terça-feira, 15 de outubro de 2019

Crítica do Amer: Coringa


Parece que não podemos mais ficar um ano sem que um filme acabe sendo ultra politizado por babacas de ambos os lados.

Em 2016 foi o Caça-Fantasmas feminista, 2017 foi Os Últimos Jedi, 2018 tivemos Pantera Negra e agora, em 2019, chegamos ao pináculo com três longas transformados em munição para discussão política: Capitã Marvel, Alita - Anjo do Combate e Coringa.

Deste trio, o filme do Príncipe Palhaço do Crime acabou sendo o mais judiado.

Essa é a sociedade em que vivemos.

...

SIM, EU DISSE A FRASE!!! PODEMOS TODOS IR PRA CASA, MEU TRABALHO AQUI TERMINOU!!!

Bom, não. Vamos falar do filme.

Aliás, alguns spoilers a partir daqui, pois são importantes pra discussão do filme.

Mas antes, quero falar um pouco do circo que a mídia montou ao redor do Coringa.

Heh... “circo”...

Bem, por onde começar? Que tal pelo Twitter? Se você tem uma conta nesta latrina social, deve ter presenciado dezenas, quiçá centenas de chiliques nos últimos meses, vindos de jornalistas, Youtubers e anônimos, todos unidos na missão de condenar o Coringa antes mesmo que ele chegasse aos cinemas.

Acusações de que o filme era “um manifesto dos incels”, que ele “mostraria um homem branco matando minorias”, que o longa era “um sonho molhado da administração Trump”, fora as inúmeras afirmações de que massacres e assassinatos ocorreriam assim que o longa chegasse as massas.

UM FILME SOBRE UM VILÃO DE QUADRINHOS QUE EXISTE HÁ OITENTA ANOS ESTAVA SENDO ACUSADO DE INCITAR REVOLTAS E MASSACRES RACISTAS!!!

Percebem o quão retardado era isso?

A histeria chegou a tal ponto, que muitas pessoas exigiram que o lançamento de Coringa fosse proibido. Não apenas isso, a polícia americana patrulhou diversos cinemas em seu fim de semana de lançamento à espera de tiroteios, e ao menos uma sala foi esvaziada pois um dos presentes demonstrou “comportamento suspeito”.

Qual comportamento, você pergunta? Ele entrou no cinema usando uma mochila.

É.

No momento que escrevo esta crítica, o filme já está em cartaz faz aproximadamente uma semana e meia. Até agora foram registrados ZERO massacres motivados por ele.

De fato, o filme não tem nada a ver com incels, Trump ou militantes racistas. Sua história é uma dura (ainda que meio simplista) crítica a forma como a sociedade trata os doentes mentais, além do conflito de classes existente na sociedade.

Entendam, crianças. Cor, gênero, orientação sexual... Nada disso importa. O único real divisor social é o dinheiro.

Se a mulher-trans-negra-bi-alada tiver dinheiro, ela pode comprar influência e com isso tornar-se um ícone da sociedade. O homem branco-hétero-cis-pobre é um nada pro mundo e continuará sendo, a menos que um dia ganhe na Mega-Sena acumulada.

Mas então, isso quer dizer que a imprensa mentiu? Sim, Robin. Descaradamente.

E por que causa, motivo, razão ou circunstância fariam isso?

Simples: Grana!


Vejam, a mídia tradicional está morrendo. Sites e jornais antes renomados, estão se tornando cada vez mais secundários em um mundo onde as pessoas utilizam o YouTube e as redes sociais para se informarem sobre qualquer assunto.

Você.

É, você mesmo, afundando uma barra de manteiga num pote de Nutella.

Quando foi a última vez que você acessou um site especializado para ler uma crítica de cinema? Ou de games? Ou do que quer que fosse?

Sim, sim. Faz tempo, não?

E quando foi que você acessou o YouTube pra encontrar a informação que buscava?

Sem mais perguntas, meritíssimo.

Pois então, a única forma da mídia tradicional gerar movimentação em seus sites, é através de polêmicas baratas. Sujeito vai, pensa em algo que vai chamar a atenção do público, escreve a notícia mais absurda que pode, com todo tipo de afirmação insana, e a completa com a chamada mais inflamatória que consegue imaginar.

“FILME DO CORINGA É PRÓ-TRUMP!”

