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terça-feira, 26 de maio de 2020

Os Personagens Esquecidos dos Tartarugas Ninjas


Esta manhã eu estava sentado na privada, esperando o Yakult do desjejum fazer efeito, enquanto dedilhava meu celular como se ele fosse uma prostituta francesa na esperança de encontrar algo que pudesse me entreter durante o tempo que levasse para meus intestinos funcionarem.

Eis que visitei um site que eu não acessava há muito tempo: Kid Fenris. Lá eu li um excelente artigo sobre dois personagens esquecidos da franquia Tartarugas Ninja.

Artigo este que roubarei na íntegra agora, com alterações e acréscimos suficientes para evitar acusações de plágio.

sábado, 14 de maio de 2016

Crítica do Amer: RollerGames


Faz bastante tempo desde minha última crítica de um game do NES, não? Que tal corrigirmos este erro agora?

Sim, então falemos de Rollergames, jogo estrelado por um gordo de patins.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Crítica do Amer: Gokujou Parodius


Eu honestamente odeio quando alguém se refere a um Shooter como “jogo de navinha”. Pelas barbas de Odin, santa ignorância, Batman!!!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Crítica do Amer: Castlevania - Bloodlines


Antigamente, a Konami produzia games apenas para os consoles da Nintendo. Era natural, considerando que a casa de Miyamoto era a líder inquestionável do mercado.

Então, veio a grande guerra dos consoles da década de 1990 e a Sega abocanhou uma fatia considerável do mercado com seu Mega Drive. Mesmo com o poder do Super Nintendo e seu Mode 7, muitos jogadores preferiram o 16 Bits da empresa rival, com seu BLAST PROCESSING!!!

Seja lá o que isso for.

sábado, 23 de outubro de 2010

Crítica do Amer: Super Castlevania IV


E o tempo passou, a década de 1980 acabou e os dez anos seguintes nos trouxeram diversas maravilhas, como a paz mundial, robôs domésticos e carros voadores.


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Hmmm, na verdade, a coisa mais memorável dos anos 90 foi Vanilla Ice ter aparecido no segundo filme das Tartarugas Ninjas... foi uma década muito estranha.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Crítica do Amer: Castlevania III - Dracula's Curse


Muito bem, Castlevania II deixou um gosto amargo na boca de quase todos que o jogaram. Não era um game insuportável como tantos outros do NES, mas também não fazia jus a ação presente no primeiro título da série.

Felizmente, a Konami aprendeu com seu erro. Castlevania III seria um merecido retorno às origens, com ação, monstros, chicotadas e uma dificuldade tão infernal que somente os mais perseverantes seriam capazes de chegar ao desfecho da aventura.

Então, o legado dos Belmont recuperou sua dignidade, ou o terceiro game da série denigre a imagem dos vampiros mais do que toda a série Crepúsculo junta?

Vamos ver!

sábado, 16 de outubro de 2010

Crítica do Amer: Castlevania II - Simon's Quest


O primeiro game da série não vendeu bilhões de cópias... na verdade, não chegou nem a quebrar a marca de um milhão de cartuchos vendidos, mas se tornou um título cultuado por milhares de pessoas, que se apaixonaram por aquele ambiente de horror em 8 Bits e mal podiam esperar por mais uma dose de caça aos vampiros em seus consoles.

Em 1987, a Konami atendeu a tais súplicas e lançou a segunda parte das aventuras de Simon Belmont! Houve alegria e festa nas ruas, todos mais uma vez poderiam brincar de dominatrix Sueca e chicotear todos até sairem de seu caminho.

No entanto, os produtores da série decidiram inovar. Castlevania seria mais que um título de ação, ele agora seria... UMA JORNADA!!!

Será que eles acertaram? É o que vamos ver.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Crítica do Amer: Castlevania


Imagine que você tem oito anos de idade. Seus maiores companheiros são desenhos seguros, com heróis que não matam ninguem, revistas em quadrinhos da Turma da Mônica e games como Super Mario, onde ninguém realmente se machuca, nem que uma ogiva nuclear exploda.

Sim, você vive em uma bolha de alegria, felicidade e cores vivas, e nada sombrio ou macabro adentra nela.

Uma existência incrivelmente maçante.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Crítica do Amer: Castlevania: Simphony of the Night


Sinceramente, eu não gosto quando alguém declara um game como “um dos melhores de todos os tempos”.

Os games evoluem e mudam, normalmente, uma geração possui títulos tremendamente diferentes da anterior. Estabelecer um game como “um dos melhores” é algo que precisa de muita meditação para que se possa colocar uma motivação válida.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Crítica do Amer: Sunset Riders


Eu costumo falar muito de Beat’em ups, aqueles games de pancadaria em que o jogador massacra hordas de inimigos com seus próprios punhos a fim de salvar uma moçoila ou simplesmente acabar com O MAAAAAAAAL!!!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Crítica do Amer: Saw


Pra ser muito sincero, nunca fui muito fã da série Jogos Mortais. Reconheço a premissa inovadora da franquia e gosto do personagem Jigsaw, que consegue ser uma das criações mais inteligentes do cinema de terror moderno.

sábado, 26 de setembro de 2009

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Crítica do Amer: Parodius Da!


Uma verdade imutável da raça humana é que nós adoramos comédia.

Você pode achar que o cinema cômico atual não tem a mesma força do passado ou pode preferi-lo às pérolas cômicas de outrora, mas o que importa é que todo mundo adora dar algumas boas risadas assistindo alguma coisa.

E é curioso, pois os vídeo games permanecem até hoje como uma mídia quase que totalmente livre de comédia.

domingo, 21 de junho de 2009

Crítica do Amer: Teenage Mutant Ninja Turtles (Arcade)


Não tenho lá grandes lembranças de minha época do ginásio. Eu não tinha muitos amigos, não praticava esportes, não era popular com as garotas, tinha perdido totalmente o interesse nos estudos e já tinha deciido dedicar minha vida a busca de uma carreira profissional com com games, o que me gerava um sem número de aloprações.

Mas se tem algo que minha mente geriátrica se lembra com grande clareza, é e meus debates com dois amigos que viviam no fliperama e se acabavam de jogar o game dos Tartarugas que estava disponível em tais lugares.

domingo, 5 de abril de 2009

Crítica do Amer: The Adventures of Bayou Billy


Na década de 1980, um filme chamado "Crocodilo Dundee" fez um sucesso inexplicável pelo mundo afora.

Contava a história de um Australiano durão e gente boa que ia parar em Nova York e que nos divertia com o choque cultural que só um caipira espancador de jacarés no meio de uma das maiores metrópoles do mundo pode causar.

A Konami achou que este era um tema interessante para se fazer um game e ao invés de desembolsar algum para conseguir a licensa do personagem e fazer um título com seu nome, decidiram criar um caipira espancador de jacarés próprio e mudá-lo o suficiente para não sofrer um processo por isso.

E assim nasceu Bayou Billy, o primeiro beat'em up da Konami e um dos games mais irritantemente difíceis de todos os tempos.

sábado, 28 de março de 2009

Crítica do Amer: Contra


Eu sempre digo que os games hoje em dia são muito mais fáceis do que no passado.

Claro, há títulos como Ninja Gaiden que são tão difíceis que podem fazer uma hemorróida brotar na sua testa, mas no geral, os games da atualidade podem ser terminados sem grandes problemas quando jogados com afinco.