quinta-feira, 13 de abril de 2017

Crítica do Amer: Masters of Combat


Estava pensando agora, e faz bastante tempo desde a última vez que escrevi sobre um game do Master System. De fato, a última vez que resenhei sobre um título para o 8 bits da Sega foi... NUNCA.

Isso é porque O MASTER SYSTEM É UMA MERDA E TODOS QUE O PREFERIRAM AO INVÉS DE UM NINTENDO MERECEM MORRER NO INFERNO!!!

Bom, não é pra tanto. O master System era um bom console... Um console mais ou menos... Um console que mais parecia aquele Nutella genérico chamado “Nozella”... Que é parecido, mas não é a mesma coisa, mas é tudo que sua mãe pode comprar... E ela vê sua cara de nojo ao comer e fica de coração partido, porque isso é o melhor que ela pode fazer por você, mas ela sabe que não é o bastante... NUNCA É O BASTANTE, SEU MIMADO PSEUDOINTELECTUAL MISERÁVEL QUE PASSA O DIA NO FACEBOOK E NÃO FAZ NADA DA VIDA!!! GAAAAAAAAH!!!

...

Falando seriosamente, o Master System era um ótimo aparelho. Em termos de potência, ele era o Tenshinhan para o Yamcha do NES. Seu maior problema foi a falta de suporte de Third Parties, que eram contratualmente impedidas pela Nintendo de produzir games para consoles rivais. Graças a isso, titãs como Capcom, Konami e Wisdom Tree só podiam olhar pro Master System e sonhar com as possibilidades... Exatamente como você fazia com a Mariana na escola enquanto ela esfregava amídalas com o bad boy da turma, e tudo que você podia fazer era encher a cara de Baconzitos temperados com lágrimas e água de nariz.

Na vida, seu sonho de fazer barquinho a motor na Mariana é o ninja apanhando

Apesar de tudo, a Sega se esforçava pra não deixar nada faltar a seu público, e tudo que a Nintendo lançava, a casa do Sanchiro tentava duplicar o melhor possível. Se o NES tinha Metroid, o Master System teria Zillion. Se o NES tinha Super Mario Bros, o Master System teria Alex Kidd... E eventualmente Sonic, porque ninguém liga pro Alex Kidd. Se o NES tinha Final Fantasy, pois o Master System teria Phantasy Star, e assim substantivamente.

Mas se existia um área em que o NES fracassava espetacularmente, era a dos games de luta. Não me refiro a beat’em ups, mas pancadaria um contra um ao estilo Street Fighter. De cabeça, consigo me lembrar apenas de Urban Champion (que era merda), Karateka (que era bosta), TMNT: Tournament Fighters (que era a Jubileu de sua respectiva série) e um game japa com robozinhos que podiam roubar peças uns dos outros após o fim da luta e cujo nome não me lembro, tampouco faço questão de procurar agora (que era ofr09k5llllll2d3qw´[kkkkkkkkklqw222... Desculpem, minha gata sentou no teclado).

Então, ao perceber que teria uma grande vantagem sobre sua concorrente se lançasse um jogo de luta decente para seu 8 Bits, a Sega botou a mão na massa! O resultado foi Masters of Combat, um impressionante game de pancadaria... Lançado um ano após o fim da produção do Master System.

...

Tudo bem, Sega. Você tentou, e é isso que importa.

Mas vamos à história, porque minhas críticas
seguem uma estrutura muito rígida

Na história, um U.F.O (sigla para União Farmaceutica Orbital) “aterrissou” próximo à Megalo City. E como podemos ver, a Sega usa o termo “aterrissar” de forma extremamente ampla, que pode ser usada para se referir ao tranquilo pouso de um vôo comercial, ou a um Kamehameha disparado por Jesus.

Seja como for, a população de Megalo City fica bastante preocupada com o fato de um monte de morte incandescente ter caído tão perto de onde elas moram. Prontamente, todos se armam com canos, revólveres e a Xuxa e vão “investigar” o local do incidente, mas para a surpresa de todos, não havia nada no local exceto uma cratera fumegante. O que quer que tenha vindo do espaço, desapareceu tão rápido quanto surgiu.

