segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ascenção e queda de Dead or Alive!


E cá estamos nós, de volta a programação normal do Blog! Após dois meses de Clouds e Megatrons, os artigos sobre assuntos variados, aleatórios e imbecis voltam ao ar!

Rejubilai-vos!

E hoje decidi contar a história de uma série de games de luta que já tive muito orgulho de jogar, mas que hoje causa apenas vergonha: Dead or Alive!



Pra ser sincero, a série sempre causou vergonha alheia, mas era boa o bastante para ser jogada junto aos amigos. Aos poucos o fator embaraçoso de Dead or Alive superou de longe sua jogabilidade, até que o game se tornou um daqueles “prazeres culpados” que desfrutamos quando temos certeza que não há ninguém olhando.

De fato, dediquei meses inteiros a narrar as histórias de Street Fighter e Final Fantasy, esforço que claramente acho desnecessário para Dead or Alive. Se isso não prova a grande cagada que a série se tornou, eu não sei o que o fará.

Pois bem, não fiz uma grande pesquisa para escrever este texto e toda informação aqui providenciada vem de meu córtex cerebral. Caso alguma coisa esteja horrivelmente errada, os especialistas em Dead or Alive podem vir aqui me puxar a orelha.

Não que eu ache que algum deles vá fazer isso, admitir que se é especialista em Dead or Alive é o mesmo que assumir ter um doutorado em punheta. Não creio que mais de três pessoas no mundo carreguem esta alcunha com orgulho.

Aliás, eu já tinha intenção de publicar essa história há um bom tempo atrás, em uma semana que permiti aos leitores escolherem qual seria o tema do artigo seguinte.

O artigo vencedor foi "As Maiores Vadias dos Games", o que deixou claro pra mim que voc~es curtiam umas vadias, sim senhor!

...

Não que eu vá julgá-los, entendo muito bem a preferência.

Pois bem, vamos ao artigo de hoje!



Nossa história começa nos escritórios da Tecmo, produtora de games Japonesa responsável por games imensamente populares da geração 8 Bits, séries como Ninja Gaiden, Rygar e praticamente tudo que o Famicom teve com a cara do Capitão Tsubasa estampada no rótulo.

Um belo dia, os chefões da Tecmo viram que estavam com pouco dinheiro no caixa, nem o suficiente para irem a clubes da Yakuza violentar meninas de 14 anos vestidas como a Sailor Mercury e precisavam dar um jeito de ganhar grana rápido.

Claro, se eles parassem de torrar fortunas só pra ter o privilégio de fazer “Creampie” (busque no Google Imagens se não sabe o que é, aproveite e mostre pra sua mãe também, seu panguão) em colegiais, talvez não estivessem em apuros financeiros, mas o que eu sei?

Entra em cena Tomonobu Itagaki, sujeito com marcas no rosto que representam um grave problema de Acne sofrido na adolescência, cabelo comprido, jaqueta de couro e eterno uso de óculos de sol.

O sujeito parecia estar vivendo em eterna adolescência, mas era exatamente isso que a Tecmo precisava.

Itagaki afirmou (com a arrogância de um astro de rock dos anos 80, o que é conveniente) que seria capaz de criar um game capaz de atrair público considerável e que daria lucro o suficiente para que os chefões da empresa pudessem frequentar prostíbulos com cosplayers menores de idade novamente.

Os Japoneses, tão acostumados a ternos e educação extrema e totalmente inadequada, com certeza ficaram chocados demais com as bolas de Itagaki e deram a ele todo o dinheiro que lhes restava. Que outra escolha tinham? O cara usava uma jaqueta de couro, pelo amor de Deus!

Itagaki e seu rosto corroído pelas espinhas começaram a trabalhar. Ele reuniu uma equipe que batizou de “Team Ninja”, provando que tinha a mesma maturidade de um moleque de doze anos, então iniciou a produção de um game de luta inovador.

Dead or Alive seria rápido e chamativo, com lutas que seriam tão agressivas quanto técnicas. Seria um game capaz de chamar a atenção de qualquer um que passasse pela máquina e o tentaria a jogar.

E o elenco do jogo era capcrichado: Ninjas, militares, karatecas DO MAL, velhos bigodudos, clones do Bruce Lee e até mesmo o protagonista de Ninja Gaiden formavam o elenco.

O PORRA DO NINJA GAIDEN ERA UM DOS PERSONAGENS JOGÁVEIS APÓS ANOS APOSENTADO!

Era uma receita vencedora... mas faltava alguma coisa. Dead or Alive precisava de algo mais para se destacar no mercado. Itagaki usou sua genialidade típica de adolescente recém chegado a puberdade e descobriu o que faltava: PEITOS!!!

MUITOS E MUITOS PEITOS, ENORMES, CHACOALHANTES E QUE DEMONSTRAVAM UM TOTAL E INEQUÍVOCO DESRESPEITO PELAS LEIS DA FÍSICA!!!



E assim foi feito! Os peitos enormes das lutadoras eram algo tão inédito e notável que não havia uma crítica sequer do game que não os mencionasse.

Mas estou me adiantando, falarei um pouco da jogabilidade primeiro.

Dead or Alive era inspirado em Virtua Fighter (como todos os games de luta 3D da história), mas sua jogabilidade era gritantemente diferente.

Virtua Fighter é um game que precisa de tempo para ser dominado. O jogador tem de decorar as imensas listas de golpes de cada lutador e isso apenas não basta, é necessário desenvolver um raciocínio estratégico, saber qual o melhor momento para encaixar cada golpe, avaliar se o momento é propício para tentar um nocaute ou um Ring Out e por aí vai.

Como eu digo sempre, é preciso duas faculdades e um doutorado para se saber jogar Virtua Fighter decentemente.

Dead or Alive é mais focado na velocidade e nos reflexos. Os personagens atacam rápido com combos simples e sua vitória está intimamente ligada a sua capacidade de esquivar e contra atacar.

De facto, este foi o primeiro game de luta do gênero a usar um botão de contra ataque, com o tempo e a precisão certas, é possível segurar o ataque de um inimigo e voltá-lo contra ele. Dois jogadores experientes podem realizar partidas que são verdadeiras guerras dos nervos, onde um espera o outro cometer o menor erro para então usar o contra ataque adequado.

Claro, estas partidas lentas vão contra o princípio do game ser baseado em reflexos e velocidade, mas cada um sabe do que gosta, não?

E mais, os personagens eram bastante diferentes mas podem ser dominados facilmente. Bayman possui agarrões poderosos, Jan Lee ataques secos e poderosos, Ryu Hayabusa é uma máquina de matar ambulante e por aí vai.

Diferente de Virtua Fighter, o jogador não precisa passar semanas dominando um personagem ao ponto da insanidade, algumas horas são mais do que o suficiente para cada membro do elenco.

Dead or Alive também fez dos cenários parte importante da luta. Em Virtua Fighter, o máximo que se consegue de interatividade com o ambiente que cerca os personagens é um Ring Out, enquanto em DoA, há uma zona de perigo que EXPLODE personagens.

Personagens que caiam na zona de perigo EXPLODEM e SÃO ARREMESSADOS PARA O CÉU, onde DEUS EM PESSOA pode olhar para eles e CAÇOAR DE SUA FRAQUEZA!

A velocidade dos combates, os contra ataques e o perigo nas bordas do ringue foram o suficiente para chamar a atenção de muita gente e Dead or Alive foi um sucesso... no Japão, não no Ocidente.



Eventualmente, o game ganhou conversões para consoles, primeiro para o Sega Saturn e depois para o PSOne.

Então um idiota diz: “Por que o console de merda da Sega ganhou uma conversão primeiro? Ninguém tinha o Saturn! Foda-se o Saturn!!! Playstation na cabeça!!! MANOWAR DETONAAAAAAA!”

Normalmente eu não respondo mongolóides machinhos de quinze anos... mas abrirei uma exceção nesse caso: Dead or Alive foi criado com a placa Model 2, que era da Sega, logicamente o console receberia uma versão do jogo antes do PsOne.

A versão de Saturn nunca foi lançada fora do Japão e somente colecionadores radicais/completos tarados fizeram questão de correr atrás do game e adicioná-lo a sua coleção.

Sim, eu o comprei duas semanas após o lançamento e fiz muito bom uso dele.