De repente, milhões de cliques na pagina, vindos de curiosos, pessoas que querem apenas dar uma boa risada e os cliques do ódio, gerados pela galera que quer ler o artigo pra se enfurecer, e que vai divulgá-lo dez vezes mais do que qualquer um que concorde com o que está nele escrito.

Ok, deu certo uma vez, mas o jornalista precisa agora manter o fluxo de pessoas em seu site. Ele não pode dizer que o filme é Pró-Trump mais uma vez, porque já usou essa carta, ele precisa inventar algo novo.

Daí vem o estalo:

“FILME DO CORINGA TRAZ MENSAGENS DE SUPREMACIA ARIANA!”

Novamente, os milhões de cliques se repetem, sejam de quem concorda, discorda ou meramente quer se enfurecer. A proliferação do artigo em redes sociais se repete e o site gera mais uma fortuna.

Eis que presenciamos a mesma valsa uma terceira vez:

“FILME DO CORINGA VAI ESTIMULAR MASSACRES E MORTES!”

E uma quarta:

“FILME DO CORINGA É FASCISTA, NOCIVO E TRARÁ MENSAGENS DE ÓDIO QUE CAUSARÃO PERSEGUIÇÃO A MINORIAS, ESTUPROS E MORTES.”

Quando a banda se recusou a tocar uma quinta valsa, a imprensa tentou tocar uma polka, atacando o filme por usar uma música de Gary Glitter, artista condenado por pedofilia.

SIM, A IMPRENSA TENTOU LIGAR O FILME A UM PEDÓFILO POR CAUSA DE UMA MÚSICA.

Caso estejam se perguntando, é a música que toca na agora famosa cena da dança na escadaria.

Se tem uma coisa que eu quero que vocês aprendam hoje, é que pânicos morais rendem dinheiro, MUITO dinheiro para alguém. E este alguém sempre é a pessoa que incita tal pânico.

Imagine aquela moça de cabelo verde que tem um canal no YouTube, e que constantemente faz vídeos acusando games de serem sexistas e que condena a "toxicidade" dos gamers. Ela não acredita realmente nessas bobagens, apenas as vocifera pois sabe que atraem milhões de visualizações diárias. Os espectadores trazem dinheiro, notoriedade, influência, logo a menina está dando entrevistas, recebendo contratos para escrever livros, dando palestras em universidades e antes que notemos, ela é uma das pessoas mais ricas e conhecidas do país.

Isso não é de hoje, toda década tem alguma forma de entretenimento que é condenada por um caxias da mídia. Já aconteceu com os quadrinhos, Rock N’ Roll, Dungeons N’ Dragons Magic The Gathering, cinema e games são só as vítimas mais constantes dessa caça as bruxas. Sempre existiram os ardilosos que ajudaram a espalhar histerias coletivas e que encheram seus bolsos com isso.

Foi o que aconteceu aqui.

Assim, da próxima vez que ler um artigo incendiário, ou vir um Youtuber vociferando e alegando que um filme/game/quadrinho/música espalhará o racismo/sexismo/ódio, tenha certeza que essa pessoa não dá a mínima pra causa que alega defender. Ela só quer enriquecer com a polêmica que pretende criar.

E estou felicíssimo em ver como o Coringa arrancou a máscara de toda essa gente.


O filme segue a história de Arthut Fleck (Joaquim Phoenix) um palhaço de festa que mora na opressiva Gotham City com sua mãe enferma. Arthur sofre de uma condição que o faz gargalhar incontrolavelmente em momentos completamente aleatórios, além de mais uma dezena de problemas psicológicos. O rapaz frequenta uma psiquiatra semanalmente e toma remédios suficientes para dopar um elefante, mas nada disso parece facilitar sua vida.

Em seu dia-a-dia, Arthur faz o melhor com aquilo que tem. Ele é um trabalhador dedicado, um filho devotado e que sonha em ser um comediante stand-up de sucesso. O caso é que ele vive em um mundo impiedoso, que não dá a mínima para os fracos e necessitados, algo provado na abertura do filme, onde ele é espancado por uma gangue de jovens.

Este é o tom da história. Arthur é uma vítima. Abandonado, esquecido, constantemente oprimido por uma sociedade violenta e doente, que enaltece os ricos e poderosos e esquece dos enfermos e frágeis. Nenhum momento da história simboliza isso mais do que a cena onde a psiquiatra de Fleck revela que não poderá mais atendê-lo, pois seus fundos foram cortados. “Eles não se importam com você, Arthur. Eles não se importam comigo também”, diz a médica, de forma enfática.

