Hoje quero tomar um rumo diferente aqui, que tal? Vou
apresentar uma de minhas opiniões e todos estão convidados a debatê-la comigo.
Pois bem, dediquei meus últimos dois artigos a falar da
terceira parte da Saga Crepúsculo. Como sempre acontece nestes casos, eu
critiquei as “feministas” e o “feminismo” de forma aparentemente gratuita.
De facto, quem me segue no Twitter (@hammerhx, siga-me,
SIGAM-ME) deve ter reparado que pelo menos um terço de meus comentários são
críticas a besteiras feministóides que encontrei por aí.
Para explicar qual a minha birra com o assim chamado
“feminismo”, quero fazer uma analogia a Crepúsculo por um minuto. Não direi
nada de novo, mas peço que tenham paciência, pois tudo fará sentido no final.
Crepúsculo conta a história de Bella Swan, uma garota comum
recém chegada a uma cidade pequena, que rapidamente torna-se o centro das
atenções de absolutamente todos que vivem no lugar. Suas amigas a vêem como um
exemplo de liderança e popularidade e seus amigos se apaixonam por ela em um
momento ou outro.
Claro, ela não dá a mínima para ninguém, exceto Edward
Cullen (nosso querido Cedrico), que para cúmulo das coincidências, é um
vampiro. Não satisfeita, ela também desperta a atenção de Jacob (o Shark Boy),
que no fim das contas... é um LOBISOMEM.
E o que Bella tem de especial? Absolutamente nada! Ela não é
especialmente inteligente, atlética, sensível ou sequer empática, algo
demonstrado pelo fato de que ela não dá a mínima para ninguem e apenas pensa no
próprio bem estar o tempo todo.
Agora, Stephanie Meyer, criadora dessa birosca, é melhor
como mulher de negócios do que como escritora e criou Bella como essa folha em
branco para que as leitoras adolescentes pudessem se colocar em seu lugar.
Muita menina sonha em ser o alvo das atenções de todos os homens ao seu redor,
algo que passa eventualmente quando elas crescem.
Hey, nada de errado com um pouco de escapismo. Se você quer
apontar pros seus amigos com um toco de pau e gritar “Sectumsempra”, vá em
frente. Enquanto isso não afetar os aspectos profissionais e emocionais da sua
vida, tá tranquilo.
Agora, o que isso tem a ver com feminismo? Bom, tem muitas
“feministas” que usam Crepúsculo como um exemplo de sua luta, simplesmente
porque a história é contada do ponto de vista de uma mulher.
Uma mulher que não faz nada de importante, não tem nada de
especial, não consegue existir sem ter um homem segurando em sua mão e a
guiando, e que mesmo assim, tem o mundo inteiro a seus pés.
E isso é algo que pude perceber com o passar do tempo.
Muitas mulheres acreditam que o mundo deveria dobrar-se as suas vontades e tudo
deveria lhes ser entregue de bandeja, apenas pelo seu sexo. E qualquer pessoa
que discorde é masculinista, opressor e reaça.
Estas pessoas se definem como feministas, mas não poderiam
estar mais longe disso.
Antes de prosseguir, vejamos como a Wikipédia define o que é
feminismo:
“Feminismo é um movimento social, filosófico e político
que tem como meta direitos equânimes (iguais) e uma vivência humana liberta de
padrões opressores baseados em normas de gênero.”
Pode não parecer, mas há meros 60 anos (que para os padrões
históricos, tratam-se de um piscar de olhos), as coisas eram muito diferentes.
Mulheres não podiam trabalhar fora, não podiam emitir opiniões sobre nada e
estavam a completa mercê de seus maridos, pais e demais homens de sua vida.
De fato, naqueles tempos era plenamente aceitável um homem
espancar uma mulher. O sujeito podia se gabar pra toda cidade que havia
quebrado dois dentes de sua esposa porque ela deixou o jantar esfriar, e
absolutamente ninguem veria nada de errado com isso.
Inclusive, tenho um video que exemplifica bem isso:
O que acabaram de ver é inimaginável para os padrões atuais.
Se um homem acertar uma mulher em um filme, ele sem dúvida será o vilão, ou em
último caso, ele será o mocinho e ELA será uma vilã terrível.