A população fica muito preocupada com a situação, o que é compreensível. Se não podem ser brutalmente violentos com um visitante do espaço, como poderão saber se suas intenções são puras? É quando o prefeito... Cujo nome nunca é revelado, então acredito que seus pais o batizaram como "prefeito" mesmo, o que mostra que o menino deve ter sofrido muita pressão parental para seguir um rumo específico com sua vida... Aparece e garante a seus eleitores que já tem um plano pra resolver a situação.

Um ano depois, ele anuncia um torneio de luta pra decidir quem é o homem mais forte do planeta, o que não é a decisão mais estúpida que um político já tomou, para quem mora no Brasil.

E os moradores de Megalo City reagiram com extrema apatia a decisão do prefeito, pois apenas quatro lutadores se inscreveram no torneio, o que faz deste o campeonato de artes marciais mais anêmico da história dos games. O Mortal Kombat original nos oferecia sete personagens, e seu orçamento consistia de um pote de doce de leite e as raspas das sobrancelhas do Ed Boon, pelo amor da mãe do Rony!

Mas enfim, estes quatro bravos competidores aceitam o convite do prefeito e caem de boca no perigo! São eles: Hayate, o ninja cibernetizado e tão genérico que não me oferece material nenhum pra fazer piadas. Gonzales, o gigante com obesidade mórbida, mas que graças a lógica de games, não tem problemas em seguir o ritmo de oponentes muito mais atléticos e saudáveis. Highvoltman, que obedece os conselhos da mamãe e nunca sai de casa sem seu capacete de proteção e colete a prova de aríetes. E Wingberger, que nunca obedeceu a mamãe e hoje anda por aí com membros artificiais e uma máscara pra esconder seu rosto desfigurado.

"Lutaremos até a morte, mas jamais demonstraremos algo além de apatia!"

Em duelos sem misericórdia, estes guerreiros lutarão para descobrir a verdade que se oculta no coração da bata... O prefeito é o Alien. É. Isso mesmo. A bola de fogo que caiu do céu é um Alien que quer roubar o corpo do homem mais forte do mundo, e pra isso ele assumiu a identidade do prefeito e organizou o torneio. É isso.

SPOILERS!!!

Eu nem sei o que pensar desse enredo. Masters of Combat é um game de luta, o que o dispensa da obrigação de ter uma história tão intrigante quanto a de um RPG. Por outro lado, personagens carismáticos e um roteiro minimamente intrigante mantém o público interessado na franquia por mais tempo. Considerando tudo, este título não chega ao nível de retardo mental de KOF 2001, e isso pra mim já é uma vitória.

King of Fighters 2001 sequer tinha gordos voadores. FAIL!!!

Quanto a sua apesentação... O que é uma maneira chique de dizer “gráficos e som”, Masters of Combat é um dos games mais bem produzidos da história do Master System.

Os guerreiros são pequenos, mas bem detalhados e com boa animação. Cada lutador também possui uma identidade visual única, o que não é um objetivo difícil de alcançar quando seu elenco tem menos personagens do que eu tenho ex-namoradas.

... Deus do céu... Que solidão...

Os cenários são muito bem feitos também, e possuem um nível de detalhes pouco visto em games da época. A fase de Wingberger por exemplo, vem completa com canos que disparam chamas sem propósito, e a silhueta de uma cdade que parece ter sido recortada diretamente de Blade Runner, que décadas depois, continua sendo a única fonte de inspiração pra todo vagabundo que decide escrever sobre futuros distópicos.

Sério, copiem Zardoz de vez em quando. Por favor.

E o áudio é impressionante para um game do Master System. Qualquer pessoa que tenha passado vinte minutos com o aparelho sabe que ele é capaz de gerar melodias tão agradáveis quanto aquele seu primo sem a menor aptidão musical que acabou de ganhar um tecladinho da Casio.

Não, espera! Posso fazer melhor!

Os sons gerados pelo Master System consegue ser pior do que escutar o Sérgio Mallandro e um eletrocardiógrafo discutindo a atual situação política da Síria.

NÃO! ESPERA!!! POSSO FAZER AINDA MELHOR!!!

Os sons gerados pelo Master System conseguem ser ainda piores do que escutar o Sérgio Mallandro e um eletrocardiógrafo discutindo a política da Síria, com  A GRETCHEN E O ALEXANDRE FROTA SERVINDO DE MEDIADORES!!!