O filme nos mostra a lenta queda de Arthur, que inicialmente tenta ser funcional e feliz, mas que fica mais desequilibrado a cada infortúnio novo que lhe acontece. A loucura crescente do rapaz acompanha a ebulição de tensões sociais em Gotham, onde a população desamparada e pobre cada vez mais volta-se contra o 1%, representado principalmente por Thomas Wayne (Brett Cullen), que aqui é mostrado como uma figura muito diferente do bilionário gentil e honrado de outras versões.

Coringa nos apresenta uma versão da origem do infame rival do Homem-Morcego. Todos sabemos como esta viagem vai acabar, o que nos interessa é testemunhar o percurso. O filme não tenta redimir o vilão ou justificar suas ações, ele apenas nos mostra como um monstro pode ser criado. Não em um laboratório por um cientista louco, mas num apartamento vizinho ao seu, quando o mundo tira tudo dele e não tem nem a decência de lhe olhar nos olhos.


Mas nem tudo são flores. O filme tem um roteiro demasiado simples, levado com mão pesada pelo diretor.

Jay Bauman, do Red Letter Media, descreveu Coringa como “o primeiro Taxi Driver do bebê”, o que é possivelmente a melhor descrição para este filme.

Para quem não conhece Taxi Driver, primeiro, você é um herege imundo e eu te odeio. Segundo, a obra de Martin Scorcese mostra o dia-a-dia de Travis Bickle, taxista do período noturno que trabalha na Nova York dos anos 1970, e que tenta resgatar uma prostituta de 14 anos (Jodie Foster) das garras de seu cafetão. Acompanhamos o lento declínio da saúde mental de Bickle, sua percepção distorcida da realidade e como tudo culmina num tiroteio em um prostíbulo.

Aliás, Bickle é interpretado por Robert DeNiro, que também está em Coringa, e que até parece se importar com o filme do qual está participando.

Enquanto Taxi Driver é lento e deixa muito da loucura do protagonista em aberto para o público interpretar (a cena final, por exemplo), Coringa segura a mão da plateia e lhes oferece informação em excesso, como se tivesse medo que as pessoas pudessem não compreender algo.

Por exemplo, a história se esforça em despejar baldes de desgraça na cabeça de Arthur. Lembram da famosa frase do Coringa? “Só é preciso um dia ruim para levar o mais são dos homens à loucura.” De acordo com este filme, Arthur teve um semestre inteiro ruim. Primeiro ele é espancado por delinquentes, depois fracassa em sua apresentação de stand-up, logo depois perde o emprego e seu número de comédia é ridicularizado em rede nacional por um apresentador de Talk Show (DeNiro), em seguida ele é espancado de novo, só que por mauricinhos de Wall Street... É tanta catástrofe aparecendo na vida do protagonista que eventualmente este recurso deixa de ser dramático. Nos tornamos apáticos as hecatombes que acontecem diariamente na vida do protagonista. Foi como se os produtores quisessem mostrar que Arthur tinha uma vida TÃO DESGRAÇADA, que não havia escolha exceto se tornar um super vilão.

Mas o pior exemplo do filme subestimando a inteligência da plateia é o relacionamento que Arthur desenvolve com sua vizinha. Eventualmente, o filme nos mostra que era tudo um delírio do personagem, e o faz mostrando que na verdade ele estava sozinho em todos os momentos que a imaginou ao seu lado.

Pensem na cena final de O Sexto Sentido, só que mais burra.

O grande problema desta cena é que ela é completamente desnecessária, pois o filme já havia estabelecido que Arthur sofre de delírios constantes. Seria como assistir um filme do Homem-Aranha, e no momento ele aprisionasse o Duende Verde com suas teias, o filme nos mostrasse novamente a cena onde o herói aprendeu a usar tal habilidade.

Honestamente, isso me cheira a interferência dos executivos dos estúdios. Algum engravatado deve ter assistido a versão preliminar do filme, decidiu que era complicada demais e mandou fazer alterações pro público não ficar perdido, como se as pessoas no cinema fossem burras.

Mas considerando que a série dos Transformers, que era equivalente a uma criança batendo panelas por duas horas, foi sucesso nas bilheterias, talvez eles tenham razão.


Quem faz o filme funcionar é Joaquim Phoenix, que pega um personagem não tão bem escrito, e o transforma em uma figura memorável.

