Como devem ter notado, ando jogando muitos games indies ultimamente, desde aqueles onde você tem de evitar passar carão diante da menina que acabou de fornicar, até outros em que você deve salvar a vida de uma menina a todo custo, para ter uma chance de fornicar.
Este súbito interesse por jogos independentes não se deve apenas ao fato de que a indústria mainstream tornou-se uma decepção maior do que você acabou sendo para a sua mãe, mas também porque mentes criativas podem produzir coisas maravilhosas quando não estão presas as amarras do hiper-corporativismo.
É o exemplo de Count Lucanor, que com certeza não vai chamar mais atenção que The Last of Us II, mas que é uma experiência muito mais agradável.