...

Eu não me orgulho disso.

Enfim, a versão de PsOne foi lançada algum tempo depois e trazia dois lutadores a mais e usava uma engine gráfica diferente da versão de Saturn. Qual das duas possui o melhor visual é uma discussão que deixarei para os nerds mais desocupados que eu debaterem no Orkut e demais fóruns da vida.

Não, sério. Vou fazer trinta anos, minha prioridade hoje em dia é arranjar uma namorada que seja de carne e osso. Já discuti demais por mulheres feitas de polígonos.

E já que falei delas, vamos a aquilo que 98% de vocês querem ler a respeito: PEITOS!!!



Ok, não há como colocar isso de uma maneira mais delicada, então vamos lá: os peitos das lutadoras foram um fator decisivo no sucesso deste game.

Digo, na época de seu lançamento já tínhamos Virtua Fighter e Tekken, por que diabos daríamos atenção a mais um game de luta? Ainda mais um que não parecia superior aos outros dois em nada.

Então coloque algumas garotas com peitos gigantescos que balançam mais do que gelatina nas mãos de alguém com Mal de Parkinson em um terremoto (desculpem, foi a melhor analogia que consegui pensar) e temos em mãos a receita para um sucesso.

Agora, coloque nas versões caseiras a possibilidade de se liberar roupas novas paras as personagens, que variam desde uniformes de colegial com saias esvoaçantes até biquínis que deixam pouquíssimo para a imaginação.

É uma covardia igual a acertar uma voadora num octogenário com câncer, concordo, mas não deixa de ser uma estratégia de marketing muito inteligente.

Considerando que pelo menos 85% do público gamer é masculino (só aceitarei que estou errado se mais de 200 mulheres vierem reclamar aqui) colocar peitudas semi nuas em um game de luta é uma excelente forma de elevar as vendas.

Algo que funciona até hoje. Record of Agarest War é uma prova disso.

Confesso que só comprei Dead or Alive por causa das gostosas, eu tinha 17 anos na época e ainda sentia tesão pela Lara Croft quadrada do primeiro Tomb Raider. Quando vi aquelas moças com formas (relativamente) arredondadas em DoA, como poderia resistir?

Como podem ver, eu não tenho nada contra Fanservice. Lembrem-se disso, pois será importante mais a frente.

Enfim, muita gente pensou como eu. Dead or Alive não foi um sucesso do nível de Super Mario Bros 3, mas vendeu cópias o bastante para permitir que os executivos da Tecmo voltassem as suas orgias pedófilas.

Claro, também permitiu uma continuação.



E em 1999, Dead or Alive 2 chegou aos fliperamas, com mais personagens, mais ação, uma trilha sonora decente e cenários ainda mais dinâmicos que o anterior.

Sendo sincero, a diferença de DoA 2 para DoA 1 é absurda como comparar Jennifer Aniston com Angelina Jolie: uma adota crianças órfãs de diversas partes do mundo e participa de serviço humanitário, enquanto a outra fica sem tomar banho para preservar a água do mundo e não se decide se quer ficar com o Ross ou o Joey.

Enfim, Dead or Alive 2 é infinitamente superior ao primeiro e separei aquilo que ele tem de melhor para exemplificar tal fato.



Primeiro, os cenários se tornaram muito mais dinâmicos. Os ringues e zonas de perigo se foram e as lutas agora acontecem em cenários específicos, pelo menos cinco vezes maiores que aqueles presentes em qualquer outro game do estilo.

Eu diria dez vezes maiores, mas minha matemática é ruim e eu não quero dar vexame.

Enfim, as lutas poderiam começar em locais altos assim como o mostrado na foto, uma porrada bem dada arremessaria o oponente para fora da plataforma e o faria cair cinco metros de altura. Logo em seguida, era possível arremessá-lo de uma segunda plataforma (ou telhado, ou seja lá o que fosse) e fazê-lo cair mais dez metros.

Concordo que após quinze metros de tombo, ninguém ia querer se levantar para o Round 2, mas em Street Fighter já vimos o Ryu acertar socos que derrubariam prédios em loirinhas magricelas, que reagiram a tais golpes como se não passassem de uma mera flatulência... quem somos nós para julgar Dead or Alive?

Fazer o adversário voar feito funcionário público não era a única vantagem destes cenários, cada tombo acrescentava um bocado de dano a eles. Combos bem aplicados mais uma queda eram mais que o suficiente para devastar um oponente e deixá-lo com poucas chances de recuperação.

Nem todos os cenários se focavam em quedas, alguns tinham paredes (idéia que Tekken roubou anos depois) e era possível utilizá-las para combos ou simplesmente para agarrões especiais dos personagens.

Algumas paredes também tinham explosivos, o que fazia algumas lutas se tornarem extremamente estilosas.

Imagine que lá está você, jogando com Ein (um Karateka bonitão do jogo), tomando combos da Tina (a Wrestler cavalona e apetitosa da série), quando com um movimento rápido, você consegue contra atacar, atinge a moça com um combo e finaliza com um socão que a faz voar na parede com explosivos... e quando a atinge, aquela loiraça pernuda EXPLODE E CAI INCONSCIENTE NO CHÃO!!!

E você grita RESPECT MAH AUTORITAH!!!

Pois é.

Em tempo, sou totalmente contra a violência as mulheres, mas reconheço o prazer de se arremessar uma loira de 1,80 em explosivos tanto quanto qualquer um.

...

Ok, a Tina não tem 1,80. Me processe!



Outro acréscimo interessante foi o modo de luta em duplas. Basicamente eram lutas de revezamento, onde o jogador poderia trocar os personagens o quanto quisesse e aplicar combos em dupla mirabolantes para humilhar ainda mais os oponentes.

Parte da graça deste modo era descobrir as “duplas corretas”. Personagens que possuíssem algum relacionamento como Bass e Tina, teriam arremessos especiais e animações de vitória e entrada únicas quando fossem colocados juntos.

Claro, metade das duplas eram óbvias. A tela de seleção de lutadores mostrava duas linhas com os retratos dos personagens, bastava selecionar um personagem e aquele que estivesse alinhado com ele na fileira paralela.

Outras duplas requeriam que o jogador conhecesse um pouco da história da série. Por exemplo, Zack (o mano lutador de Muai Thay que se parece com o Dennis Rodman) é doido pra encaixar o Lego com a Tina... logo... por algum motivo que nem tento entender mais... os dois podem formar uma dupla especial.

É... pois é...

Apesar de não parecer grande coisa, as lutas em dupla acrescentam muito ao jogo. Passei semanas só duelando em duplas quando comprei este game.



Finalmente, Itagaki achou que seria uma boa colocar um enredo no jogo, pois é o que a SNK estava fazendo com King of Fighters e de repente todo mundo começou a achar uma boa idéia.

Veja Darkstalkers, que esperou até o terceiro game da série para tentar criar um enredo... com resultados questionáveis.

Aqui, descobrimos que Kasumi era uma ninja fugitiva de seu clã, que estava em busca de seu irmão perdido e que era caçada implacavelmente por Ayane, sua meia-irmã... embora só fossemos descobrir oficialmente sobre o parentesco das meninas alguns jogos depois.

Tina Armstrong queria se tornar uma modelo profissional e seu pai Bass queria impedi-la de virar puta (sim, porque ser lutadora semi-nua em DoA é mais digno que desfilar em passarelas, claro).

Jann-Lee queria dar porrada, Lei Fang queria agasalhar o Jan Lee (entenda isso como quiser), Helena queria vingar sua mãe, Zack queria espirrar maionese na esfiha da Tina e ficar rico (não sei se uma coisa está relacionada a outra), Leon queria ser o maior durão do mundo para atender os desejos de uma morimbunda, Gen Fu queria ser velho e Ryu Hayabusa não precisava de motivos para participar do evento porque ele era O PORRA DO NINJA GAIDEN!!!

É... mais ou menos isso. Pode não parecer grande coisa, mas acredite quando eu digo que ficamos empolgados pra cacete com a história do jogo e tentávamos desvendar tudo que podíamos com os fragmentos de roteiro que nos eram dados.

E mais, a trilha sonora era foda!!! Com temas que iam do puro e simples Rock até Techno maravilhosamente levado por solos de violino.