Sua interpretação transmite enorme fragilidade e ingenuidade. Arthur é um homem passivo, prisioneiro de sua incapacidade de funcionar no mundo. Suas crises de risos são desagradáveis de ver, não apenas por serem involuntárias, mas pelo óbvio desconforto físico que elas causam ao protagonista. Suas gafes, como o momento em que ele dança para crianças em um hospital e deixa cair uma arma, fazem nosso coração afundar, pois sabemos que são fruto de genuína inaptidão e não malícia.

De fato, a atuação de Phoenix preenche todas as lacunas deixadas pelo roteiro. A forma como ele fala, sua postura e linguagem corporal, antes e depois de sua transformação no vilão, contam muito mais sobre o personagem do que todas as suas falas ao longo do filme poderiam. O ator eleva a qualidade do material e será um crime se ele não for indicado ao Oscar... O que provavelmente vai acontecer, pois há uma grande chance de Coringa ser esnobado pela Academia.

A mesma Academia que em 2017 premiou como melhor filme uma história onde uma dona transa com um peixe.

É.

O resto do elenco é bom, mas nenhum deles tem muito o que fazer, uma vez que a história é totalmente focada no ponto de vista de Arthur. Vale destacar Dante Pereira-Olson como um extremamente jovem Bruce Wayne, e Douglas Hodge como Alfred, mais porque eu não esperava que seus personagens fossem aparecer, do que pelo brilhantismo de suas atuações.


Então... Coringa é bom?

Sim, é bom.

Mas é isso: Bom. É uma boa história de origem, competente em nos apresentar uma nova interpretação de um personagem clássico, mas não é o filme de arte capaz de elevar o gênero dos super-heróis que alguns estão pregando.

E mais uma vez, ignore todo esse papo da mídia sobre “Coringa estimular violência”. O máximo que esse filme pode estimular é a adolescentes agirem feito completos idiotas na internet.


Viu?

Cheers!!!

20 comentários:

Marco disse...

Ah, no fim esse filme não prova nada, só prova que O CORINGA É UM FILHO DA PUTA!!!

- Feira da Fruta... Sempre atual e sempre com razão!

Galomortalbr disse...

para min foi filme do ano, boa review amer

Leandro"ODST Belmont" Alves the devil summoner disse...

Tens razão Amer, pelas críticas que li e ouvi em podcast , só falavam que o filme do Palhaço, do Joker era problemático e iria estimular violência, Sua crítica ao menos foca no que importa, se a estória é boa ou não.

Ao menos aqui explicam porque o Coringa ri o tempo todo, não me lembro se nos quadrinhos explicam esse detalhe em algum momento, mas ao menos essa característica dele vai ser mais conhecida pelo público.

Embora eu deteste o personagem, verei esse filme qualquer dia. Mas a pergunta não cala: não era melhor ter feito outro filme de heróis da DC, para tentar fazer um universo coeso ao inves de desgastar o palhaço de Gotham???

E já ouvi boatos onde o próximo filme de vilão que a Warner quer fazer é a do Lex Luthor...

Enfim, Boa crítica Amer.

Leandro"ODST Belmont" Alves the devil summoner disse...

E sobre a possibilidade de O Joker ganhar um Oscar, no mínimo talvez ganhe uma ou duas estatuetas, mas de melhor filme acho difícil

Bier disse...

Ódio desse cirquinho imundo, que presumiu o conteúdo do filme... Nossa, cara.
Joaquin Phoenix vai ganhar o Oscar porque até quem não entende de atuação babou para o desempenho dele.
Sim, o filme tem problemas, especialmente o excesso de informação que despeja no expectador... Mas não achei desnecessário. Perturbador, sim.
Bom... Está tarde, talvez eu volte pra fazer algumas considerações.
Continue o bom trabalho, Amer!

disse...

Amer, você é uma das pessoas mais habilidosas que eu já vi escrevendo ou falando. De verdade, você é REALMENTE bom nisso. Você é engraçado, sabe levantar bons pontos e argumenta muito bem, você é realmente bom no que faz, cara.

Mas... a quantidade de energia e tempo que você gasta se focando em negatividade é realmente um desserviço ao que você é capaz de fazer. Se tem uma coisa boa acontecendo, você passa um tempo enorme chafurdando na lama sobre o que um babaca disse de idiota a respeito. Eu entendo que você tem formação de jornalista e jornalismo é basicamente escarafunchar sobre o pior do ser humano em qualquer situação, mas enfim. Nesse post mesmo, como você mesmo o filme é bom e você passa 75% do texto expiando em bullshits que outras pessoas fora do filme fizeram.

