
No passado, íamos ao fliperama, experimentávamos determinados games e ficávamos obcecados por eles.
Não porque eram pérolas incomparáveis de entretenimento (alguns até eram, mas a maioria não), nem por serem peças artísticas que nos faziam questionar o sentido da existência e dos lanchinhos amanteigados.
Era porque simplesmente não os tínhamos em casa.