Os gráficos são infinitamente superiores, com personagens mais detalhados, cenários mais bem feitos e os peitos mais realistas já mostrados em um vídeo game.

Itagaki e sua equipe desenvolveram uma engine gráfica devotada unicamente a fazer com que os peitões das lutadoras se movessem realisticamente. Se atacassem, defendessem, corressem ou simplesmente andassem, seus peitos iriam se mexer de forma a refletir a ação do resto do corpo sobre eles.

Como eu queria estar brincando.

Eu diria que este é o maior desperdício de grana desde Waterworld, mas o caso é que DoA 2 foi um tremendo sucesso. De facto, conheço pessoas que compraram um Dreamcast simplesmente para poder jogá-lo infinitamente.

DoA 2 é considerado por muitos como o ápice da série e seus criadores concordam, tanto que o refizeram mais duas vezes, uma para o Ps2 e outra para o Xbox original. A versão para o console da Sony contava com dezenas de roupas novas para os personagens, em especial para as garotas.

Tina tinha um Tailleur (é assim que se chama um terno executivo feminino) todo rasgado, que fazia parecer como se ela tivesse escapado de um estupro... e por alguma razão, eu achava esta roupa incrivelmente sexy...

...

... estou muito envergonhado neste momento...

Aliás, falarei sobre a versão do Xbox um pouco mais a frente no texto.

E foi neste período que a Tecmo assinou um contrato de exclusividade com a Microsoft. Quem quisesse jogar DoA precisaria comprar um Xbox, pois por um bom tempo, seria o único console onde as peitudas de Itagaki trabalhariam.

Pois então, como sempre acontece quando alguma coisa atinge o auge, a série logo entrou em decadência. Vamos então aos anos sombrios de DoA, pois é aí que a coisa fica ofensiva e engraçada.

Não sei se mais ofensiva que engraçada, deixo que os tribunais decidam isso.



Não sei por que... mas essa imagem sempre me faz pensar no Pedobear.

Não que a Lei Fang seja uma adolescente... digo... pode até ser, nada mais me impressiona depois do Kids Choice Awards em que a loirinha do ICarly parecia ter tomado Hormônio de Crescimento Bovino.

Digo... minha nossa senhora do ALF! Que aconteceu com aquela menina???

Enfim! DoA 3 foi um dos primeiros games a chegar no Xbox original, aquele trambolho preto que ninguém queria e que fazia as pessoas terem sérias dúvidas sobre a capacidade de Microsoft de causar algum impacto no mercado de games.

HA-HA! Quem está rindo agora?

Depois da avalanche de melhorias que DoA 2 recebeu ao ser portado (palavra que uso por falta de uma melhor) do Dreamcast para o Ps2, a terceira versão do game parecia um bocado magra.

Claro, tínhamos novos personagens, um video que mostrava uma das lutadoras peladinha no banho, um disco de expansão com roupas extras e uma abertura cantada pelo Aerosmith... mas nem de longe era o bastante. O jogo era bom, mas ficamos mal acostumados graças a DoA 2.

Mas uma coisa em Dead or Alive 3 chamou muito a atenção.



Uma das novas personagens do jogo era Hitomi. Uma Japonesinha de olhos azuis (um de seus pais era Alemão, aparentemente) cuja premissa era tornar-se a mais forte em sua arte.

Basicamente, ela é aquela personagem clássica das histórias Japonesas, que busca o aperfeiçoamento pessoal, como Ryu, Goku e tantos outros.

Sim, comparei a Hitomi com Ryu... em que mundo vivemos...

Como todas as mulheres feias do mundo de Dead or Alive foram levadas até campos de concentração e mortas, Hitomi é obviamente bonita e gostosa, mas bem menos apelativa que as demais personagens do jogo.

Enquanto o final de Kasumi mostra uma folha caindo em seus peitos enormes logo no começo, o de Hitomi coloca a menina em um flashback, de quando derrotou seu Sensei, (um cara três vezes maior que ela) e iniciou a jornada para se tornar mais forte.

Claro, o fanservice sempre estaria presente na série, Dead or Alive sempre seria conhecido por suas mulheres esculturais e as diversidades de roupas com os quais podíamos vesti-las, mas Itagaki parecia estar aprendendo a respeitar as mulheres e não mais tratá-las meramente como material masturbatório.

De repente, o mundo parecia um lugar mais otimista e belo!



Então a Tecmo lançou Dead or Alive Xtreme Beach Volleyball e centenas de fadas e feministas morreram repentinamente.

Digo, Dead or Alive nunca foi uma série preocupada em não desrespeitar as mulheres, mas pelo menos fingia isso.

Claro, haviam as gostosas semi nuas e uma engine gráfica criada unicamente para os peitos das moças, mas haviam homens em jogo também. Para cada moça de biquíni, havia um sujeito vestido de Teletubbie do espaço e assim por diante.

Sem contar que era um game de luta bastante competente. Lingeries e bundas expostas estimulam o interesse em um game, mas se a ação contida no mesmo não conseguir satisfazer o público, o mesmo desaparece na obscuridade.

Para provar isso, pergunto se algum de vocês já jogou X-Blades.

...

...

...

Foi o que eu pensei.

Pois bem, Dead or Alive Xtreme Beach Volley nem tentava disfarçar que só existia como uma forma de excitar pervertidos como o Quagmire, o próprio comercial do jogo deixava isso claro.

...

Sim, eu tenho esse game, fiquei louco atrás dele até conseguir. De fato, fiz um amigo trazê-lo dos Estados Unidos para mim.

...

Diggity.



E qual era o pretexto que se passava por enredo aqui? Bem, o Zack (aquele mano que queria furar o bolo da Tina) ficou trilionário e comprou uma ilha.

Como todo cara cheio da grana, ele decidiu que o ideal a fazer era se cercar de gostosas. Uma vez que não estava a fim de gastar dinheiro com prostitutas (como qualquer um de nós faria), Zack convidou todas as suas colegas de pancadaria para passarem duas semanas de férias em sua ilha.

Todas as meninas foram... acreditando que se tratava de mais um torneio de luta, o que denota quanta credibilidade Itagaki dá a inteligência das mulheres.

Uma vez lá, as meninas tiveram o comportamento normal de mulheres que foram enganadas para viajarem até um paraíso Voyeuristico: passaram a dar longas caminhadas na praia, tomar sol na piscina, brincar em balanços e escalar árvores para dar excelentes visões de suas bundas a quem estiver embaixo.

Como naquelas fitas que vinham com a Revista Sexy, lembra? Você comprava a revista (ou mais provavelmente, roubava do seu pai ou irmão) e via uma fita com a Mari Alexandre na capa, pensava “pornô com a Mari Alexandre” e corria pra assistir o vídeo.

Então, a fita só mostrava a Mari Alexandre tomando banho de rio ou deitada no capô de um carro, aproveitando o sol.

Que decepção...

Claro, a Mari Alexandre tava pelada no vídeo... mas mesmo assim, droga...

E como não poderia deixar de ser, o game possui um medidor de relacionamento! Cada personagem pode fazer amizade com uma das outras meninas e lhe enviar presentes, que variam de coisas inúteis como bolos, ursinhos e revólveres até novos biquínis.

Se tiver amizade o suficiente com sua parceira, ela não só se empenhará mais nas partidas de vôlei... algo muito importante durante o jogo. É através das vitórias no esporte que se consegue grana para comprar os itens do jogo, incluindo biquínis e tudo mais.

A meta de qualquer jogador dedicado deste título é fazer com que todas as meninas tenham todos os biquínis do jogo. Cada personagem tem acesso a apenas alguns específicos e para que todo elenco tenha um guarda roupa completo, é preciso jogar muitas e muitas vezes, fazendo amizade com cada uma das meninas e as presenteando com todos os biquínis disponíveis.

Isso tornaria DoA Xtreme Beach Volleyball o game com a maior duração de todos os tempos se todo mundo jogasse assim. Mas a maioria dos jogadores só fazia questão de fazer todas as personagens ganharem o biquíni Venus.



ESTE é o biquini Venus.

...

Acho que nada mais precisa ser dito.

Para ser muito sincero, o game tinha algumas qualidades redentoras. As partidas de vôlei eram divertidas, os mini games eram bacaninhas e o visual do jogo era estúpidamente bom para a época.