Mas colocar o mocinho batendo em sua garota? Isso não rola
mais no cinema atual.
Em outras palavras, a sociedade mudou bastante. Graças a
luta de milhares de feministas ao longo das últimas décadas, as mulheres
conquistaram um lugar na sociedade. Elas agora podem trabalhar, votar e guiarem
sua vida como bem entenderem, algo que no tempo de nossas avós, era totalmente
implausível.
Ainda existe muito machismo no mundo e certas melhorias
ainda tem de ser feitas. Mas no geral, vivemos em um mundo que é muito mais amigável
para com as mulheres, onde meta de vida delas não precisa mais ser unicamente “casar
e constituir familia”.
Mas pra se chegar até este ponto, muitas mulheres lutaram,
foram presas e com certeza MORTAS na luta por seus direitos. Uma verdade
absoluta sobre o mundo é que as grandes revoluções são feitas a base de sangue,
quando a vida torna-se insuportável para a parte oprimida, que tem como escolha
aceitar seu destino ou arriscar a vida para tentar melhorar um pouco a sua
sociedade.
Dêem uma olhada nos movimentos pelos direitos civis nos
Estados Unidos na década de 1960. A população negra cansou da segregação
absurda de seu país e foi até as ruas protestar, onde tiveram de encarar
mangueiras de incêndio, policiais armados e tudo que a vida podia jogar de pior
em seu caminho. Ou melhor, vejam as revoluções que aconteceram no Oriente Médio
desde o começo deste ano, as pessoas envolvidas neles estavam dispostas a serem
esmagadas por tanques para colocarem fim a tirania em que viviam.
Da mesma forma, o Feminismo foi iniciado por mulheres que
não tinham medo de sujar as mãos e estavam dispostas a dar a cara a tapa por
suas crenças. Depois de muito sofrimento e luta, as coisas começaram a mudar.
Mas em algum momento, este foco se perdeu para muitas pessoas.
Hoje em dia, na maioria das vezes que vejo a palavra “Feminismo”, encontro mulheres que desgostaram de algo (um filme ou programa de tevê na maioria das vezes) e acham um absurdo que o mundo não tenha se ofendido junto delas. Incapazes de entender divergência de opinião, elas reclamam, reclamam, reclamam, se mostram irredutíveis e fechadas para qualquer tipo de debate, e atacam violentamente qualquer um que discorde delas.
Essa é a famosa “revolução de sofá”, onde uma pessoa faz o
mínimo possível e decora suas opiniões parciais para fazer parecer que está
lutando por uma causa real.
O maior exemplo que consigo imaginar disso é o blog “Escreva
Lola, Escreva”, mantido pela professora da UFC (Universidade Federal do Ceará,
ela não trabalha com o Dana White), Lola Aronovich. Eu poderia citar muitos
outros blogs sobre o assunto, como Shoujo Café, mas eles não chegam a ser tão
extremos.
Agora, serei justo. A Lola não está 100% do tempo errada.
Muitos de seus argumentos são válidos e mais de uma vez eu me vi concordando
com seus artigos.
No entanto ela não está 100% do tempo certa também.
O que acontece grande parte das vezes, é a dona do blog
pegar um tópico que pode ou não ter a ver com Feminismo e distorcê-lo até
chegar na inevitável conclusão de sempre: homens são perversos e mulheres são
eternas vítimas. E isso atrai um número imenso de leitoras que utilizam os
comentários do blog para reforçar mais ainda a reclamação e as birras.
E acho interessante como um blog que se diz feminista ignora
assuntos importantes em favor de bobagens. Como no começo do ano, quando o UOL
mostrou a foto de uma mulher do Oriente Médio que teve o nariz cortado fora por
desobedecer o marido, assunto que não ganhou uma vírgula sequer da dona Lola.
O que estava sendo debatido na época? Big Brother Brasil e
como uma de suas participantes era alienada pelos público por ser mulher e
*glup* gorda.
Sim, de fato. Big Brother (que a autora dos posts NUNCA assistiu,
embora soubesse tudo que acontecia) é um assunto muito mais sério e real do que
os horrores pelos quais as mulheres de certas partes do mundo são forçadas a
passar.
