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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Crítica do Amer: Dragon Age Inquisition


Dragon Age foi a tentativa da Bioware de repetir na fantasia medieval aquilo que já haviam conseguido com a ficção científica, ou seja, criar um mundo vasto, com uma mitologia rica e personagens carismáticos que se tornariam nossos companheiros enquanto mergulhávamos em um mundo de aventura.

E por um tempo deu certo. Dragon Age Origins causou ereções e clitóris inchados por onde passou. Como se fosse uma colegial japonesa safada besuntada em KY e pronta para atender as necessidades perversas de cada um de nós.

Da mesma forma, Dragon Age II causou muita decepção, como se a colegial japonesa subitamente levantasse a saia e mostrasse um pênis de 22cm, pronto para entrar em lugares onde nada deveria entrar.

Devo dizer que gostei muito do segundo game da série. Se aprendi algo sendo fã da Poison, é que certas surpresas podem salvar uma noite chata.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Crítica do Amer: Dragon Age II


A Bioware está rapidamente se tornando minha produtora de RPG’s favorita da atualidade. Ela não apenas é responsável por Mass Effect, a saga espacial mais perfeita a agraciar um console, como também criou um dos melhores cenários de fantasia medieval de que se tem notícia, o que sinceramente, não é uma tarefa fácil.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Crítica do Amer: Mass Effect 2


Em 2007, a Bioware lançou um game de ficção científica que era no mínimo ambicioso. Sua meta era iniciar uma trilogia que se estenderia pelos anos vindouros e para tanto, deveria apresentar um universo plausível, intrigante e apaixonante.

Bem, Mass Effect cumpriu sua missão com maestria.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Crítica do Amer: Mass Effect


Eu sinceramente fujo dos debates “games são arte” que hoje em dia pipocam por aí o tempo todo.

Se querem minha opinião, games ainda não são arte, é uma mídia muito jovem que ainda não atingiu seu pleno potencial e que ainda está muito atrelada à jogabilidade tradicional. Não importa como os produtores decidam fazer o game, se ele não puder ser jogado de uma maneira decente, todo o conceito artístico presente nele deixa de ter valor.

Mas mesmo assim, existem games que me emocionam por proporcionarem experiências impossíveis no cinema, literatura ou música e se for para considerá-los arte, deve ser por tais momentos.

Mass Effect me permitiu caminhar sobre a Lua.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Crítica do Amer: Dragon Age Origins


RPG’s são um dos meus gêneros favoritos de games.

Passar dias em um mundo digital, conhecendo tudo que ele tem a oferecer e desvendando todos os seus mistérios nos mínimos detalhes é uma das experiências que eu mais valorizo em um vídeo game.