Veja só, comprando bronzeador, usando em sua personagem e passando um bom tempo na praia, ela aos poucos ficava queimada de sol. Tipo de peripécia visual que nenhum outro game foi capaz de reproduzir até hoje.

Mas todas as qualidades que o game pudesse ter se perdiam no fato de que ele fora criado meramente para satisfazer jovens solitários.

E falando sério, não acredito que Fanservice prejudica um produto, desde que mantido sob controle. Dead or Alive tem a dúbia honra de se preocupar mais do que deveria com os peitos de suas personagens, mas até Dead or Alive 3, Itagaki e sua equipe tentavam fazer games decentes.

A partir deste, eles perderam a vergonha na cara e só se preocuparam em colocar mais peitos, menos roupa e Steven Tyler em excesso nos jogos.

A jogabilidade decaiu barbaramente, como veremos a seguir.



O Team Ninja produziu então Dead or Alive Ultimate, que nada mais era que o remake de DoA 2 para Xbox que mencionei anteriormente.

As únicas novidades dignas de nota eram a possibilidade de se jogar online (um dos primeiros títulos a fazer uso da Xbox Live) e os estupendamente belos gráficos, que estavam entre os melhores já vistos até então.

Haviam também novos cenários...



... como este, onde hipopótamos eram recipientes da fúria dos personagens, em momentos que fariam o Greenpeace chorar.



Infelizmente, as mudanças não ficaram apenas nos novos visuais e nos cenários, Itagaki achou que era hora de modificar os controles do jogo, o que acabou sendo uma cagada sem tamanho.

Originalmente, havia um único botão usado para segurar os ataques dos inimigos. Aperte-o no momento certo e evitará um golpe, desferindo um dos seus em seguida.

Mas acreditaram que isso não era o suficiente, então aqui é preciso apertar o botão de contra golpe com o direcional para frente ou para trás, o que bloqueará socos e chutes respectivamente.

Muitos podem discordar e achar que estou reclamando a toa, mas isso estragou a jogabilidade de DoA.

O game sempre se baseou em velocidade e reflexos, os personagens atacam de forma rápida e decisiva e é preciso treinar os reflexos para responder adequadamente a isso. Já é uma tarefa hercúlea aprender a prever os movimentos insanos de Ryu Hayabusa ou Kasumi para saber contra atacá-los. Ter de utilizar um comando específico para isso, dificultou desnecessariamente o jogo. Mesmo veteranos de DoA tinham grande dificuldade em jogar nesse estilo e o pior é que ele se tornou o padrão para a série.

Neste momento ficou claro que o Team Ninja estava mais preocupado com Fanservice e em criar um mercado para cosplayers e figuras de resina se espelharem do que continuar coma série de forma decente.

Se acha que eu estou exagerando, que tal isso:



Sem mais perguntas meritíssimo.

Enfim, o tempo passou, a Microsoft decidiu calar a boca de todos que acharam que ela jamais conseguiria ser levada a sério no mercado de games e em 2005, lançou seu segundo console, o Xbox 360.

Que diga-se de passagem, pegou a Nintendo e a Sony de calças arriadas e as duas ainda não se recuperaram completamente da enrabada que levaram.

Logicamente, um novo Dead or Alive não estaria longe.



E o inevitável aconteceu, Dead or Alive 4 era um dos títulos de lançamento do console, mas verdade seja dita, o jogo decepcionou muita gente.

Primeiro, os visuais não eram grande coisa. Claro, o jogo era bonito, mas não muito melhor do que tínhamos visto em DoA Ultimate.

Vale lembrar que DoA Ultimate era ornitorrincamente superior a DoA 2, game em que fora inspirado e lançado em uma plataforma da mesma geração. DoA 4 não conseguia ser melhor que um jogo lançado para um console já ultrapassado.

A impressão que muitos tiveram na época é que DoA 4 estava sendo desenvolvido para o Xbox original, quando foi feito o anúncio do 360. O Team Ninja então correu para adaptar o jogo para o novo console e acabou não fazendo uso de toda a sua potência.

Claro, é uma especulação e nunca saberemos ao certo, mas sejamos francos, faz sentido pra diabo.

Outro problema presente é a falta de criatividade óbvia por parte dos produtores. Os novos personagens consistiam de uma gueixa, um loirinho lutador de Kung Fu e...



... La Mariposa, que nada mais era que Lisa, a personagem apresentada em Xtreme Beach Volley vestida como Luchadora e sendo parceira de ringue de Tina.

Santa preguiça mental, Batman!



E claro, não vamos esquecer do absurdo personagem usando uma armadura Spartan, uma maneira de puxar o saco da M$ e agradar os fanboys de Halo.

De acordo com o Team Ninja, é uma mulher dentro desta armadura.

Considerando como são as mulheres do universo de Dead or Alive, nunca mais olharei pro Master Chief do mesmo jeito.

Mas o maior problema do game não são os gráficos fracos, tampouco os personagens sem criatividade. A jogabilidade conseguiu piorar ainda mais, ao ponto de prejudicar totalmente o aproveitamento do jogo.



Dead or Alive sempre foi um game com jogabilidade extremamente velos, como eu disse no início do artigo, foi um dos pontos que o diferenciou de Virtua Fighter e o destacou no mercado. Suas batalhas eram ferozes, não estratégicas.

Mas DoA 4 exagerou neste aspecto, o jogo é excessivamente veloz e ridiculamente difícil, mesmo na primeira luta e jogando-se no “Easy”. Pra piorar as coisas, o computador consegue bloquear pelo menos metade dos seus ataques (novamente, no início do jogo, conforme se avança na história isso piora) e drena enormes porções de sua energia quase sem esforço.

Com isso temos um game muito frustrante, onde a vitória depende mais da sorte do que da habilidade.

E eu nem vou falar do chefe final do game.



Vamos dizer apenas que ela está entre os maiores lazarentos que já enfrentei em um game.

Em Dead or Alive 4, o Team Ninja perdeu completamente o foco. A jogabilidade foi extremamente comprometida e ao invés de se preocuparem em arrumar isso, Itagaki e sua equipe preferiram satisfazer suas insanidades sexuais com o jogo.

Claro, Dead or Alive sempre teve gostosas e fanservice, mas era em um nível razoavelmente tolerável (embora feministas desocupadas com certeza discordem). DoA Xtreme Beach Volley era um prazer culpado, pois o único motivo que poderia fazer alguém se interessar por tal jogo eram as beldades semi nuas, mas a série principal sempre foi muito sólida.

Não a partir de DoA 4, onde este antes tão querido jogo se tornou algo muito embaraçoso para seus fãs.

Exemplos:



Christie veste uma jaqueta sem nenhuma peça de roupa por baixo.

Esse é o tipo de coisa que espero desenhado no caderno de um garoto de quatorze anos entediado na aula de história... na verdade, nem mesmo um moleque do tipo desenharia algo assim! Ele estaria ocupado demais desenhando um foguete em forma de pica, ou monstros em forma de pica ou mesmo o Robocop como o "Robopica - O Policial de Pau Duro".

Uma mulher vestindo só uma jaqueta sem mais nada é infantil demais até pra alguém que acabou de entrar na puberdade.

E se este exemplo não é o suficiente, que tal alguns vídeos do jogo?






E este é o final de Hitomi, que eu considero especialmente embaraçoso.

Hitomi, a personagem que começou cheia de dignidade na série... a que foi reduzida, pobrezinha...

E a série não seria estragada apenas aí...



Logo teriamos DoA Xtreme Beach Volleyball 2, para o Xbox 360.

Novamente, os gráficos não seriam melhores que os da versão original, mas a jogabilidade seria muitas vezes inferior. As partidas de volei são quase impossíveis de serem vencidas, o computador é um trapaceiro quase tão pestilento quanto em DoA 4.

Ou seja, nem o prazer de jogar para juntar grana e deixar as meninas cada vez mais peladas nos temos mais.

E por falar nisso, todo o cuidado destinado a física dos peitos das meninas foi para o espaço. Aqui eles se movem de forma independente e de ainda menos realista do que a apresentada no primeiro título da franquia.