Lembro de um comentário em especial no blog da Lola, onde uma
leitora reclamava de ter sendo xingada ao jogar uma partida de World of
Warcraft (ou qualquer outro MAHMORPAGAH, pra mim eles são todos iguais),
“unicamente por ser mulher”. De acordo com ela, os caras com que ela jogava
disseram que era um problema ela envelhecer, já que mulher velha não serve pra
nada.
Digo com toda autoridade que isso não foi um caso específico
de machismo. Trolls de internet ofendem a todos com igualdade, independente de
etnia, sexo, religião ou origem, se entrar em um chat durante uma partida online,
pessoas o xingarão de coisas horrendas simplesmente por saberem que você não
pode fazer nada a respeito.
Por que vocês acham que eu NÃO jogo nada online? É pra não
ter a bunda chutada em Marvel vs Capcom 3 por um moleque de 14 anos que depois vai dizer coisas
horrendas sobre a minha santíssima mãezinha.
Claro, existem exceções. Mas na maior parte das vezes, partidas Online são uma selva de ofensas.
Claro, existem exceções. Mas na maior parte das vezes, partidas Online são uma selva de ofensas.
A moça em questão não foi atacada “por ser mulher”, mas por
ter se atrevido a ligar um Headset, mas isso não a impediu de transformar isso
em munição para sua “causa”. Essa é a atitude que vejo por parte dessas
“feministas”: pegar coisas do dia-a-dia pelos quais todos passamos, e fazê-las
parecerem como um ataque imposto pelo PATRIARCADO, palavrinha que elas usam como se fosse "bom dia".
Filmes são machistas, desenhos animados são machistas,
esportes são machistas, livros são machistas, games são machistas,
ABSOLUTAMENTE TUDO É MACHISTA... e qualquer um que discorde é parte de um
sistema opressor que nega tudo as mulheres há mais de dois mil anos.
E como eu disse, não há espaço para debate. Todas as vezes
em que tentei iniciar um diálogo com uma das chamadas “feministas”, acabei
rotulado como troll, fui ignorado ou jogado em um raciocínio circular tão
absurdo que não era possível criar um contra argumento para ele.
E é claro, toda essa pompa e “necessidade de lutar contra o
Patriarcado” não passa de uma forma de chamar atenção, algo que essas pessoas
parecem buscar de forma patológica.
Há algum tempo, discuti com uma “feminista” sobre video games, que de acordo com ela, eram uma ferramenta opressiva que excluia as mulheres de forma tão brutal que chegava a ser ridículo que os mesmos não fossem censurados.
O exemplo principal dela era Tomb Raider, que de acordo com
seu raciocínio, “objetificava a heroína de seios imensos, de forma a chamar a
atenção do público masculino, que mede o valor de uma mulher pelo tamanho de
seus peitos.”
Sim, de fato era assim no começo, mas passados mais de 15
anos desde a criação da série e sua protagonista, as coisas evoluiram um
bocado. Lara Croft ganhou proporções mais humanas e tornou-se uma personagem
extremamente forte, inteligente e capaz. Ela tem uma equipe de profissionais
sob seu comando, mas faz a maior parte do trabalho sozinha.
E mais importante: ELA NÃO TEM UM PAR ROMÂNTICO!!! Lara
Croft não precisa de um namorado, pois um homem não se faz necessário em sua
vida. Posso estar sendo ingênuo, mas isso é pra mim um exemplo claro de heroína
independente.
Nenhum destes argumentos foi ouvido e a “feminista”
continuou dizendo que eu estava errado, sem dar nenhum argumento explicando por
que pensava assim.
Então mostrei a ela o trailer da nova versão de Tomb Raider:
E qualquer um pode perceber o quanto o novo game não se
apoia na sexualidade da personagem, mas em como ela tem de ser fisica e
psicologicamente forte para sobreviver a todos os desastres que encontram-se em
seu caminho.
A “feminista” em questão apenas respondeu “e por que ela tem
de ser bonita”?
Pois é, se uma mulher é atraente, ela perde qualquer valor
que possa ter para a humanidade.
Eventualmente, ela me declarou um “masculinista”. Foi quando
eu disse que jogava Mass Effect com uma protagonista mulher. De acordo com a
moça em questão, eu só fiz essa escolha pra “ter uma gostosa sob meu controle
ao longo do jogo”, embora qualquer um que tenha jogado Mass Effect possa assegurar que a
versão feminina da comandante Shepard é menos sensual que uma bisnaguinha.