Ok, acho que não dá pra subir mais que isso.

Seja como for, contrararam um compositor bastante talentoso pra este game, pois o sujeito de alguma forma transformou os bleeps e bloops insuportáveis do console em algo que se assemelha a uma melodia. Não sei onde esse cara está agora, mas se ele não estiver morando em uma cobertura de luxo na Austrália, com uma estátua feita de coreanas erguida em sua honra, então não há justiça no mundo.

E isso é tudo. É um game do Master System, quanto tempo posso ficar falando de seu visual e música? É tudo bom, pronto.

Eu nem sei o que está acontecendo aqui! Com o que ele tá atingindo o oponente?
Com o cotovelo? Com a coluna? Com o esfíncter? Eu não sei! Não sei mais nada!

E como funciona a jogabilidade? Você me pergunta. De forma muito diferenciada e interessante, meu pequeno chuchu!

Ok, sabem como depois de Street Fighter II, a maioria dos games no estilo tinham entre cinco e seis botões de ação? Botões pra soco fraco, soco forte, chute médio, fazer o café da manhã, tocar um cover de Legião Urbana no violão e por aí vai. Pois bem, o controle do Master System tinha apenas dois botões de ação e um direcional quadrado que mais parecia uma bolacha Negresco rebelando-se contra os padrões da sociedade. Como fazer? A mente do homem comum pensaria em colocar soco e chute nos botões de ação e dar ao direcional todas as funções que normalmente lhe são reservadas neste gênero, correto?

ERRADO!!! Aqui, com um botão você pula e com o outro você ataca. O direcional só serve pra andar e agachar.

Calma, não para aí.

A Sega, sempre inovando e tornando nossa vida mais difícil por isso, decidiu não utilizar controles tradicionais de games de luta, como “meia lua pra frente e soco”, aqueles que foram gravados em brasa no inconsciente coletivo e que todos usamos instintivamente sempre que colocamos as patas em um jogo novo. Todos os golpes especiais são ativados por movimentos únicos como “diagonal superior esquerda, cima, diagonal superior direita, ataque”, o que já é ruim o suficiente, mas torna-se pior pois nos obriga a enfrentar anos de condicionamento que nos ensinaram a não mover o direcional pra cima na hora de um especial.

Bom, verdade seja dita, é estranho e leva algum tempo pra se acostumar, mas não é um bicho de sete pirocas.

CABEÇAS!!! EU QUIS DIZER CABEÇAS!!!

... Mas pirocas tem cabeças, então digo que a analogia ainda vale. HUZZAH!!!

Como dito anteriormente, os membros do elenco são bastante diferentes, não apenas em identidade, mas na forma como são controlados também. Hayate é um ninja, o que lhe faz ter mais golpes especiais que seus colegas, e é tão alto quanto o Chespirito, o que lhe garante velocidade. Ele é o lutdor de mais rápido aprendizado e o melhor para iniciantes. Gonzales por sua vez, é um wrestler que usa sua força brta e peso para devastar o advrsário do jeito que só um urso depilado seria capaz. Mas todos os seus golpes saem com um ligeiro atraso, provocado pelo hábito do rapaz de fazer uma firula sempre que vai atacar. Ou seja, temos um lutador de luta-livre que não é um mero clone do Zangief e que ainda força o jogador a ser mais estrategista se quiser se dar bem.

Highvoltman é mais eclético em sua seleção de movimentos, fazendo uso de um projétil meia boca, um socão desentupidor de ouvidos e um anti aéreo que o faz parecer um personagem do Don Martin que escorregou em uma casca de banana. Considerando tudo, ele é um personagem equilibrado, para jogadores que não são noobs o suficiente para usarem Hayate, tampouco coreanos o bastante pra jogarem com Gonzales.