O DoA mais recente lançado para um console da geração atual tem físicas mais falsas e difíceis de engolir do que algo lançado há mais de uma década para um console menos potente em um momento que ninguém ainda sabia trabalhar com polígonos. Que motivo temos para sequer colocar este jogo em nossos consoles?



Ah sim, claro.

E o que mais o destino reservou para Dead or Alive?



Um filme inacreditavelmente imbecil, estrelado pela Japinha bochechuda que interpretou a Miho em Sin City e por várias outras atrizes bastante bonitas, algo surpreendente considerando que o orçamento do filme foi um daqueles óculos de plástico com um bigodão e um saco de bala 7Belo.

Pra ser sincero, não é o pior filme de games que já ví, este título ainda pertence a Street Fighter: A Lenda de Chun Li.

Oh Deus... o horrooooor...

Dead or Alive é estupido mas tem bons momentos, como quando Bass encontra Tina e Christie dormindo na mesma cama, acha que a filha é lésbica e tenta ser um pai compreensivo ao mesmo tempo que um bom futuro sogro.

E é engraçado ver o Kevin Nash interpretando o Hulk Hogan.

...

...

...

Acabo de perceber que só três pessoas no mundo vão entender este comentário, mas fazer o quê?

Mas bem, além do filme temos também...



... toneladas de Hentai!

O que se considerarmos o conteúdo do jogo, chega a ser algo redundante.

Mas a trajetória de Dead or Alive nos games ainda não estava acabada...



... um novo título, DoA Paradise foi lançado para o PSP.

Por alguma razão, meu PSP se recusa a rodar este game. Pode ser porque o meu console é de uma versão jurássica ou ele simplesmente quer me poupar do horror, o que automaticamente o torna meu melhor amigo em todo mundo.

Considerando que os produtores consideram um sucesso o fato do jogo ser utilizado como auxílio masturbatório, podemos ver o quanto a preocupação com sua qualidade caiu a níveis quase criminosos.

Mas o que pode ter acontecido, que levou a tamanho descaso por parte da Tecmo com uma de suas séries mais rentáveis?

Antes de responder a isso, uma imagem comparativa que não faço idéia de onde veio, mas que decidi usar como ilustração assim mesmo.



O que é isso? Uma cosplayer? Uma coincidência enorme? O que diabos?

Bom, não importa.

O fato é que houveram muitos problemas por trás da série. Tomonobu Itagaki foi acusado de assédio sexual por uma de suas colegas da Tecmo, depois saiu da empresa e entrou em uma briga judicial por bônus em dinheiro que lhe foram prometidos (algo assim, não lembro exatamente e não vou pesquisar agora) e a série eventualmente saiu das mãos do Team Ninja e se tornou responsabilidade de outra equipe.

O pior é que nem podemos culpar o novo time de produtores sobre o fiasco que a série se tornou, pois o Team Ninja já havia largado mão da jogabilidade e apenas elevou o fanservice a um nível ultrajante.

Não sou contra personagens serem sexualizados em games (a televisão e o cinema fazem isso o tempo todo com pessoas reais), sejam homens ou mulheres. Mas quando isso se torna a única força motriz por trás da produção de um jogo, então é hora de sacrificá-lo e manter sua dignidade.

Por menor que seja ela.



Pra encerrar, uma tira do site Ctrl+Alt+Del sobre a atual situação de Dead or Alive.

Se querem saber, me parece muito apropriada.

E eu preciso parar de colocar artigos no ar na madrugada de Domingo pra Segunda Feira... isso tá acabando com a minha vida...

Cheers!!!

62 comentários:

ANDF disse...

Bem legal e divertido esse texto. Nunca joguei DOA. Nem assisti, ainda, o "filmeco-inspirado-no- jogo". Também não gostei desse último filme "STREET FLATO: A LENHA NA CHUN-LANA LANG", que a própria CAPCOM fez questão de soltar.

...

Desculpem a infâmia. XD

vD disse...

Aqui eu vou usar só duas palavras, mas que eu acho que renderíam um artigo inteiro, dados os últimos eventos desse blog:

Dead Fantasy.

GuilhermeKinni disse...

vD: Se houve alguma coisa boa vinda de Dead or Alive, foi Dead Fantasy.
E o post está bom como sempre Amer...
Mas é impressão minha ou a imagem que você tem dos produtores japoneses está ficando cada vez pior?

Paradiddle disse...

"Considerando que pelo menos 85% do público gamer é masculino (só aceitarei que estou errado se mais de 200 mulheres vierem reclamar aqui)"

Ih, Amer... Pode levantar desse milho, apagar essa vela e deixar Deus em paz! 200 mulheres só vão aparecer aqui se forem feministas pra buscar sua cabeça por causa do "post sexualista".



Quanto à série... Que bosta. Nunca joguei, mas depois de ver os finais que foram postados, perdi qualquer respeito que poderia ter por ela. Deu pra ver o maior (e talvez único) motivo pelo qual DoA fez sucesso...

Não levem a mal, sou homem e sei minhas fraquezas... Mas quando ligo um videogame não é esse tipo de entretenimento que busco, até porque existem formas muito mais práticas de se fazer isso.

E se era pra ser desse jeito que criasse logo um site pornô ou uma divisão de mangás eróticos da Tecmo, porque "putaria camuflada em forma de jogo" subestima minha inteligência de certa forma...


Uns vão me chamar de moralista, outros de hipócrita... Mas não me importa. Eis minha opinião.

Pedroca disse...

o/

Adorei o texto, mas morri de vergonha q alguém achasse q eu esstivesse vendo algum blog pornô.

Thyago disse...

Paradiddle, isso é justamente o que o amer quer, foi um movimento friamente calculado.
e amer, o link pra tira do penny arcade tah errado, tah levando pra home deles e nao pra tira XD

Enfim, eu sempre me mantive distante de dead or alive. sempre ouvia falar, mas nunca me acendeu o interesse. sei lah, qdo se trata de games, nao faço taaaanta questao de ver peitos e bundas gratuitamente .-.

Vermeliasu disse...

Já vi que vão me chutar daqui mas lá vai...
Nunca me importei com a quantidade de boobs que tem no jogos, na verdade eu geralmente acho engraçado. O que me irrita é que quase não tem fanservice pras garotas! Quer dizer, até tem aquele tipo personagem de final fantasy que é todo bonitinho e tá na cara que tá lá pra agradar as garotas (já eu prefiro o wolverine, mas nada contra), e bem, com certeza outros que não to me lembrando agora, só que não é o suficiente. Tá bom, concordo que 85% do público gamer é masculino, fazer o que... Só to dizendo que eles podiam pensar nas girl gamers um pouquinho mais.
Legal é o Wesker sem camisa no final do RE5! tá, ninguém quer ouvir isso...

Igor Henrique disse...

Para quem não assistiu Street Fighter: A Lenda de Chun Li, saibam que mil anos sendo torturado no inferno é melhor que o filme, tenho minhas duvidas se haverá algum filme pior que este nos próximos mil séculos.

Avalanche(Lance) disse...

Nossa que matéria interminável.


Mas Amer...uma coisa que sempre me impediu de jogar mais o DoA e que sua matéria não ajudou é...

Qual a porra da história do game?

Ahh sim...sobre os filmes...

Qual é a moral de fazer o personagem matar um carinha aleatório que eu nunca vi no final?
Na boa é estremamente frustante quando vc vira o jogo e o final não tem nada haver.

ALiás a Hitome nunca ia acertar um soco com aqueles peitos do final O.o


bem vou dormir.

Amer H. disse...

Vermeliasu, existe fanservice para ambos os lados. Do mesmo jeito que entopem games com gostosas peitudas, também enfiam dezenas de "meninos sensíveis" neles, pois este é o padrão de beleza masculino no Japão.

No Ocidente é diferente, vide Gears of War...

Mas não tenho nada contra fanservice, definitivamente. Ikki Tousen é um anime feito em cima de fanservice e gerou dois games excelentes do PSp. Eu acredito que em muitos casos, os fins justificam os meios.

Quanto a industria dos games não se preocupar em "serviciar" as mulheres tanto quanto os homens, é porque meninas gamers são uma minoria absoluta para eles.

Entendo que existem MUITAS garotas gamers no mundo, mas poucas se manifestam como você o fez agora. Quando esta figura mudar, teremos mais Solid Snake de sunga do que você pode imaginar.