Diga-se de passagem, ela não fazia a menos idéia de quem era
“Samus Aran” quando a mencionei como outro exemplo de personagem feminina
forte.
Em outro exemplo, iniciei comunicações com uma “feminista”
por algum tempo no Facebook. Ela já havia trabalhado com adoção e me explicava
os problemas que ocorrem no Brasil neste campo. Estavamos nos dando bem e após
três semanas de conversa, me senti confortável o bastante para dizer que ela
tinha um sorriso muito bonito.
Corrijam-me se eu estiver errado, mas não creio que isso tem
o mesmo peso de “ô gostosa, quero chupar sua mentruação”.
Ela imediatamente trocou sua foto sorrindo por uma
carrancuda e passou a ser fria e monossilábica quando eu tentava iniciar uma
nova conversa. Claramente, eu a ofendi de forma horrível e irreparável, então a
mandei pros quintos dos infernos e fui brincar com meus Transformers.
Enfim, eu poderia prosseguir com inúmeros exemplos de
conversas com feministóides, como aquela vez que uma delas iniciou uma discussão no Orkut sobre
Hentai e saiu da comunidade xingando a mim e a todos os homens (e outras mulheres que
discordavam dela) do lugar quando eu provei com todas as letras que uma grande
parcela dos artistas deste ramo são mulheres.
E as coisas escalam daí pra frente. As “feministas” reclamam
que quadrinhos de super heróis só mostram agressividade masculina e mulheres
semi nuas, esquecendo-se que eles são produzidos para garotos adolescentes,
seres naturalmente agressivos e cheios de tesão.
Um sonho molhado feminino como Crepúsculo é ok, mas
quadrinhos de super herói são um enorme “não-não”. Claro. Um peso e duas
medidas, sempre.
Pra não mencionar o “machismo” do cinema, com filmes como
Planeta dos Macacos – A Origem, que tem apenas duas personagens femininas de
importância! Sim, porque um longa que narra a queda da civilização humana pelas
mãos de primatas super inteligentes realmente deveria ter um ponto de vista em
prol do feminismo.
Sim, existe muito machismo no cinema ainda hoje, mas que tal
criticarmos os exemplos certos?
E claro, embora ainda hoje seja EXIGIDO que o homem tome a
iniciativa em um relacionamento (valor que acho extremamente retrógrado), a
feministóide acredita que qualquer um que tente cortejar uma mulher, mesmo que
o faça com respeito e gentileza, está violando seu espaço.
Claro, elas não fazem nada pra mudar essa situação e as
mulheres terem o direito de dar o primeiro passo no namoro, o que cria sérios
problemas no campo dos relacionamentos.
“Mas Amer, por que
você persegue essas coisas? Se não gosta desse tipo de opinião, é só se manter
longe delas.”
Eu queria que fosse tão simples, pequeno gafanhoto. Graças a
inclusão digital, as falsas feministas estão por toda parte, entupindo
comentários em sites e foruns de discussão sobre os mais variados assuntos e
nunca aceitando ponto de vista nenhum que seja diferente do seu. Isso para não
dizer, agredindo muitas pessoas que quando retrucam, automaticamente se tornam
as vilãs da história e sofrem um verdadeiro massacre por parte da esfera
feministóide.
Quem viu o ataque em massa ao Twitter do Pablo Villaça este ano sabe de que estou falando.
Quem viu o ataque em massa ao Twitter do Pablo Villaça este ano sabe de que estou falando.
Elas brigam pelo direito do homem ter o mesmo tempo de
licença paternidade que uma mulher tem de licença maternidade. Afinal, o pai
tem de ajudar a mãe que acabou de dar luz, a cuidar de seu recém chegado
filhote.
Elas também são a favor do alistamento militar obrigatório
(ou de preferência opcional) para ambos os sexos, bem como apoiam a iniciativa
de que uma mulher trabalhe fora, enquanto o marido cuida da casa.