Finalmente temos Wingberger, que é uma merda. Porque todo game de luta precisa de um personagem merda, como Adon em Street Fighter, Sokaku Mochizuki em Fatal Fury 3 e todo mundo em Samurai Shodown 5, porque o elenco todo daquele jogo é uma descarga fecal, com exceção daquela menina com arco e flecha de biquini, mas só a considero melhor que os outros porque eu a acho um tesão, e como deve ser transar com uma garota laranja? Provavelmente uma versão um pouco mais sexy de comer um Oompa-Loompa e como foi que eu cheguei nisso? Eu tava escrevendo crítica de um game com duas décadas de idade e de repente comecei a pensar em fornicação com uma mulher fictícia que tem o mesmo tom de pele dos escravos do Willy Wonka, como isso foi acontecer???

Soquemos uma empilhadeira pra tentar esquecer o último parágrafo.

Masters of Combat é ótimo, e uma grande adição a coleção de qualquer fã de games de luta ou proprietário de Master System.

Pra encerrar, encontrei o cartucho original, bonitinho, ainda com o hímen, a venda no eBay.


E o cara não envia pro Brasil, porque os hue-huezeiros de nossa nação deram tanto calote nos gringos, que por tabela, o país inteiro é persona non grata no eBay.

Nessas horas que eu mando o mercado de colecionadores as merdas e abro as pernas pra emulação. Que Odin abençoe estes virgens, obesos, fétidos e autistas que pasam suas madrugadas desenvolvendo códigos para que as futuras gerações possam desfrutar da glória de games como Black Belt, Rambo III e Vigilante.

Agora, se me dão licença, vou digitar “Doompa-Dee-Doo” no Google e ver o que aparece.

Cheers!!!

19 comentários:

disse...

A SEGA é como a mãe que tenta dar o melhor para o filho mesmo tendo sérias restrições... e que hoje nós fazemos piada dela por não saber usar o Whatsapp.

Hyper Emerson disse...

"anti aéreo que o faz parecer um personagem do Don Martin que escorregou em uma casca de banana"

Tem que ver pra crer esse golpe. Sozinho já vale o jogo todo.

Edson Silva disse...

Conheci uma pessoa que fez os pais venderem o Phantom System (compatível com todos os jogos do NES) para comprar um Master System. É, eu sei.

Adan Ribeiro disse...

Ótima crônica sobre esse ótimo - melhor que World Heroes - joguinho.

Galomortalbr disse...

aeeeeeeeeee

Jonathan Nascimento disse...

Me amarrava nesse jogo e a história apesar de bizarra é melhor que a de muitos games mais avançados.

Scant Tales disse...

excelente post!

MasteRaveN disse...

"Kof 2001 num tem gorduz vuadoris" chang disse faz duas magias pra frente....kkkkzuera tava com saudades dos seus artigos man... nice trabalho bro....

Ivan da Silva Oliveira disse...

..."Oompa-Loompa-Doompa-Dee-Doo"...

Eder Souza Mendes disse...

Ótimo texto Abner. Joguei pouco esse jogo no emulador mas concordo que é um jogo bastante impressionante considerando as limitações do console. Minha única reclamação sobre esse jogo é que não tem nenhuma garota pra selecionar . E vejo que mudou minimamente sua opinião sobre a Mina Majikina . E uma simples pergunta, você pretende fazer Lets Play desse jogo? Ah tava me esquecendo, realmente o elenco de samurai shodown 5 é bem ruim mesmo, mas nada se compara ao Kusaragedo , francamente, todos os movimentos deles são inúteis, aposto que nem com a CPU no nível máximo consegue usar aquele troço direito. E bom sobre KoF 2001 admito que ele é ruim mas gosto daquela bagunça de strikers que aquele game proporciona. Bom isso é tudo Continue com o excelente trabalho e até a próxima

Giovanni Seiji disse...

Eu tinha Master System. E eu tinha esse jogo.
E tinha ainda mais inveja de meus amigos jogando Mortal Kombat e eu com esse jogo meio maluco com 4 personagens que enchia o saco de jogar mas sempre voltava pra ele.


Mas pelo menos Altered Beast era irado!

Kzduardo Oliveira RJ disse...

Esse artigo foi uma surpresa pra mim. Esse é meu jogo favorito do Master System e depois de Mortal Kombat meu jogo favorito de Luta! Quando tinha meu Master System, nos idos de 1994 , aluguei esse game e conheci o estilo de games de luta ( sim foi meu primeiro jogo nesse estilo ). No começo nao sabia nenhum golpe e fui aprendendo todos na base da tentativa e erro conforme alugava. Fui me tornando aos poucos expert em cada personagem ( eu nao tinha muitos amigos e nem pra onde ir na epoca xD ). Em suma, ate hoje jogo esse maravilhoso game do Master pelo menos uma vez por ano no meu PSP.
E nem é só pelo fator nostalgico, o game tem realmente uma qualidade impar.