Thyago, o link é pro site do Penny Arcade mesmo. Publiquei a piada deles no texto, não tinha porque colocar link pra mesma tira no artigo.

E a história do game é que tem uma corporação DO MAL que quer clonar a Kasumi por algum motivo e fazer versões translúcidas dela.

Pois é.

João Miguel disse...

Awwwwwwwwwwwweeeeeeeeesome!

No mais, devo dizer que Waterworld é decente!

Sasoriman disse...

Amer, faltou falar umas coisinhas. O Itagaki entrou na justiça contra a Tecmo não só por não receber o que lhe deviam, mas também por "palavras não-apropriadas" do presidente da Tecmo.
E o Zack entrou no torneio para ganhar dinheiro e fama, a esfinha da Tina seria um bônus. Não que seja necessário botar isso no artigo, mas...

Enfim...

...Pelo menos a série fez cagadas que dá pra consertar com um certo tanto de esforço, não é como se eles fossem seguir esse cami- Oh! Os críticos disseram que Dead Or Alive 4 estava no caminho certo?

Merda de críticos.

Aliás, Amer, você teve um XBOX "Caixotão"?

Sasoriman disse...

esfiha*

Credo, o que seria uma "esfinha"?

Amer H. disse...

Sim, tenho um Xbox caixote e com muito orgulho.

Nash disse...

Não sei porque, mas sempre que jogo o DoA Xtreme Volley Beache.
Parace que estou jogando Sexy Beach 3 ou Artificial Girl...

Jack, The Ripper disse...

Wow, não consigo ler tudo isso em um só dia! Amer, como é que você consegue postar quase sempre sem falta uma postagem de qualidade por semana para cada um de seus três blogs? E ainda escreve numa revista de games!

Wow! Você por acaso tem tempo livre pra descancanso? Gente assim mereceria até uma menção honrosa por tanto trabalho.

Mantenha a qualidade Amer que esse blog (e os outros dois) ainda tem muito o que dar!

Sasoriman disse...

Nunca conheci ninguém com um XBOX "caixotão"...

Até porque, na época do PS2, eu estava feliz jogando SNES.

...

...

...

É...

Paulo_HT disse...

senti vergonha alheia vendo os videos dos finais de DoA4. QUE PORRA FOI AQUELA NO TREM!?!?
imagina se a sua namorada ou a sua mãe entra no quarto durante uma cena daquelas.
e eu achando que Soul Calibur era cara de pau..

Phantom X disse...

Nunca gostei da jogabilidade do DoA, nem mesmo as peitarias ajudaram...

Vermeliasu disse...

hahahhahahahahhahaha Solid Snake de sunga!! Que lindo!
Vou tá amanhã lembrando disso e rindo no onibus...

Leandro disse...

O problema de DoA, como o Amer disse, é que o fanservice deixou de ser um complemento e passou a ser o motor da série. Assim, jogo nenhum resiste por muito tempo... ^^

Artigo muito bem escrito, Amer.O que foi aquela "sambadinha" da Hitomi no ending? Hahaha, ela devia ser personagem de um jogo de cozinha...

Não sei se vc costuma aceitar sugestões, mas seria legal aproveitar que o 2 filme do Tony Stark tá/vai estar nos cinemas e fazer um artigo sobre o Homem de Ferro, o que acha? /sugestão

No mais, arranje tempo para descansar homem! Não vá ter um ataque por causa do cansaço... ^^

Vicente Cardoso disse...

Amer... me perdoe, mas eu AVISEI.

Eu SABIA que "A Lenda de Chun-Li" seria um fracasso monumental no momento em que escalaram a Kristin Kreuk pro papel. Quando divulgaram o Bison então passei a ter CERTEZA.

Resultado: nunca mais na minha vida quero assistir um filme que tenha Michael Clake Duncan, Robin Shou ou qualquer integrante dos Black Eyed Peas no elenco.

Agora me diz o que esperar de um filme sobre "King of Fighters" onde o Kyo é caucasiano, o Terry é um idoso, o Rugal é um nanico e a Mai é uma tábua...

Pedro "Hipérion" disse...

WOW, legal, não ri tanto qunato seus outros texto mas foi legal, nunca joguei DoA e nem vi o filme.
Comentem no meu blog e me ajudem a tirar uma boa nota em filosofia:http://thepedroworld.blogspot.com/
FLW!

Rael XX disse...

Quanto à série Dead or Alive digo que sou fã. Daqueles chatos. Mas nunca consegui jogar até hoje os exclusivos do caixote. Tive um PS1 e um Dreamcast. Tinha obviamente o DoA 1 e o DoA 2. Quando peguei um PS2, assim que pude peguei o DoA2 dele.

Aí veio o meu 360 e peguei o 4. Ou seja, de acordo com o seu post, pelo que entendi, perdi o melhor da série.

Mas me desculpe, porque, não consigo considerar esses Xtreme ou sei lá como parte da série. Me parece horrível.

Ah, outra coisa, votei em "sem preconceitos" mas detesto a série Budokai do DBZ, prefiro a série Sparking. Quanto aos outros gosto de todos. Tenho todos os Soul Calibur, tenho Tekken 3 e 6. E sempre quis ter VF, mas tou esperando o upgrade que a SEGA prometeu que vai sair pra PS3 e 360, o tal do VF5 Final Showdown

Giovanni seiji disse...

AGOOOOORA saqui pelo menso uma parte daquele filme....mas eu adimito...só paraei pra ver o filme por causa das gostosas...

Amer H disse...

Fazer o que, Vicente? Eu sou um cara otimista!

Quanto ao filme do KoF, eu te digo o que esperar: DERRAMES!!! DIARRÉIAS!!! DESGRAÇAS!!! ENCOSTO!!!

Após ver o filme de KoF, todos teremos de ir a uma SESSÃO DO DESCARREGO!!!

E estou aguardando a "Semana Transformers" no seu blog, heim! Tou no hype!

Bia Chun-li disse...

Quando era mais nova jogava DOA, por justamente considerá-lo um bom jogo de luta, apesar do fan service exagerado para os punheteiros de plantão.

Eu morria de rir no primeiro game de ver aquelas gelatinas que eram os peitos das meninas, de tão ridículo que era.

Depois eu vi, infelizmente, a série ser transformada em praticamente um jogo hentai, só que sem cenas de nudez e/ou sexo. Ao menos Strip Fighter (que graças a Deus nunca tive o desprazer de jogar) sempre foi "sincero" desde o começo! :P

Nada contra quem joga ainda, mas acho difícil a série voltar a se ro que era. E olha que ainda gosto, e muito, do DOA 1 e 2.

Vicente Cardoso disse...

Ok, Amer! Ainda estou caçando referências, mas desse mês não passa! :D

C. B. disse...

Sobre a loirinha do ICarly, Amer, eu te digo o que aconteceu: é a beleza da puberdade!!! Ela tá mais próxima de todos poderem aproveitar a esfiha dela juridicamente livres de represálias!!!

Sobre o artigo em geral, devo admitir que nunca joguei DoA na minha vida (se isso faz de mim uma boa ou má pessoa, só o tempo dirá), mas tive curiosidade em experimentar (é, má pessoa mesmo)... claro que sem ninguém por perto pra presenciar isso.

Enfim, mais um excelente artigo! Tô no aguardo (como se fosse só eu) do próximo!

Adios.

Avalanche(Lance) disse...

Mas Striper Fghters era uma paródia, não foi feito pra ser algo sério ou valioso.

Bia Chun-li disse...

Por isso mesmo que disse Avalanche, Strip Fighter sempre foi sincero ao menos! =P

O Raposa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
O Raposa disse...

Estou entre as 3 pessoas que entenderam o comentário sobre o Kevin Nash (aka Diesel) e Hulk Hogan...

Alias comentei sobre os filmes que todos grandes lutadores de luta livre já participaram....

Caso alguem queira ver:
http://getreadytorumble.wordpress.com/2009/03/01/farofa-do-raposa-%E2%80%93-luz-camerawrestling-parte-2/


Como um nerd solitário, ver mulheres tão perfeitamente atraentes desse jeito fazem eu amaldiçoar minha realidade XD

Não é sério, pessoas normais como nós nunca vamos nos relacionar com moças tão er... com curvas generosas como essas...