Enfim, uma feminista real luta pela IGUALDADE ENTRE OS DOIS
SEXOS!!! Seja no direito ou nas obrigações. Ela não inventa problemas onde os
mesmos não existem, nem engrandece grãos de areia a proporções gigantescas,
pois sabe que isso não traz bem algum a sua causa.
E são estas mulheres que serão malvistas e recriminadas pelas bobagens daquelas que distorcem totalmente a luta pela igualdade entre os sexos.
E são estas mulheres que serão malvistas e recriminadas pelas bobagens daquelas que distorcem totalmente a luta pela igualdade entre os sexos.
A falsa feminista vai patrulhar a sociedade em busca de
coisas que sejam “exemplos de desigualdade” e fará tudo que estiver a seu
alcance para aumentar ainda mais o abismo entre os sexos. Ela não quer ter os
mesmos direitos que um homem, ela acha que merece MAIS direitos.
Uma feministóide é exatamente igual a aqueles que tanto
critica e acha que deve ser a “maioria mandante” da sociedade. Se tiver a
chance, ela será tão ruim quanto aqueles que “a oprimem”, mas jamais irá
admitir isso.
A feministóide quer reclamar e se fazer de eterna vítima.
Ela adora culpar a sociedade pelas suas próprias inaptidões. Se não conseguiram
algo na vida, não foi por falta de capacidade e brio, mas porque O PATRIARCADO
lhes negou aquilo que era seu por direito.
E tais mulheres nunca aceitam o sucesso das demais. Ela ignorarão
e derrubarão qualquer mulher batalhadora que por mérito próprio, tenha obtido
sucesso na vida.
Não me lembro de ver nenhuma feministóide vibrando com o
Oscar de Kathryn Bigelow, a primeira mulher da história a receber um prêmio da
academia como melhor diretora. O que pra mim, deveria ser um grande motivo de
alegria.
O que podemos entender disso?
Não quero iniciar uma guerra aqui (o que percebo agora, é
meio inevitável), mas acho que me fiz entender no tocante ao que quero dizer
quando falo de “feministas” e feministas.
Ainda existem lugares e situações que excluem e oprimem a
mulher, sim. E existem muitas lutas que precisam ser vencidas para que mulheres
e homens vivam em uma sociedade que dá espaço e oportunidades iguais a ambos.
Se as coisas um dia mudarem, será por contas das mulheres
fortes e determinadas que lutam, ao invés de procurarem bodes expiatórios para
as coisas que elas consideram “problemas” em nossa sociedade.
As princesinhas que passam o dia em frente ao PC, procurando
motivos para se indignarem e que se acham batalhadoras por reclamarem no
Twitter, nada terão a ver com o sucesso que um dia virá. Mas sem dúvida farão
parecer que são as grandes heroínas da história, pois nada é mais fácil do que
receber crédito pelo trabalho duro dos outros.
Antes de encerrar, gostaria de contar mais uma história
envolvendo a feministóide dos games sobre o qual falei acima.
Um belo dia, perguntei a ela sobre como havia descoberto o
feminismo. Acredito que é o tipo de coisa para o qual temos nossos olhos
abertos em algum momento da vida, não é algo que simplesmente decidimos fazer
um dia, porque pareceu legal.
Ela me explicou que percebeu todas as falhas da sociedade e
o quanto ela, como mulher, era oprimida, logo após passar por um momento
extremamente difícil na vida, uma marca da opressão do PATRIARCADO e uma
provação pelo qual nenhum homem tinha de passar.
Semanas depois, descobri seu blog, cheio de declarações "feministas", poesias sobre coração partido e amores perdidos. Após alguma investigação no mesmo, descobri que os posts passados eram quase em sua totalidade dedicados a seu então namorado e que o foco da moça mudou assim que a relação se encerrou.
...
Sim, é tão absurdo e esteriotípico que parece uma piada. E como
eu digo sempre, as melhores piadas se escrevem sozinhas.
Então, não vamos confundir feministas com “feministas”. As
primeiras merecem nosso amor, respeito, apoio e abraços, as outras merecem o Cedrico.
Merda de Cedrico...
Cheers!!!






















































