Belo artigo Amer, só faltou mencionar duas coisas: os especiais! não os golpes especiais comuns, mas especiais mesmo , que nao precisam de barra piscando ou qualquer coisa do tipo , mas tiram uma bela lapa de life dos inimigos ( usam 3 combinações de diagonais, a mesma pra todos e só difere na do alien ) . Otimos pra serem aplicados quando o inimigo tonteia pois todos fazem uma pequena firulinha na hora de faze-los rs. Demorei pra descobrir como faz esses pois na epoca eu nao tinha revistas com tutorias de golpes. Só o fato de um game 8 bits ter especial ja é algo de chamar atenção, concorda? Ah a outra coisa é que da pra jogar com o Alien tambem, o que deixa tudo mais satisfatório porque aumenta a variedade ( eu sei q nao muito rs )
Mas informo que jogar com o alien torna a dificuldade do jogo extremamente irritante pra quem nao joga tao bem. Recomendo se preparar muito quem quiser se aventurar rs
Por essas e por outras considero Masters of Combat o melhor jogo de luta 8 bits ( e ate melhor que alguns jogos de luta 16 bits )

Infelizmente eu nunca tive o cartucho, e o aluguei tanto que dava pra comprar dezenas dele na epoca. Uma pena pra um fã de carteirinha como eu.. Mas um dia vou ter, e nao vou deixar na estante! Vou joga-lo bastante como se deve! rs Ate a proxima

rgiostri disse...

Parabéns pelo post jogador, sempre uma boa surpresa!

Bier disse...

Grande Amer!
Eu joguei esse jogo algumas vezes (alugava ele nas famigeradas locadoras). Como era o mais perto que tínhamos dos jogos de pancadaria no Master System.
E lendo o seu post sobre tudo que você disse sobre o Master, eu realmente não sei bem o que eu via de tão bom nele. Mas, de fato, eu pedi o Master ao invés do SuperNintendo porque não queria matar minha mãe com os valores da época de 300% de inflação...

De toda a forma, foi uma boa lembrança sobre esse jogo. Sempre fui amante dos jogos de luta, tentei jogar o maior número de jogos desse estilo. O Master não poderia ficar de fora.

Sim, o jogo é ruinzinho, mas deu pra ver que a SEGA estava tentando.

Adorei o post! Fantástico, como sempre, Amer!
Um abraço!

Helio Mendes Jr ou Kamen Homer disse...

sim o king of fighters 2001 era uma bosta memo, mas o king of fighters 12 é muito mas muito pior que ele

luiz cláudio disse...

Melhores gráficos e tinha uma biblioteca superior ao ñintendinho

Leandro"ODST Belmont" Alves the devil summoner disse...

Bom artigo. E digo o mesmo sobre os emuladores, São melhores realmente. Não vou pagar 600 contos por um jogo antigo que na época mal valia os 40 Temers... é gosto da KOF 2001, pois nessa época, a turma parava de por contra e me deixava finalmente jogar o suficiente para zerar o game com o time que queria

Franci23 disse...

Man como tava com saudade das suas criticas de games, ainda tenho luto pelo blog de games...
Lembro desse jogo por uma Super Game Power que o tratava como uma beterraba, tinha que falar sobre ele mas não estava feliz com isso. Sempre tive curiosidade de jogalo por conta dos gráficos que vi na revista, agora que você falou dele vou procurar pra jogar em um emulador. Deus abençoe os virgens!

Marcelo Eduardo Rodrigues disse...

Parabéns pelo ótimo artigo, Amer! Muito bom, como de costume.

Uma coisa me chamou muito a atenção nesse título, ele se passa no mesmo ano que Persona 5!
É possível encontrar a Mona se esgueirando em algum lugar?
E outra coisa que não me lembro de ver você comentado em nenhum lugar, Amer, o que você está achando sobre o relançamento do Mega Drive pela Tec Toy?

Cheers!