Então não vejo lógica ficar pagando pau pra um jogo que enche de mulheres atraentes e nos fazem achar a realidade chata já que a unica vez que vai ver uma moça se insinuando pra ti é pela tela de uma TV.

Ou se você for pra uma casa da luz vermelha... Mas isso é outra história...

O criador do jogo foi acusado de assédio sexual porque queria conferir mais "de perto" as dimensões de uma mulher real pra por em seu game hehehe!

Jonas disse...

Mto legal o post Amer....

E sim... eu estou entre as tres pessoas q entendeu a do Nash imitando o Hogan...

Cara... Até a bandana! haha... E isso que o Nash não é careca que nem o Hogan...

Zigga disse...

hehehe, 34 comentários... Beavis, olhe meus peidos de sovaco!

Belo artigo. E eu confesso, não sabia nada de nada de Dead or Alive, só que tinha gostosas e um filme ruim até em ser um filme ruim. Uma pena saber que era um jogo legal mas que hoje em dia só serve de material punhetístico.

Ah, sim. Sobre mulheres e videogame, tenho 2 palavras a dizer: LiveJournal. Já achei comunidades de tudo quanto é tralha, e o público delas tende a ser marjoritariamente feminino.

E mais Solid Snake de sunga? Ele já usa uma catsuit mais apertada que a da Samus e a bunda dele cresce a cada jogo! Me convença que isso não é fanservice.

Uris disse...

ótima postagem, hílario!

Sou novo aqui neste blog e dei uma olhada nos posts antigos e percebi que este blog é fantastico, resume tudo que é ser um nerd de mais ou menos 1980 para cá com muito humor e um estilo própio, parabéns amer!

Kyo disse...

Realmente hj DOA é apenas um rascunho do que a série já foi um dia...

Lembro-me dos tempos de horas de jogatina de DOA 2, tanto a Demo (que só tinha o NINJA GAIDEN CARAI HAYABUSA, A Ayame e a Kasumi), quanto a versão full que adquiri depois para o meu DC (sim, ainda tenho um Dreamcast).

DOA 2 é o mais equilibrado e com melhor jogabilidade da série, assim como Soul Calibur 1 é ao meu ver o melhor da série respectiva. Mesmo sendo um jogo que se baseia nos reflexos, DOA 2 não era insanamente difícil, poderia zerá-lo do Very Easy ao Very Hard da mesma maneira, a única coisa que realmente muda conforme a dificuldade, é a quantidade de contra golpes que o oponente usa.

Se tem algo que DOA ainda se salva, é a trilha sonora.

Ah, e o filme da Chun-Li é uma ótima comédia...

Sam disse...

O final dessa Lei Fang me deixou puto. Só porque o velho acidentalmente se apoiou nos peitos dela, ela foi e mandou ele pra fora do trem, ponte abaixo. Capaz dele ter morrido. Imbecilidade total.

Edson disse...

O pessoal fez alguns comentários sobre o filme do KoF, mas até agora não vi ninguém falar nada sobre o filme do Tekken, que já tinha até liberado algumas imagens (não vi o trailer).

Alguém aí tem alguma informação sobre o lançamento desse filme?

Saikyo disse...

Tirinha da Penny Arcade?
É da Ctrl+Alt+Del...tirinhas horríveis mas algumas vezes eles acertam (como essa do DoA) ou quando imitam de outro site (como aquela do cooking mama do vgcats).

Saikyo disse...

No mais boa entrie, fala de DoA sem apenas xingar ou falar que só serve para jogar com uma mão (ou pelo menos explicou como chegou até esse ponto)

Amer H. disse...

Hmmm, passei a vida achando que essa tira era do Penny Arcade. Não seja por isso, vou arrumar já.

Raishinshi disse...

Eu tinha o primeiro Dead or Alive pra Saturn, me diverti muito com ele e sofri com a dificuldade. Como na época eu tinha uns 8 ou 9 anos eu nem prestava muita atenção nos peitões, ainda cheguei a ter o DOA2 pro Dreamcast mais depois disto nunca mais joguei nem procurei muitas informações sobre os novos jogos.
Alias Amer, você não ia falar de um episódio de Beast Wars antes de encerrar o mês de Cybertron?

Katchiannya disse...

oi!
Finalmente estou completamente em dia com seu blog. Aeeee \o/

Enfim, rachei de rir dos ultimos dos Transformers - e vc tem razão, não tem como transformar a analise dos roteiros deles em material para projeto de mestrado.

Ah, fiz a alteração no meu texto de Maus que a Raven falou que vc sugeriu, ficou melhor mesmo.

E fico feliz que tenha gostado do artigo.

Adorei esse artigo sobre DoA. Confesso que eu não conheço tanto do jogo, na verdade, confesso que nunca joguei.

Fanservice divertida que eu gosto é de Rumble Roses, que nossa amiga Glau/Reiko me apresentou.

Merecia um review também.

Abração e saudades

ps- Beijos a todos os demais. Se eu conseguir tempo, vou ler os comments tbm. E Macaco Louco, valeu pela força em relação ao trabalho da minha prima e aos comments lá no tsuru.

Arthur disse...

Eu já tava imaginando o quão ruim o filme seria , e agora que descobri que o KEVIN NASH interpreta o Hogan , nem as bundas e peitos valerão a pena para ver esse filme ...

Maxynation disse...

Na minha opnião os jogos desta série são tão porcos quanto os filmes.

evil monkey disse...

oi galeraaaaaaaaaaa!

Se alguém além da katchy sentiu a minha falta (tá, até parece...)permitam-me justificar a minha ausência...

Aqui eu ponho a lista de blogs que o blogger não me permite comentar...

...TODOS menos o do Amer...

Alias, até noite passada até o do Amer estava bloqueado...

Mas como 99,99999% dos meus leitores lêem o blog do Amer eu acho que é uma boa eu poder comentar aqui.

e lamento por usar o seu blog como ferramenta para postar os comentários que eu não pude postar...

Katchy: consegui convencer a minha mãe, agora só falta eu conseguir o dinheiro que ela se comprometeu a mandar.

Ps: eu li o seu artigo de maus, excelente, pra mim maus é o ápice dos quadrinhos, seguido de wachmen e batman do Frank Miller.

lance: Se lembra daquele artigo do brasileiro que foi trabalhar na marvel que você fez a muuuuito tempo no passado?

O justiceiro não seria um ótimo lugar para começar?

J_arikado: muito interessante esse tal de fire emblem, acho que vou jogar certo dia desses...

e finalmente, Amer: já que você teve um x box caixotão, me responda, quais seriam os melhores jogos, ou o melhor ao menos, fiquei muito interessado.

Eu nunca havia conhecido um dono de caixotão antes...
...

Sasoriman disse...

Aliás Amer, já jogou Arcana Heart? É um jogo de luta 2D, que também usa muuuuuuito fan service. Mas o jogo bom.

Exceto pela chefona final. TODO GOLPE DELA É ESPECIAL DAS OUTRAS PERSONAGENS E ELA TEM UM ESPECIAL PRÓPRIO QUE MATA! Procure no Youtube se tiver tempo.

Óbvio disse...

Amer gostoso, dá um tapa no layout do blog ae!!! Abç!

Amer H disse...

Pessoas, a quem interessar possa, atualizarei o blog na semana que vem.

Ando excessivamente cansado (há semanas na verdade) e vou tirar um tempo pra organizar meu ritmo de trabalho e recuperar as forças.

Mas não temam, o Game Blog e o Outro Blog serão atualizados numa boa. Vocês não vão ficar sem ter o que ler esta semana.

E é isso. Comam Lasanha, porque faz bem nesse frio.

Israel/Rael-TIO GOIABINHA disse...

Kevin Nash foi foda, huahuahaauhaha.

Kevin Nash como Omega Shredder também é sensacional. Não quiseram colocar o Hogan para interpretar a si mesmo por que ele está muito velho e lento.


...


Tá bom. O Nash também tá velho e lento. Mas, o filme do DOA continua a ser uma porcaria.

Não vale nem pelos peitos.

Fernando disse...

Eu sempre preferi jogos de luta e minhas séries favoritas são Dead or Alive, Sol Calibur e Tekken. Nessa orderm mesmo.