E sim, eu sei que é o seu blog e o seu canal e você faz o que você quiser. E que esse é só o comentário de um idiota que, até onde você sabe, pode estar com um crayon enfiado no nariz nesse exato momento. Se o que te faz feliz é ser esse poço de negatividade, então ok. Eu não tenho pretensão nenhuma de mudar você ou como você faz as suas coisas - embora essa seja a internet e todo mundo seja legalmente obrigado a cagar regra na vida dos outros, suponho que já posso ouvir o FBI chutando minha porta daqui a pouco. Apenas eu gostaria que você considerasse por um segundo que fosse que você é melhor que isso. Enormemente melhor que tudo isso.

Eu realmente gosto do que você faz, de verdade mesmo, mas acompanhar o seu trabalho é bastante cansativo.

Gabriel Meireles disse...

Achei a crítica muito interessante, Amer! Particularmente, achei o filme excelente! Agora, eu gostaria de tocar em alguns pontos em outros comentários a respeito de algumas coisas relacionadas ao filme e a sua crítica. Você se importaria ou acharia que haveria algum problema?

Lance "Avalanche" disse...

pô ASmer? falou do Taxi Driver...mas nem fala do "Rei da Comédia" XD


ou do God Bless America.

Kamen Homer disse...

Caraio, esse coringa entrou na escola do Conrado de ser um ultra fudido na vida

Cesar Lima disse...

Cada coisa esdrúxula que vi na mídia só me fez ter mais vontade ainda de assistir ao filme.

Giácomo Corleone disse...

Eu acabei rindo mais do que devia do filme do Zorro que o Bruce Wayne vai ver com os pais. É praticamente um DOCUMENTO QUE PROVA QUE O BATMAN É VIADO! No mais o texto ficou ótimo. Meus parabéns!

Giácomo Corleone disse...

Ou de "Ilha do medo" (pelo menos eu achei que tinha uma referência a ele)

João do caminhão disse...

Ain nossa, Capitã Marvel é um show de representatividade.
Ain nossa, o Rambo tá muito violento.
Ain nossa, o Coringa é um comunista que quer promover a violência.

Que 2019 termine de uma vez pq esse bando de pau no cu já extrapolou as asneiras...

VBlue disse...

Parabéns pela crítica! Eu nem costumo ler críticas de sites, já devem imaginar o porque mas aqui eu encontrei conteúdo interessante.

Victor Castilhos disse...

Penso igual! Amer, tu é um cara muito foda, mas tu da foco demais na merda que as pessoas falam e que vai ser esquecido em pouco tempo. Da um tempo pra negatividade cara, assim era no face tmb (que eu gostaria de saber oq aconteceu). Tu é um cara mega talentoso, mas gasta o talento escrevendo sobre pecuínia. Tipo, eu curti muito a tua crítica, pq poucas pessoas falaram das falhas de roteiro que esse filme tem, e tu escreveu! Minha dica como um fã que acompanha teu trabalha à uma década, permita se relaxar, tenta ver o copo meio cheio (sei que não é fácil) mas se não vai te da um treco. Aproveita a vida, e vida longa ao blog!

Camorel disse...

De acordo com o que eu ouvi falar sobre quem será o próximo BATMAN (que deixara de ser A NOITE e virar uma fada) não seria a principal razão do CORINGA resolver fazer um filme SOLO.

Luã disse...

Crítica nua e crua. AMEI! Quem acabou rindo mais que o Coringa fui eu com a imagem final do artigo kkk. Parabéns pelo blog!

Ricky-Oh disse...

É sempre bom ler as suas críticas, Amer. Nesse texto, eu me lembrei o motivo pelo qual eu favoritei a sua página: A maneira como você escreve.É sensacional. É ótimo ver o blog ativo, isso me conforta muito.
Admito que não fui ao cinema para assistir ainda, mas já tenho medo do tipo de pessoa que vou encontrar, julgando pela foto que fechou o artigo... KKKKKKKKKKKKKkkkkkkkkkk XD

Video Teraveloka disse...

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Diogo Batista disse...

Amer, sua critica foi uma das melhores que li até o momento. Tu retirou toda aquela gordura e baboseira que todos os portais lançaram sobre o filme. O que me incomodou bastante nas vezes em que me dei ao trabalho de ler sobre o filme. Sua impressões me motivaram a assistir ao filme.