sábado, 23 de outubro de 2010

Crítica do Amer: Super Castlevania IV


E o tempo passou, a década de 1980 acabou e os dez anos seguintes nos trouxeram diversas maravilhas, como a paz mundial, robôs domésticos e carros voadores.


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Hmmm, na verdade, a coisa mais memorável dos anos 90 foi Vanilla Ice ter aparecido no segundo filme das Tartarugas Ninjas... foi uma década muito estranha.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Crítica do Amer: Castlevania III - Dracula's Curse


Muito bem, Castlevania II deixou um gosto amargo na boca de quase todos que o jogaram. Não era um game insuportável como tantos outros do NES, mas também não fazia jus a ação presente no primeiro título da série.

Felizmente, a Konami aprendeu com seu erro. Castlevania III seria um merecido retorno às origens, com ação, monstros, chicotadas e uma dificuldade tão infernal que somente os mais perseverantes seriam capazes de chegar ao desfecho da aventura.

Então, o legado dos Belmont recuperou sua dignidade, ou o terceiro game da série denigre a imagem dos vampiros mais do que toda a série Crepúsculo junta?

Vamos ver!

sábado, 16 de outubro de 2010

Crítica do Amer: Castlevania II - Simon's Quest


O primeiro game da série não vendeu bilhões de cópias... na verdade, não chegou nem a quebrar a marca de um milhão de cartuchos vendidos, mas se tornou um título cultuado por milhares de pessoas, que se apaixonaram por aquele ambiente de horror em 8 Bits e mal podiam esperar por mais uma dose de caça aos vampiros em seus consoles.

Em 1987, a Konami atendeu a tais súplicas e lançou a segunda parte das aventuras de Simon Belmont! Houve alegria e festa nas ruas, todos mais uma vez poderiam brincar de dominatrix Sueca e chicotear todos até sairem de seu caminho.

No entanto, os produtores da série decidiram inovar. Castlevania seria mais que um título de ação, ele agora seria... UMA JORNADA!!!

Será que eles acertaram? É o que vamos ver.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Crítica do Amer: Castlevania


Imagine que você tem oito anos de idade. Seus maiores companheiros são desenhos seguros, com heróis que não matam ninguem, revistas em quadrinhos da Turma da Mônica e games como Super Mario, onde ninguém realmente se machuca, nem que uma ogiva nuclear exploda.

Sim, você vive em uma bolha de alegria, felicidade e cores vivas, e nada sombrio ou macabro adentra nela.

Uma existência incrivelmente maçante.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Mês das Bruxas: Crepúsculo - Parte 2


Acabo de assistir a uma retrospectiva de Castlevania no Gametrailers. Ohhhh, quantas lembranças...

Encarnar um membro do clã Belmont e enfrentar o reinado de horror de Drácula, armado apenas de um chicote, armas sagradas e bolas maiores que as do Lionel Ritchie! Ahhh sim, isso que era vida!

E Drácula era um puta monstro durão! As demais criaturas dos filmes da Universal trabalhavam para ele sem contestar... cacete, A MORTE obedecia as ordens de Vlad Tepes sem pensar duas vezes!!! O CONDE DRACULA TINHA CONTROLE SOBRE O CEIFADOR SINISTRO!!!

Ahhh sim, bons tempos. Tanto que eu o elegi um dos maiores vilões dos games de todos os tempos.

Dracula é o mais conhecido, mas existem inúmeros vampiros durões na história: Vampire Hunter D, Blade, Jerry Dandrid e os Garotos Perdidos, que podem não parecer muito machos hoje em dia mas diabos... eram os Anos 80.

Sim, vampiros eram criaturas da noite, que escondiam sua verdadeira face maligna por trás de uma máscara de amabilidade e sedução. Indivíduos perigosos, que deviam ser temidos e evitados a qualquer custo.

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Então veio A VACA SIFILÍTICA DA STEPHANIE MEYER E ESTRAGOU TUDO!!!! MALDITA SEJA!!!!! ESPERO QUE VOCÊ MORRA DE LEUCEMIA SUA DESGRAÇADA MORFÉTICA!!!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Mês das Bruxas: Crepúsculo - Parte 1


Ohhhhhhh boy...

Tou cutucando vespeiro com meu pinto, eu sei.