Mas acho que a jogabilidade só evoluiu com o passar do tempo, mesmo com esse esquema novo de contragolpes.
Sou perito em Dead or Alive e isso não me torna mais ou menos punheteiro porque sou GAY.
Jogo inclusive O Volleyball no meu 360 e Paradise no meu PSP, parece brincar de vestir barbies turbinadas.

Adorei o texto, ri bagaralho, mas discordo da sua opinião sobre DOA4, achei que o jogo ficou mais difícil e as lutas ainda mais acirradas!

Blog do Pingua disse...

bom texto Amer
DoA pra dizer a verdade eu nunca gostei nem de Tekken, eu só gostei de MK vs DC Universe e Street Fighter 4

Mestre Ryu Kanzuki disse...

Sabem que é ruim quando falam mal de Dead Or Alive? Não é dizer que ele foi inferior a Virtua Fighter e Tekken, mas sim um metido a especialista - que quer mostrar que conhece todos os problemas da série, todos os combos e o bugs de todos os jogos, graças aos sites internacionais especializados e aos vídeos do You Tube, estufar o peito, pra querer impor moral, e acabar trocando os pés pelas mãos no final. Juntar os jogos paralelos: Dead Or Alive Extreme e DOA: Volleyball - pra justificar a qualidade da série – é o mesmo que juntar KOF 97 com KOF Kyo ou a saga MK com MK Sub-Zero e outros paralelos num mesmo comparativo sem explicação. Tipos de abobrinhas como essa que sai até de um fórum de jogos de luta - até dos que se dizem "o melhor", "o maior", "o mais especializado" e etc, etc. É claro que esses últimos citados (SF, KOF e MK) jamais seriam confundido nesses tipos de tribo por aqui - existe um mar de informação que encobriria estes erros.

Quanto a se meter "O MAIOR entendido" não é o seu caso, Amer. Que desde o começo mostrou que era a interpretação da sua experiência - não uma mera cópia sobre o que os amigos (ou vizinhos) pensam sobre o assunto.

E, pelo que eu tô vendo, o Brasil carece gravemente de um bom entendimento sobre jogos de luta em geral. Justo num lugar que você acha que vai encontrar um gabaritado, que poderia escrever racionalmente sobre qualquer título da série, mas não encontra.


Julgar o jogo pelos seus jogadores e não pelo jogo em si é um outro equivoco ainda maior. Seria bom ter mulheres aqui se manifestando sobre a franquia, mas o gênero sempre foi predominante pelos homens. Então, nem adianta, não é culpa de DOA. Amer, entendo que o seu texto teve a intenção de trazer o bom humor de sempre, mas os punheteiros não "perdoam" nenhuma franquia que tenha uma boneca levantando uma saia. Aonde tem uma, lá tem outro fazendo um "pause-pro-close" pra "turbinar" o motor - seja ele Tekken ou DOA.

Não joguei suficientemente bem DOA 3 pra escrever, apenas alguns minutinhos em dias diferentes e em momentos distintos. DOA 4 nem cheguei perto. Mas é bom saber que você tem um dedo levantado para DOA 2. Não gostei do Dead Or Alive 1, mas, em compensação, o segundo foi realmente um primor muito a frente do primeiro.

Henrique de Matos disse...

Opa Amer, post f*da, como sempre ;)
Uma perguntinha: Já que tem falado bastante de games ultimamente, por acaso vai ter algum post dedicado a Grand Theft Auto esses dias?

Lívio Nakano M.D. disse...

Pôxa, o filme podreira do Dead or Alive não merece uma resenha com fotos ? Teve a proeza até de ser exibido na Record, a emissora do bispo!

jadsony disse...

Sou mais um old gamer scholl e forçando meu cérebro ao máximo(algo tá fedendo aki), venho dizer que é certo que entupir de peitos e bundas, baixar a jogabilidade(enrredo nem se fala) e terminar sendo lembrado como um título destruído pelos produtores não é nada...

Pior mesmo é ver echi como Queens Blade virar game no psp e com boa qualidade de combos e especiais.

No mais posso torcer pra que school of the dead(curto matar uns zumbis) vire game em algum console do momento!

Ah!belo post, vou dormir tarde mas satisfeito!XD

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

sobre a série. também gostava quando era jovem, pelo mesmo motivo da maioria. ficava err...animadinho ao ver as meninas. especialmente a Kasumi.

ahh...Kazumi...

e tem razão, eu apenas jogava esse game, quando tinha certeza que não havia ninguém por perto. mesmo sendo um jogo de luta...é fanservice demais. o DOA 2, eu pirei quando vi nas locadoras e o joguei e sonhei com cada uma das meninas o máximo que pude.

eu...não me orgulho disso.

e sobre os personagens, convenhamos. os unicos personagens "interessantes" do game era as garotas. dos homens, apenas Ryu Hayabusa valia a pena jogar e só. Gen-fu era um velho,Ein é um carateca pretty boy,Bayman é um qualquer,Bass é um Hulk Hogan motoqueiro e Jann-Lee era tão génerico quanto qualquer imitador do Bruce-lee.

não dá para culpar os meninos de preferirem Kasumi,Ayane e Tina ao invés desses sujeitos. e sobre o filme...a Christie, a personagem que considero a menos gostosa do elenco, foi a mais bonita do filme. e a Ayane...minha nossa, não podiam ter chamado uma japonesa e botar a peruca lilás nela? afinal os japoneses combinam mais com isso.

mas né, o que o publico que joga o game e vê o filme sabe, não é?

Alan Cohen disse...

Bom como eu estou atrasado no tempo. Me amarrei na postagem muito engraçada. Eu joguei todos os DOAs e jogo até hoje. O último que saiu DOA5 Ultimate ficou show de bola idêntico ao DOA 2 do Xcaixotão. Os filmes street, street chun li, kof e Tekken são os piores filmes de games, que graças a Deus eu não aguentei assistir todos. acho ainda que bati o recorde de até os 15 minutos.Tentando assistir essas merdas. É uma boa tortura para prisão. O que vcs acham? kkkkkkkkk.

Raniere Barreto disse...

Cara sou fã da série Dead Or Alive (conheci a série por acaso ao jogar o 2 no dreamcast de um amigo meu). Joguei o 1º DoA também pq tinha o PSOne.
atualmente tenho o xbox360 e jogo o DoA 4 (que é difícil pra Kralho ~ destaque para o fucking "Hayabusa" e a desgraçada filha de uma kenga aidética da "Alpha 152".
Gosto muito da série, mas o que faltou na minha opinião foi uma história mais elaborada e por mim não mexiam na movimentação do jogo, que continuasse a mesma do DoA 2. Mas procuro ver mais o lado bom da série que pra mim foi o sistema TAG BATTLE, algo inovador pra mim até então, e a velocidade do jogo, que é uma das coisas que me fazem amar este jogo. Apesar de ter muitas gostosas no jogo, meus personagens favoritos são Hayabusa (óbvio), Ein (achei ele melhor como karateca do que como ninja, que ao meu ver nada mais é que uma versão feminina e um pouco melhorada da kasumi) e o Jann Lee.

Raniere Barreto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Arsenal disse...

Artigo muito bem escrito, parabéns! Sempre gostei do jogo e na ultima versão Last Round,o jogo continua divertido e a jogabilidade melhorou da versão 4, novas personagens resgatadas de Virtua fighter(achei excepcional) mas, com copias clonadas da Kasumi o que mostra a falta de criatividade dos produtores por essa parte. No modo arcade achei absurdo estar com um personagens e enfrentar ele mesmo no torneio, são apenas oito que enfrentamos e uma luta assim e desmotivante pois é um modo que lutamos contra a maquina e nao contra um amigo que gosta da mesma personagem(descaso).Houve a adiçao de novos aataques como o Power Launcher e Power Blow( uma sequencia arrasadora de movimentos muito plasticos Lrmbra o especial do street figher).No mais gostei do jogo e jogar contra amigos fica muito bom e divertido. Pena que Dead Or Alive vai ser sempre considerado um sex shop e não recebe a devida atenção a jogabilidade assim como 4 é extremamente difícil adivinhar se devemos usar contra golpes em cima reto ou em baixo numa fração de segundos pra decidir.