!!"

#Cai uma lágrima pelo canto do olho#

Gabriel Martino disse...

Achei o jogo foda pra caralho. Não achei ninguém especialmente apelão. É BEM mais equilibrado do que MvC2.

Mas discordo plenamente em relação a Phoenix. É, a resistência dela é praticamente nula, mas ela dá um dano bom, tem boas magias, e o combo Dark Phoenix + X Factor é arrasador.

Sério, cansei de virar o jogo e matar 3 só com ela.

Panda, bem melhor usarem um só personagem no roster com todos os poderes do que gastar quatro lugares pra algo que daria no mesmo.

Senti falta mesmo foi do Dr. Estranho (mas o Dormammu compensa) e Punho de Ferro...

Mas não tinha como ser perfeito, sempre ia faltar alguém...

Keiju disse...

meu console é bloqueado e jogo novo=jogo caro.

vou ver se em junho compro ele.

Ultimecia disse...

Depois desta review eu quero jogar ainda mais. Pena q vou ter que esperar um tempo até juntar uma graninha
Só achei mancada não pegarem TODOS os personagens presentes nos jogos VS da Capcom anteriores (MvC1 e 2, os jogos do X-Men e Marvel SH), mas acho q não se pode ter tudo

juninho-ad disse...

Concordo com a garota que leva o nome do ultimo chefe do Final Fantasy 8, deveriam ter todos, inclusive das séries anteriores, seria muito interessante cada personagem ter suas versões diferenciadas tudo aplicada no mesmo game, mas querendo ou não, do jeito que ta ficou foda, só pelos videos to doido pra jogar, foda que sou fudido de grana e PS3 pra mim ta fora de cogitaçao por uns tempos...

matheus disse...

excelente artigo como sempre Amer, no nivel do jogo( tá menos. A proposito Amer, já jogou Resonance of Fate? Se sim gostaria de ver um Review dele, se não recomendo que jogue. É de longe o melhor JRPG desta geração.

Rodrigo disse...

Dante, Gouky e Deadpool juntos chutam bundas em velocidade acelerada e assustadora! O Dante comba muito! Comprei pro meu cunhado. Eu ele e minha namorada jogamos o FDS passado inteiro e não enjoamos!

Negrinho disse...

Gostei muito da resenha Amer...

bom só foi eu que não achei equilibrado? (bom então fui o unico a tomar um especial do Thor e ver meu life ser reduzido a 1/3)

outra coisa que eu achei "zuado" foi os DLC's puts não gostei cara.

mas de resto é um jogo otimo só pelo simples fato de vc chutar a bunda do galactus (ou não) já é louvavel.. há e sim Dormanu é sem condições

Gabriel // zGABRIELz disse...

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